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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5736, 4 de setembro de 2017</title>
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		<title>1.	Pesquisadores denunciam situação crítica em 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 18:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“O orçamento para ciência, tecnologia e educação que está delineado para o ano que vem é dramático. Agora, mais do que nunca, temos que nos mobilizar”, declarou o presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O orçamento para ciência, tecnologia e educação que está delineado para o ano que vem é dramático. Agora, mais do que nunca, temos que nos mobilizar”, declarou o presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira</em></p>
<p>Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís (MA) e Porto Alegre (RS) realizaram no sábado, 2 de setembro, a 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil.  O evento, organizado pela Campanha Conhecimento Sem Cortes para acontecer inicialmente na capital carioca e depois ganhou adesão de mais cidades, teve como objetivo alertar a população sobre a gravidade dos cortes orçamentários que vêm impossibilitando o desenvolvimento de pesquisas vitais para o desenvolvimento do País e poderão comprometer a formação dos futuros cientistas.</p>
<p>Com apoio da SBPC, as marchas marcam o início de um grande movimento nacional em defesa da ciência, da tecnologia e da educação diante dos graves contingenciamentos neste ano e da previsão de cortes ainda mais impactantes para as áreas na Proposta de Lei Orçamentária de 2018 (PLOA 2018). Exemplo disso é que na proposta apresentada pelo governo na última quinta-feira, 31, as dotações de CT&amp;I relacionadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram eliminadas, o que deixa projetos como o Sirius, do CNPEM, e o Reator Multipropósito, sem garantia nenhuma de recursos.</p>
<p>O presidente das SBPC, Ildeu de Castro Moreira, afirma que os movimentos terão continuidade nas próximas semanas, com ações junto ao Congresso Nacional, na expectativa de reverter os cortes previstos para 2018 e recuperar o que foi contingenciado em 2017.</p>
<p>“O orçamento para ciência, tecnologia e educação que está delineado para o ano que vem é dramático: estão desenhando valores extremamente baixos, que não mantêm a ciência brasileira. Houve cortes muito significativos, já tivemos esse ano um contingenciamento brutal, da ordem de 45%, e estamos fazendo uma campanha muito grande para repor esses recursos”, disse ele, durante a Marcha no Rio de Janeiro, realizada em frente ao Museu do Amanhã.</p>
<p>Moreira alerta que os cortes terão impactos profundos nas atividades do CNPq, da Capes, da Finep, bem como em todos os projetos e bolsas de pesquisa, na formação dos jovens e no funcionamento das universidades públicas. Ele destaca que a SBPC e suas mais de 130 associações científicas afiliadas, organizações de CT&amp;I, a Academia Brasileira de Ciências (ABC), vêm fazendo uma grande campanha nacional, juntamente à população e ao governo, com manifestos constantemente encaminhados ao presidente da República, aos ministros, deputados e senadores. “Agora, mais do que nunca, temos que nos mobilizar mais e mais, para atuarmos com força e conseguirmos reverter esse cenário”, disse.</p>
<p><strong>Alerta à população</strong></p>
<p>Reunidos em frente ao Museu do Amanhã, pesquisadores, alunos e professores das Universidades Estadual e Federal do Rio de Janeiro &#8211; UERJ, UFRJ -, de institutos,  representantes de associações e deputados mobilizaram cerca de mil pessoas entre os participantes da Marcha e a população que passava por ali e parava para participar das atividades. Haviam estandes das instituições, música e discursos para informar a população sobre a gravidade da situação de penúria que a ciência brasileira enfrenta hoje por consequência das políticas de cortes do governo.</p>
<p>“Estamos aqui para denunciar os 40 bilhões cortados da ciência. Uma situação gravíssima para quem pensa o Brasil do presente e o Brasil do futuro. Não sei se teremos esse futuro com esse governo”, disse a deputada Jandira Feghali, em divulgação ao vivo da Marcha em seu Facebook.</p>
<p>Ela entrevistou o deputado Celso Pansera, que também participou da manifestação no Rio de Janeiro: “O governo precisa entender que tem que apartar o orçamento da ciência e da educação, porque sem isso não tem como sair da recessão”, declarou Pansera.</p>
<p>A presidente da Associação Nacional de Pós-graduandos, Tamara Naiz, discursou no palanque levantado na Praça Mauá, em frente ao Museu do Amanhã e ressaltou a importância da participação dos pesquisadores brasileiros na manifestação.</p>
