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	<title>Jornal da Ciência &#187; 7575, 3 de dezembro de 2024</title>
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	<description>Jornal da Ciência</description>
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		<title>1. Desinformação ofusca a liberdade prometida pela internet</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A ampliação do acesso à informação e o engajamento público com a ciência são apontados por pesquisadores como caminhos para enfrentar o fenômeno que ameaça tanto a democracia quanto a saúde pública. Veja a reportagem da nova edição do Jornal da Ciência Especial</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A ampliação do acesso à informação e o engajamento público com a ciência são apontados por pesquisadores como caminhos para enfrentar o fenômeno que ameaça tanto a democracia quanto a saúde pública. Veja a reportagem da nova edição do Jornal da Ciência Especial</em></p>
<p>A internet surgiu nos anos 1960 como praça pública com a promessa de um ambiente de colaboração e aproximação das pessoas e até de amplitude na percepção, na visão de “profetas” e “futuristas” da contracultura, como o educador canadense Marshall McLuhan (1911-1980) e o neurocientista Timothy Leary (1920-1996).</p>
<p>Em que pese ser hoje inescapável na vida moderna enquanto poderoso instrumento de comunicação, pesquisas, bancos de dados e serviços, a “web” transita uma quantidade nunca vista de notícias falsas (<em>fake news</em>), mentiras, desinformação e crimes digitais.</p>
<p>Ao ritmo do avanço tecnológico e da comunicação nas redes sociais, e mais recentemente da Inteligência Artificial, as <em>fake news</em> ganham novos contornos. Do descrédito às vacinas – não só da covid-19 – a imagens fabricadas da guerra Israel-Palestina, milhões de pessoas mundo afora se deixam levar por inverdades recebidas por aplicativos, colocando a vida da comunidade, da família e a própria em risco.</p>
<p>Cientistas e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento estão neste momento buscando entender como a humanidade chegou ao ponto de renegar grande parte do conhecimento acumulado até agora para seguir influenciadores negacionistas dos imunizantes, do clima, da política, da história ou da geografia.</p>
<p>Para a comunicadora e jornalista Thaiane Moreira de Oliveira, professora do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e do programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF), este desvirtuamento da internet enquanto promessa de liberdade tem a ver com o modelo econômico no qual foi se consolidando por meio de plataformas digitais integradas à vida cotidiana.</p>
<p>“Esse modelo econômico mediado por algoritmos próprios das plataformas digitais é um dos fatores fundamentais que fazem com que essa desinformação circule em determinados grupamentos do ambiente digital”, comenta Oliveira. André Ramos Tavares, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e professor de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), reforça: “O modelo de negócios das plataformas digitais de caráter global acaba por privilegiar manchetes bombásticas, duvidosas, mas que sempre chamam muita atenção, não permitindo o mesmo tratamento para notícias (de base) científica” (<a href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/JC_810.pdf" target="_blank">leia mais na página 9</a>).</p>
<p>A linha do tempo e os conceitos são importantes na construção da trajetória até aqui. E se há um marco temporal neste primeiro quartil do Século XXI, é o ano de 2016, a partir de dois processos políticos internacionais: a primeira eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e o plebiscito que tirou o Reino Unido da União Europeia, em um processo que ficou conhecido como “Brexit”.</p>
<p>Ambos os movimentos foram turbinados por um verdadeiro tsunami de notícias falsas e mentiras espalhadas pelas redes sociais que também atingiram o Brasil, resultando na eleição do candidato da extrema direita à época, Jair Bolsonaro, hoje inelegível.</p>
<p>Muitos estudiosos se dedicaram a mapear e investigar novos termos relacionados ao tema, surgidos após a movimentação política de 2016 e, segundo os pesquisadores que assinam o artigo Fake News e o Repertório Contemporâneo de Ação Política (Mendonça et al, 2023), “se há um consenso na literatura sobre <em>fake news</em> é a inexistência de uma definição única do termo” (veja os principais no quadro à página 7).  Um dos termos emergentes naquele período foi o pós&#8211;verdade, eleito pelo Oxford Dictionary como palavra do ano de 2016. É usado para definir quando a opinião pessoal passa a ter mais relevância do que os fatos objetivos, o que se pode chamar de “eupistemologia”, ironiza o sociólogo e cientista social Jean Carlos Hochsprung  Miguel, professor no Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Não que não existisse desinformação ou fake News antes, sempre existiram, frisa Miguel. Só que ganharam escala e velocidade a partir da massificação das tecnologias digitais, em especial a comunicação móvel, os pacotes de dados e o uso das redes sociais.</p>
<p>“Esse é um fenômeno tecnologicamente novo”, define Miguel, acrescentando que, por trás da tecnologia existe um “gerenciamento algorítmico” de empresas privadas que não oferecem transparência alguma.</p>
<p>Um segundo marco temporal é o ano de 2020, com a pandemia de covid-19, destaca o filósofo Wilson Gomes, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Democracia Digital. “Até então, <em>fake news</em> era considerado um problema da política”, afirma Gomes, lembrando que os primeiros pesquisadores que se preocuparam com o assunto eram da área de comunicação e ciência política.</p>
<p>Em 2020, percebeu-se que os mesmos grupos que usaram <em>fake news</em> pesadamente em 2016 para “ganhar eleições, satanizar adversários, mudar posições políticas”, estavam usando o mesmo modus operandi para negar a crise sanitária. “A sociedade descobriu que era possível ter <em>fake news</em> sobre qualquer assunto e que as consequências não eram somente atrapalhar a vida política, os partidos ou transformar a democracia, mas também matar”, frisa o filósofo.</p>
<p>Diante da constatação de que <em>fake news</em> é capaz de matar pessoas, os estudos sobre o tema ganharam uma dimensão inédita, relata Gomes, com uma explosão no número de artigos científicos produzidos por todas as áreas, em especial na saúde. “Lembro que entre 2020 e 2021 devo ter feito umas cinquenta ‘lives’ sobre isso em toda a parte, porque a gente começou a estudar primeiro e ainda não havia acúmulo de conhecimentos”, relatou.</p>
<p>Apesar da comprovada capacidade letal, Gomes considera exageradas as projeções apocalípticas sobre os efeitos a médio e longo prazo da desinformação, apontadas em relatórios como o do Fórum Econômico Mundial (<a href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/JC_810.pdf">leia mais na página 3</a>), que fala em “potencial para gerar caos social e agitações violentas”. “A sociedade reage”, responde, lembrando que em vários países se discute e se implementam regulações das plataformas ainda que não se tenha encontrado um modelo definitivo. No caso brasileiro, as instituições têm funcionado para conter os efeitos da desinformação e notícias falsas.</p>
<p>“A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das <em>fake news</em> (2019-2022) foi muito importante no Brasil, na minha opinião, não porque prendeu gente, mas porque, primeiro, as pessoas ficaram conscientes do alcance dessas notícias, do poder destrutivo delas; depois, se deram conta, pelas denúncias apresentadas lá, de que havia articulação, não era uma coisa espontânea, havia plano, havia gente organizada, havia mobilização, intenção, propósito”, comenta o filósofo.</p>
<p>Sobre o muito criticado inquérito resultante da CPI, não concluído até hoje, Gomes concorda com as críticas, mas ressalta a relevância do processo.</p>
<p>Passados oito anos daqueles primórdios e com Donald Trump novamente eleito, desta vez aparentemente por ter convencido a população estadunidense de suas propostas, a questão é como enfrentar o fenômeno da desinformação?</p>
<p>Como em todos os problemas complexos, não há respostas simples, mas os pesquisadores entrevistados pelo Jornal da Ciência convergem para o caminho da democratização da ciência e da comunicação como um norte.</p>
<p>Thaiane Oliveira e Jean Miguel falam em ouvir a sociedade como um todo e os povos tradicionais em especial sobre suas visões da ciência. Oliveira, que tem como tema de pesquisa desinformação relacionada à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I), destacou o último relatório sobre a percepção pública da ciência produzido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) em parceria com o Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT) e da SBPC, de 2024, demonstrando o interesse de 83% da população em ser ouvida em temas relacionados à CT&amp;I.</p>
<p>Os dados mostram, na visão dela, que grande parcela da população brasileira gostaria de participar dos processos construtivos, consultivos e decisórios de fazer ciência e que este é o momento de ter um olhar mais atento para as comunidades que estão produzindo conhecimento. Povos originários e comunidades tradicionais e locais, acrescenta, demonstram que podem colaborar e contribuir em alinhamento ao conhecimento científico, tanto no desenvolvimento de tecnologias sociais como de conhecimentos próprios sobre temas como medicina ou agricultura.</p>