<p>“Hoje sentimos uma grande sensação de insegurança com o nosso futuro. A gente sente como se tivesse vivendo uma desconstrução do nosso futuro. E é por isso que é importante que a gente esteja atento e forte pensando qual vai ser o amanhã. O amanhã da ciência brasileira, mas, também, o amanhã do nosso país. A bolsa de pesquisa é uma necessidade para o país que precisa se desenvolver em novos patamares, que precisa atrair muita gente para desenvolver sua ciência”, disse, ressaltando a insegurança dos pesquisadores que vivem agora em constante ameaça de cortes no financiamento de seus trabalhos.</p>
<p>Naiz foi enfática ao destacar à plateia a necessidade de todos se envolverem na luta em defesa da ciência brasileira. “A gente sabe que a ciência e a educação têm muito potencial para desenvolver o País. Elas geram conhecimento, riqueza, geram oportunidades, e devem estar a serviço do bem estar do nosso povo”.</p>
<p><strong>Sem ciência, sem avanço</strong></p>
<p>Em São Paulo, a Marcha Pela Ciência se concentrou em frente ao MASP e, com apoio da Polícia Militar, que se prontificou a parar o trânsito e escoltar os manifestantes, a Marcha seguiu pela Avenida Paulista, por cerca de 1km, até o prédio do escritório da Presidência da República na cidade.  Os cartazes e o coro que entoava “Se para a ciência não avança o Brasil” chamaram a atenção dos carros e pedestres, que paravam para assistir à manifestação.</p>
<p>Ao final, o grupo de cerca de 200 manifestantes bradou em uníssono o manifesto da Marcha: “Nós, pesquisadores brasileiros, estamos na rua, pela ciência brasileira. Estamos aqui para denunciar o desmonte da ciência que vem acontecendo por falta de verbas. Estamos aqui para dizer que sem ciência, o Brasil não avança. Sem ciência, não há remédio, não há alimentação, não há transporte público. A ciência não pode ser considerada gasto. Ciência é investimento. Investimento para retomada do desenvolvimento brasileiro. Sem ciência não há amanhã”.</p>
<p>A tesoureira da SBPC, Lucile Floeter Winter, destacou a importância desse tipo de manifestação de conscientizar toda a sociedade para o papel que a ciência tem no cotidiano das pessoas e no desenvolvimento do País. “É um movimento que é importante. Estamos lutando por liberdade, por independência, por soberania nacional e para conscientizar todo mundo que todo dia a ciência está na vida de cada um”, afirmou.</p>
<p>Uma das organizadoras do evento, a bióloga da USP, Nathalie Cella, falou da importância dos cientistas se juntarem às manifestações. “Estamos nesse ano com ¼ dos recursos que tínhamos em 2010, a expectativa é que isso caia e que a gente não tenha nem bolsas para os nossos estudantes, e que mais laboratórios se fechem. Precisamos agora sair dos nossos laboratórios para tentar continuar a ter ciência. Precisamos começar a pensar em política científica, criar coragem e investir nosso tempo nisso”, alertou.</p>
<p>Apesar da participação pequena, considerando o tamanho da população de pesquisadores e universitários em São Paulo, o divulgador científico Roberto Takata, que também atuou na organização do evento, acredita que esta segunda Marcha teve um impacto maior do que o esperado.  “Considerando que organizamos em quatro dias, conseguimos, somente na base do gogó, ter mais impacto com a caminhada pela Avenida Paulista. Mesmo sem esperar muito impacto dessa vez, acabou saindo bem maior do que esperado”, disse.</p>
<p>“É um movimento que tem demonstrado resistência em defesa da ciência brasileira”, descreveu Vinícius Soares, secretário-geral da ANPG, em São Paulo. “O que está acontecendo no País é realmente um desmonte de tudo aquilo que a gente conquistou a duras penas. Sem ciência, teríamos uma epidemia descontrolada de zika vírus. Se o Brasil não olhar a ciência como investimento, ficar olhando sempre como gasto e cortar sempre que tem crise, não vamos conseguir avançar para nenhum lugar. A ciência é o que nos dará o norte para retomarmos o crescimento do País”, disse.</p>
<p>A Marcha paulista contou com grande participação dos pesquisadores dos Institutos de Pesquisa do Estado de São Paulo. “O sucateamento está acontecendo com a ciência, nos institutos do governo e nas universidades. Pertenço a um dos 18 institutos do Estado de São Paulo, e todos nós estamos brigando para que a ciência tenha uma postura de engrandecimento, porque sem ciência, a gente não vive”,  declarou Maria Margarida de Melo, pesquisadora aposentada do Instituto de Botânica. Segundo ela, a situação é crítica nos três institutos da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo.</p>
<p>Elaine Viana Martins, assistente técnica de pesquisa do Instituto Geológico, disse que a participação na Marcha é a luta para garantir o futuro dos filhos e netos desta geração. “Vim para mostrar a importância da pesquisa científica, não só para o Estado do São Paulo, como para o País. Sem pesquisa séria, nada se faz. É importante que os pesquisadores pensem na carreira, na pesquisa. Estamos aqui lutando por todos. Sem nos manifestarmos, não teremos chances”, afirmou.</p>
<p><strong>Processo de engajamento</strong></p>
<p>Segundo o secretário regional da SBPC no Rio Grande do Sul, José Vicente Tavares, essa segunda Marcha Pela Ciência é parte de um processo de engajamento de toda a comunidade científica e sociedade com a política científica nacional que deve continuar e tomar corpo, especialmente pelas redes sociais. “O momento político é crítico. Por isso, além do número de participantes presentes à manifestação, foi importante ver a repercussão. Há um processo de comunicação que continua pelas redes sociais e nas instituições”, afirmou. Em Porto Alegre, a Marcha foi realizada no Parque da Redenção, com concentração no Monumento do Expedicionário e reuniu cerca de 100 pessoas, entre representantes da SBPC, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), do sindicato dos professores municipais, entre outros, além de deputados. Os participantes fizeram pronunciamentos, divulgando a situação grave que os cortes deixaram sobre as instituições.</p>
<p>“Esse tipo de manifestação é fundamental nesse momento para esclarecer a sociedade do tanto que a juventude será afetada. É preciso mostrar para a população que sem verbas não teremos universidades”, comentou Luiz Alves Ferreira, secretário regional da SBPC no Maranhão. Em São Luís, uma van levou alunos, pesquisadores e professores da UFMA à Praça da Lagoa, onde foi montado um telescópio, músicos se apresentaram e os organizadores distribuíram um manifesto público pela ciência à população que passava pela praça no sábado.  “Imprimimos 400 manifestos, e todos foram entregues”, comemorou Ferreira. O documento, produzido pela SBPC-MA junto com o Laboratório de Divulgação Científica Ilha da Ciência, em parceria com a Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Apruma) e o Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN/MA), alerta que os cortes para CT&amp;I comprometem a educação, ciência e tecnologia e inovação, saúde e outras políticas públicas (<a href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Manifesto-SBPC-MA.pdf" target="_blank">leia o manifesto aqui</a>).</p>
<p>“No sábado, essa manifestação em São Luís atingiu cerca de mil pessoas. Nosso objetivo é continuar com essas manifestações”, confirmou Ferreira.</p>
<p>Em Brasília, a Marcha foi convocada pela Secretaria Regional da SBPC no Distrito Federal  e contou com a participação de cerca de 60 pessoas, conforme conta a conselheira da SBPC, Fernanda Sobral. A manifestação teve participação da ANPG, de funcionários do CNPq, da reitoria e pesquisadores da UnB, entre outros. “Falamos sobre os cortes e as previsões ainda piores para 2018. Como início, foi bom. O papel dessa primeira fase de manifestações foi demonstrar a gravidade da situação. Os pesquisadores falaram sobre os impactos sociais que a interrupção de seus projetos pode causar, foi muito informativo”, comentou, acrescentando que o movimento foi o início de uma série de mobilizações que devem ser realizadas daqui para frente.</p>
<p><em>Daniela Klebis – Jornal da Ciência</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>O Estado de São Paulo &#8211; <strong><a href="http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,pesquisadores-realizam-segunda-marcha-pela-ciencia,70001963721" target="_blank">Cientistas realizam nova Marcha pela Ciência</a></strong></p>
<p>Folha de São Paulo -<strong> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2017/09/1915383-pesquisadores-marcham-na-paulista-contra-cortes-de-temer-na-ciencia.shtml" target="_blank">Pesquisadores marcham na Paulista contra cortes de Temer na ciência</a></strong></p>
<p>UOL -<strong> <a href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/09/02/cientistas-protestam-contra-cortes-no-orcamento-destinado-a-ciencia-e-tecnologia.htm" target="_blank">Cientistas protestam contra cortes no orçamento destinado a ciência e tecnologia</a></strong></p>
<p>Zero Hora -<strong> <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/09/comunidade-cientifica-protesta-contra-cortes-de-verba-para-pesquisas-9886778.html#showNoticia=Pi9GSU5YMys2MTM0ODk2ODcyNzE3ODE1ODA4XlgmOTA0ODA3MzgyMTI3MTU5MzI2NFBDRzMyODI1OTc4MjE0NTAwMjcwMDgtNHJTXnx0I0M1WVtadT59Tmw=" target="_blank">Comunidade científica protesta contra cortes de verba para pesquisas</a></strong></p>