<p>“Estamos passando por um momento de crises relacionadas ao meio ambiente que afetam a saúde e outras esferas da nossa sociedade, então acho que é o momento muito oportuno da ciência fazer uma reflexão, reconhecer que nós (cientistas) não temos resposta para tudo, temos limitações sobre o conhecimento que está sendo produzido em larga escala e com uma velocidade muito grande” analisa. “Olhar também para aquilo que está sendo desenvolvido localmente pode nos dar alguns insights”, conclui Oliveira.</p>
<p>Jean Miguel segue a mesma linha, ao afirmar que, na condição de sociólogo da CT&amp;I, vê a necessidade de desmistificar a ciência, desfazendo a ideia de que ela “produz fatos, que esses fatos seriam a verdade que as pessoas têm que ouvir”.  “Entendo que a ciência é um conhecimento fundamental, mas que ela deve ser discutida e organizada publicamente”. Isso não quer dizer, ressalta, ser a favor de um “relativismo radical”, que cada um pode ter opinião que quiser sobre qualquer coisa e que essas opiniões têm o mesmo peso.</p>
<p>Por outro lado, afirma Miguel, não adianta colocar a culpa toda na ciência, pois a resposta à desinformação e às <em>fake news</em>, que se somam ao negacionismo, vai também pelo caminho da democratização da comunicação.</p>
<p>Miguel citou como modelo de resposta bem-sucedida à desinformação o caso Climate Gate, que se desenrolou no Reino Unido a partir de 2009. Resumidamente, o Climate Gate consistiu do vazamento de e-mails entre pesquisadores do clima da Universidade de East Anglia, cujas mensagens tornadas públicas foram tiradas do contexto e, a certa altura, simplesmente inventadas.</p>
<p>Os críticos alegaram que as mensagens entre os cientistas demonstravam falsificação de dados que comprovavam o aquecimento global. Na ocasião, o governo britânico, as universidades e as instituições de pesquisa, percebendo o risco de reforço ao negacionismo e retrocesso em medidas necessárias para combater a emergência climática, abriram dados e diálogo com a sociedade.</p>
<p>“O Climate Gate trouxe os cientistas para debater publicamente”, destaca Miguel. “O que eu quero dizer é que a resposta para isso precisa de um ambiente também de democratização da comunicação que tem que ter um papel fundamental nisso”, completa. Para ele, o papel da emissora pública do Reino Unido, a BBC, foi essencial no combate às <em>fake news</em> geradas durante o Climate Gate.</p>
<p>Do lado dos comunicadores, uma questão essencial é a regulamentação das plataformas digitais (<a href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/JC_810.pdf" target="_blank">leia entrevista com Eugenio Bucci na página 18</a>), um problema que vem sendo debatido e enfrentado no mundo inteiro, pondera Rose Marie Santini, professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mais que isso, afirma, o problema é sistêmico e exige adicionalmente um fortalecimento da mídia, tanto a tradicional quanto a alternativa, garantindo a sustentabilidade e a integridade informacional e financeira para que não fiquem sujeitas a um mercado predatório.</p>
<p>“Tem que haver políticas de comunicação que passam por regulamentação, mas também por políticas públicas de investimento e financiamento que favoreçam um ecossistema de comunicação saudável”, opina Santini. Ela destaca os estudos mostrando que agências de checagem de fatos não têm sido suficientes para combater notícias falsas e desinformação. “Não estou dizendo para os jornalistas deixarem de fazer isso (checagem), de maneira nenhuma, eles têm que fazer. Mas quando eles fazem já não adianta mais, estão enxugando gelo, porque o problema é a confiança no sistema de mídia, é o quão saudável ele é, o quanto a população confia nesse ecossistema”. E conclui: “Se as pessoas não têm confiança, o que adianta um veículo que você desconfia checar uma informação?”</p>
<p><a href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/JC_810.pdf" target="_blank"><strong>A publicação completa está disponível para download gratuito neste link. Acesse e compartilhe!</strong></a></p>
<p><em>Janes Rocha &#8211; Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>2. 77ª Reunião Anual da SBPC recebe inscrições de trabalhos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Submissão para a Sessão de Pôsteres vai até 26 de março; evento acontecerá entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Submissão para a Sessão de Pôsteres vai até 26 de março; evento acontecerá entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)</em></p>
<p>Os interessados em participar da 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com submissão de trabalhos na <strong>Sessão de Pôsteres</strong>, têm até 26 de março de 2025 para se inscrever. Com o tema <strong>“Progresso é Ciência em todos os Territórios”</strong>, o evento será realizado entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Recife.</p>