<p>Band -<strong> <a href="http://noticias.band.uol.com.br/educacao/noticias/100000874265/marcha-critica-cortes-no-orcamento-destinado-a-ciencia.html" target="_blank">Marcha critica cortes no orçamento destinado à Ciência e Tecnologia</a></strong></p>
<p>Hoje em Dia -<strong> <a href="http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/cientistas-protestam-contra-cortes-no-or%C3%A7amento-destinado-a-ci%C3%AAncia-e-tecnologia-1.556573/marcha-pela-ci%C3%AAncia-1.556578" target="_blank">Cientistas protestam contra cortes no orçamento destinado a ciência e tecnologia</a></strong></p>
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		<title>2.	SBPC pede revogação do decreto que extingue a Renca</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“O Decreto n° 9.147, de 28 de agosto de 2017, não soluciona os impactos negativos da estratégia imediatista de permitir a exploração mineral na região antes protegida na Renca”, afirma a SBPC em carta enviada ao presidente da República na última sexta-feira</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O Decreto n° 9.147, de 28 de agosto de 2017, não soluciona os impactos negativos da estratégia imediatista de permitir a exploração mineral na região antes protegida na Renca”, afirma a SBPC em carta enviada ao presidente da República na última sexta-feira</em></p>
<p>A SBPC encaminhou na sexta-feira, 1º setembro, uma carta ao presidente da República, Michel Temer, pedindo a revogação do decreto que extingue a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca). “Nos unimos às vozes das sociedades brasileira e estrangeira no entendimento de que o Decreto n° 9.147, de 28 de agosto de 2017, não soluciona os impactos negativos da estratégia imediatista de permitir a exploração mineral na região antes protegida na Renca”.</p>
<p>Na carta, a SBPC diz que a decisão de extinguir por decreto a Reserva é equivocada e da forma que foi feita, sem um amplo Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA), coloca em risco o equilíbrio ambiental e social da região, com extensas repercussões nacionais.</p>
<p>O documento alerta ainda que as atividades de mineração na Renca vão resultar, a exemplo de intervenções similares, na remoção da cobertura florestal com extração ilegal de madeira, grilagem de terras, ampliação ilegal da garimpagem, degradação das condições sociais, entre outros impactos. “Discordamos de que a legalização dessa exploração seja a forma adequada de preservar nossas riquezas naturais, ainda mais sem um profundo estudo dos efeitos dessa autorização”, afirma a SBPC.</p>
<p>“Estratégia como essa, com tamanho impacto ambiental e social, não pode ser tomada sem um debate amplo e transparente com a sociedade. Sendo assim, solicitamos a revogação do referido decreto e suspensão de toda ação governamental que vise à exploração na área abrangida pela Renca até que seja apresentado estudo de impacto que assegure uma intervenção sem riscos naquela região. A revogação do decreto será uma indicação de responsabilidade com as sociedades amazônica, brasileira e estrangeira, demonstrando que o Brasil honra seus compromissos ambientais”, conclui.</p>
<p>Veja o documento na íntegra <strong><a href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Of-SBPC-183-ao-Presidente-da-Republica-sobre-a-RENCA.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p><em>Jornal da Ciência </em></p>
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		<title>3.	Proposta inicial cortaria orçamento de Ciência e Tecnologia pela metade em 2018</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Projetos estratégicos, como o acelerador de partículas Sirius, foram totalmente excluídos da proposta orçamentária enviada ao Congresso</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projetos estratégicos, como o acelerador de partículas Sirius, foram totalmente excluídos da proposta orçamentária enviada ao Congresso</em></p>
<p>A demora na votação da meta fiscal para 2018 deixou a ciência brasileira numa zona de risco. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado ao Congresso na quinta-feira prevê uma redução de mais de 50% nos recursos federais destinados à Ciência, Tecnologia e Inovação. Projetos estratégicos do setor, como o novo acelerador de partículas Sirius e o Reator Multipropósito Brasileiro, destinado à pesquisa e fabricação de radiofármacos, foram completamente excluídos do orçamento.</p>
<p>A proposta é baseada numa previsão de rombo nas contas públicas de R$ 129 bilhões, que o governo espera elevar para R$ 159 bilhões. Mas isso ainda depende de aprovação no Congresso.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/proposta-inicial-do-governo-cortaria-orcamento-de-ciencia-e-tecnologia-pela-metade/" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Valor Econômico &#8211; <strong><a href="http://www.valor.com.br/politica/5103518/sem-nova-meta-governo-quase-zera-pac-em-2018" target="_blank">Sem nova meta, governo quase zera PAC em 2018</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-proposta-inicial-cortaria-orcamento-de-ciencia-e-tecnologia-pela-metade-em-2018/">3.	Proposta inicial cortaria orçamento de Ciência e Tecnologia pela metade em 2018</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>4.	Renúncia fiscal soma R$ 400 bi em 2017 e supera gastos com saúde e educação</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-renuncia-fiscal-soma-r-400-bi-em-2017-e-supera-gastos-com-saude-e-educacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Classificadas pelo Fisco como 'perda de arrecadação', renúncias tributárias foram concedidas pelos governos nas últimas décadas a fim de estimular setores da economia ou regiões</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-renuncia-fiscal-soma-r-400-bi-em-2017-e-supera-gastos-com-saude-e-educacao/">4.	Renúncia fiscal soma R$ 400 bi em 2017 e supera gastos com saúde e educação</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Classificadas pelo Fisco como &#8216;perda de arrecadação&#8217;, renúncias tributárias foram concedidas pelos governos nas últimas décadas a fim de estimular setores da economia ou regiões</em></p>
<p>Ao mesmo tempo em que luta para tentar reequilibrar as contas públicas, que vêm registrando nos últimos anos rombos bilionários sucessivos em um cenário de baixo nível de atividade e dificuldade para cortar despesas obrigatórias, o governo também concede benefícios gigantescos para setores da economia, regiões do País e até mesmo para as pessoas físicas.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/renuncia-fiscal-soma-r-400-bi-em-2017-e-supera-gastos-com-saude-e-educacao.ghtml?utm_source=facebook&amp;utm_medium=share-bar-smart&amp;utm_campaign=share-bar" target="_blank">G1</a></strong></p>
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		<item>
		<title>5.	CNPq firma parcerias para incentivar inovação</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-cnpq-firma-parcerias-para-incentivar-inovacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Acordos e parcerias foram firmados na última sexta-feira, 01 de setembro</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acordos e parcerias foram firmados na última sexta-feira, 01 de setembro</em></p>
<p>Acordos assinados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) durante a reunião do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), buscam aprimorar a integração entre as instituições que apoiam a inovação na indústria e criar mecanismos que permitam às empresas manter seus projetos de inovação.</p>
<p>A parceria, firmada com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), visa desenvolver os três eixos do Inova &#8211; Inova Talentos, Inova Global e Inova Tec, sendo os dois últimos novas modalidades.</p>
<p>O Inova Global é um programa de intercâmbio internacional para pesquisadores colaboradores e profissionais de pesquisa e desenvolvimento de indústrias brasileiras. Por meio do Inova Global, será possível acessar centros de inovação e ciência de referência de todo o mundo desenvolver projetos e estreitar a cooperação internacional, por meio de bolsas financiadas pela indústria. O Inova Tec será voltado para alunos de graduação em bacharelado e de graduação tecnológica, como forma de iniciação de estudantes às atividades de inovação na indústria.<br />
Leia na íntegra: <strong><a href="http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/5821637" target="_blank">CNPq</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Leia também:</p>
<p></strong></p>
<p>CNI -<strong> <a href="http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2017/09/acordos-e-novas-modalidades-de-financiamento-a-inovacao-sao-lancados-na-mei/" target="_blank">Acordos e novas modalidades de financiamento à inovação são lançados na MEI</a></strong></p>
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		<item>
		<title>6.	RedPop alerta para gravidade dos cortes para a CT&amp;I na América Latina</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-redpop-alerta-para-gravidade-dos-cortes-para-a-cti-na-america-latina/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Os cortes recentes em recursos para a CT&#038;I em diversos países da região, que vão na direção oposta aos objetivos de um desenvolvimento sustentável, têm também um impacto importante na popularização da ciência”, afirma a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia da América Latina e do Caribe em manifesto divulgado no dia 1º de setembro</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“</em></strong><em>Os cortes recentes em recursos para a CT&amp;I em diversos países da região, que vão na direção oposta aos objetivos de um desenvolvimento sustentável, têm também um impacto importante na popularização da ciência”, afirma a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia da América Latina e do Caribe em manifesto divulgado</em> <em>no dia 1º de setembro</em></p>
<p>Confira abaixo o manifesto na íntegra:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Manifesto sobre a situação da popularização da CT&amp;I na América Latina e no Caribe</strong></p>
<p>Os membros da Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia da América Latina e do Caribe (RedPop), reunidos na assembleia no âmbito do 15º Congresso de RedPop &#8220;ligações &#8211; novas formas de popularizar a ciência&#8221;, realizado Em Buenos Aires entre 21 e 25 de agosto de 2017, por decisão unânime elaboramos este manifesto dirigido à população em geral e, em especial, às autoridades e aos gestores públicos dos países da região .</p>
<p>Afirmamos que a ciência, a tecnologia e a inovação (CT&amp;I) são indispensáveis para o desenvolvimento econômico sustentável e socialmente mais justo, bem como para garantir a soberania dos nossos países. A popularização da ciência e da tecnologia é, por sua vez, um instrumento essencial para o desenvolvimento científico e tecnológico, contribuindo para a melhoria da educação, da construção da cultura científica e de uma cidadania mais ativa no mundo contemporâneo.</p>
<p>Nas últimas duas décadas houve um crescimento significativo da popularização da C&amp;T na América Latina e do Caribe. No entanto, subsistem muitos desafios, como uma avaliação adequada dessas atividades, melhorá-las e alargá-las, já que milhões de pessoas da nossa região estão ainda à margem dos conhecimentos científicos e tecnológicos e das possibilidades para a sua apropriação social. Neste 15º Congresso da RedPop, nós, museus e centros de ciência e instituições e entidades que agirmos na popularização da CT&amp;I, discutimos formas inovadoras de popularizar a ciência e estamos empenhados em aperfeiçoar sua qualidade e ampliar seu alcance nos países da nossa região.</p>
<p>Embora nos comprometamos a continuar a trabalhar no desenvolvimento de atividades e políticas que contribuam para a promoção de uma cidadania mais ativa e reflexiva para a melhoria da qualidade de vida da nossa região, pedimos que os governos latino-americanos assegurem, reforcem e multipliquem nas agendas públicas Programas e atividades de longo alcance da popularização da ciência e da tecnologia em benefício das nossas comunidades</p>
<p>Neste manifesto, manifestamos a nossa grande preocupação com a situação atual da popularização da ciência e das instituições que a promovem na América Latina e nas caraíbas. Os cortes recentes em recursos para a CT&amp;I em diversos países da região, que vão na direção oposta aos objetivos de um desenvolvimento sustentável, têm também um impacto importante na popularização da ciência. Isto cria, no melhor dos casos, o funcionamento precário de programas de popularização e / ou de museus e centros de ciência da região, e no pior, o encerramento indefinido de alguns deles.</p>
<p>Por outro lado, iniciativas de criação e estabelecimento de políticas públicas que favorecem o desenvolvimento da popularização da C&amp;T que haviam sido estabelecidas em muitos países nos últimos anos, estão sendo descontinuadas ou bastante reduzidas em.</p>
<p>Por isso, alertamos as autoridades dos países da nossa região sobre os graves riscos que a redução dos recursos para a CT&amp;I acarreta para o futuro dos nossos países e a sua soberania, bem como sobre os impactos negativos que podem impactar no desenvolvimento educativo, cultural, científico e tecnológico dos nossos países.</p>
<p>Por isso, colocamos o nosso compromisso de trabalho e exigimos às autoridades locais, regionais e nacionais ligadas ao setor científico, tecnológico e de inovação uma maior atenção à popularização da C&amp;T como política pública que integre a equidade, A educação e o desenvolvimento científico e tecnológico como um bem público e fundamental ao qual todos os latino-americanos têm direito.</p>
<p><em><a href="http://www.redpop.org/manifiesto-en-favor-de-la-popularizacion-de-la-cti/" target="_blank">RedPop</a></em></p>
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		<title>7.	Crise na C&amp;T é tema da abertura da FeSBE 2017</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-crise-na-ct-e-tema-da-abertura-da-fesbe-2017/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Esperamos que a revisão da meta orçamentária deste ano e o aumento do déficit em 20 bilhões nos  possibilite recuperar o orçamento do MCTIC e do CNPq para garantirmos<br />
investimentos e pagamentos das bolsas”, disse o diretor do CNPq, Marcelo Morales, durante a cerimônia. Ele destacou o papel e a pressão da comunidade científica contra o teto orçamentário estabelecido pelo Congresso Nacional</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Esperamos que a revisão da meta orçamentária deste ano e o aumento do déficit em 20 bilhões nos  possibilite recuperar o orçamento do MCTIC e do CNPq para garantirmos investimentos e pagamentos das bolsas”, disse o diretor do CNPq, Marcelo Morales, durante a cerimônia. Ele destacou o papel e a pressão da comunidade científica contra o teto orçamentário estabelecido pelo Congresso Nacional</em></p>
<p>Neste domingo, a XXXII Reunião anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental foi aberta pelo presidente da instituição, Dalton Valentim Vassallo. Na cerimônia, o vice-presidente do CNPq, Marcelo Morales, destacou o papel e a pressão da comunidade científica contra o teto orçamentário estabelecido pelo Congresso Nacional.</p>
<p>A situação para 2018 não é nada animadora. Previsto para ser votado no Congresso Nacional, o orçamento destinado para a área, a princípio, é de pouco mais de R$ 11 bilhões e, excluindo as despesas obrigatórias e reserva de contingenciamento, sobram R$ 2,7 bilhões, uma queda de 3,89% em relação ao orçamento já contingenciado de 2017. Na área de investimentos para a Ciência e Tecnologia, a proposta é de R$ 267 milhões contra o R$ 1 bilhão de 2017, ou seja, uma queda de 73%. Se nada mudar, o CNPq terá uma queda de 45% em seus recursos do próximo  ano e terá dificuldade de honrar seus compromissos, inclusive o pagamento de bolsas. Projetos de formação, capacitação e fixação de recursos humanos qualificados para a C,T&amp;I verão seu orçamento encolher em 52%. Outros investimentos como o Reator Multipropósito Brasileiro Nacional, a Unidade de Concentração de Urânio em Caetité, na Bahia, a implantação das Cidades Digitais, a construção de Fonte de Luz Síncrotron de 4ª geração estão sem dotação para 2018.</p>
<p>Morales lembrou a situação caótica de 2016 quando as bolsas de iniciação científica sofreram cortes, os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia estavam sem avaliação desde 2014, somados à falta de pagamento do edital Universal e a suspensão das bolsas no exterior, paralisando novos editais. Morales falou, então, da importância do diálogo e dos esforços que resultaram na liberação de R$1,5 bilhões das repatriações, sendo que, na época, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação destinou R$ 500 milhões ao CNPq para saldar dívidas com os pesquisadores.</p>
<p>Morales ressaltou o desastre com os cortes de 44% no orçamento deste ano. Segundo ele, “isto é preocupante, pois é um corte linear sem definir o que é estratégico para o País. Esperamos que a revisão da meta orçamentária deste ano e o aumento do déficit em 20 bilhões nos  possibilite recuperar o orçamento do MCTIC e do CNPq para garantirmos<br />
investimentos e pagamentos das bolsas”.</p>
<p>A XXXII FeSBE acontece em Campos do Jordão até o dia 06 de setembro e participam do congresso cerca de 900 inscritos, sendo 252 estudantes de graduação, 320 pós-graduandos, 80 jovens do ensino médio do Colégio de Aplicação da UFRJ e do Programa de Vocação Científica da Fiocruz e 117 docentes, além dos palestrantes convidados.</p>
<p><em>Assessoria de Imprensa</em></p>
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		</item>
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		<title>8.	Implodindo células cancerígenas</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-implodindo-celulas-cancerigenas/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lasers microscópicos podem impedir que tumores malignos se espalhem pelo corpo</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Lasers microscópicos podem impedir que tumores malignos se espalhem pelo corpo</em></p>
<p>Faz mais de 50 anos que Viagem Fantástica brilhou nas telas de cinema. A ideia básica do filme – a miniaturização de um submarino e de sua tripulação de médicos para que eles pudessem navegar pela corrente sanguínea de um paciente e realizar um procedimento cirúrgico in loco – continua tão absurda hoje quanto era em 1966. O mesmo não se pode dizer da construção de aparelhos terapêuticos pequenos o bastante para se deslocar pelo interior do organismo de uma pessoa. De fato, talvez sob inspiração do filme, esforços nesse sentido vêm sendo feitos. Alguns se concentram no desenvolvimento de dispositivos para transportar medicamentos. Outros buscam maneiras de concentrar energia aplicada externamente a tecidos que precisam ser eliminados. Seu uso clínico começa a obter aprovação das autoridades sanitárias.</p>
<p>A iniciativa mais recente, coordenada pelos professores Vladimir Zharov, da Universidade do Arkansas, e Mark Stockman, da Universidade Estadual da Geórgia, envolve a injeção em pacientes oncológicos de exércitos de lasers minúsculos, que se desincumbem da tarefa de localizar e destruir as chamadas células tumorais circulantes (CTCs). As CTCs são células que se desgarraram de um câncer primário e, se não forem combatidas, podem alojar-se em diversas partes do organismo e se transformar em tumores secundários, processo conhecido como metástase.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,implodindo-celulas-cancerigenas,70001965561" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>9.	Cientistas correm para produzir novas vacinas</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-cientistas-correm-para-produzir-novas-vacinas/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pesquisadores buscam novas proteções contra febre amarela e gripe, e a inédita imunização à zika</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores buscam novas proteções contra febre amarela e gripe, e a inédita imunização à zika</em></p>
<p>O surgimento de novas doenças, como a zika, e a volta de surtos e epidemias de enfermidades que estavam um tanto esquecidas, como a febre amarela, põem em destaque uma necessidade considerada urgente pelos pesquisadores: a criação de novas vacinas. Essa corrida, que envolve vários países, inclui a possibilidade de uma nova imunização contra a gripe, na forma de “vacina universal”, com a promessa de proteger contra as diversas cepas do vírus.</p>
<p>Este mês, dois grandes congressos foram realizados no Brasil sobre o tema. Um foi organizado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em São Paulo, e o outro pela Coppe/UFRJ, no Rio, que reuniu mais de 200 especialistas. Enquanto aqui a grande queixa é o drástico corte de verbas, em muitos outros países o movimento antivacina está na lista das principais preocupações.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/cientistas-correm-para-produzir-novas-vacinas-21776775" target="_blank">O Globo</a></strong></p>
<p><em>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>10.	Elevada produtividade</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-elevada-produtividade/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 17:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5736, 4 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com 250 solicitações de patentes e 412 artigos publicados, unidade de P&#038;D da IBM é um dos mais profícuos centros de inovação do País</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com 250 solicitações de patentes e 412 artigos publicados, unidade de P&amp;D da IBM é um dos mais profícuos centros de inovação do País</em></p>
<p>O Laboratório de Pesquisas da IBM no Brasil, criado em 2011, acumula 250 solicitações de patentes submetidas ao Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO), sendo 40 já concedidas, e 412 artigos publicados em revistas científicas. As patentes são relacionadas às áreas de nanotecnologia, computação em nuvem, computação cognitiva e internet das coisas, com aplicações principalmente na indústria de óleo e gás, mineração, agronegócio, finanças e saúde. O desempenho estabelece a multinacional norte-americana como um dos mais produtivos centros de inovação empresarial do Brasil.</p>
<p>A área de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) da empresa conta com duas estruturas laboratoriais no país, em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde trabalham 140 pessoas dedicadas à inovação. Segundo Ulisses Mello, diretor de pesquisas da IBM Brasil, o país é líder global do grupo no desenvolvimento de soluções em computação cognitiva na área de recursos naturais, e o propósito do Laboratório de Pesquisas, instalado há seis anos, continua sendo o de “aproveitar a vocação brasileira para a produção de produtos agropecuários, minérios e petróleo para agregar valor em conhecimento e produzir e exportar, além de commodities, tecnologia”.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2017/08/18/elevada-produtividade/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=mailing_710" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp</a></strong></p>
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