<p>Podem ser submetidos trabalhos com resultados de pesquisas científicas e tecnológicas, nas áreas de Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes.</p>
<p>Os trabalhos serão analisados pelos assessores da SBPC e poderão ser aceitos ou recusados. Somente os aceitos, e com a taxa de inscrição paga, serão programados para apresentação na Sessão de Pôsteres, cujo formato de apresentação é vídeo-pôster ou também pôster presencial durante o evento. A taxa de inscrição deverá ser paga somente se o trabalho for aceito. <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/inscricao-e-envio-de-resumo/" target="_blank"><strong>Consulte neste link as Normas</strong></a>.</p>
<p><strong>Vale destacar que o prazo final para inscrição poderá ser antecipado caso o limite de 600 trabalhos esgote, o que fará com que essa categoria de inscrição fique automaticamente indisponível.</strong></p>
<p>A Sessão de Pôsteres também incluirá a <strong>Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC)</strong>, que apresentará os melhores trabalhos de iniciação científica e tecnológica, selecionados pelas instituições de origem, como universidades, centros de ensino e pesquisa, Institutos Federais, Centros Federais de Educação Tecnológica, entre outras. Os responsáveis das Instituições que optarem por participar devem consultar as normas no site oficial.</p>
<p>Para obter mais informações sobre o processo de submissão de trabalhos, acesse o site oficial da 77ª Reunião Anual: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/</a>.</p>
<p><strong>Festa da Ciência </strong></p>
<p>Criada em 1948, a SBPC é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde 1949, a entidade realiza, ininterruptamente, as Reuniões Anuais, com os objetivos de difundir para toda a população os avanços da Ciência nacional nas diversas áreas do conhecimento, além de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação.</p>
<p>Esta 77ª edição Reunião Anual da SBPC tem como objetivo reforçar a importância da ciência para o desenvolvimento inclusivo e sustentável em todas as regiões do País. O evento reunirá pesquisadores, estudantes, profissionais e entusiastas da ciência para discutir temas relevantes e compartilhar conhecimentos, em uma rica e diversificada programação. Além da Sessão de Pôsteres, o evento contará com conferências, mesas-redondas, painéis, atividades culturais, exposições interativas e mostras científicas. O encontro também promoverá minicursos, webminicursos e atividades específicas para estudantes e professores de diferentes níveis de ensino, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral.</p>
<p><strong>A inscrição para a Reunião Anual já pode ser realizada diretamente no site oficial do evento</strong>. A participação no evento é <strong>gratuita</strong>, exceto para aqueles que desejarem adquirir o material do evento ou para autores que tiverem trabalhos aceitos na Sessão de Pôsteres. Os minicursos e webminicursos também possuem uma taxa de matrícula.</p>
<p>A SBPC convida todos os interessados a participarem deste encontro que celebra a ciência e seu papel fundamental no desenvolvimento da sociedade!</p>
<p>Todas as informações sobre o evento podem ser acessadas neste link: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-77a-reuniao-anual-da-sbpc-recebe-inscricoes-de-trabalhos/">2. 77ª Reunião Anual da SBPC recebe inscrições de trabalhos</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<title>3. Formamos doutores no Brasil com quase 40 anos; nos EUA é antes do 30, diz presidente da Capes</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-formamos-doutores-no-brasil-com-quase-40-anos-nos-eua-e-antes-do-30-diz-presidente-da-capes/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Órgão do MEC vai incentivar programas para encurtar tempo de titulação e permitir disciplinas da pós sejam feitas já na graduação</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Órgão do MEC vai incentivar programas para encurtar tempo de titulação e permitir disciplinas da pós sejam feitas já na graduação</em></p>
<p>Programas de pós-graduação do País todo terão incentivo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para encurtar o tempo de titulação, permitindo que estudantes mudem para o doutorado depois de um ano de mestrado.</p>
<p>“O Brasil é um dos países que formam doutores com a maior idade cronológica. Formamos doutores com quase 40 anos, quando nos Estados Unidos eles se formam antes do 30″, disse ao Estadão Denise Carvalho, presidente da Capes, órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>Segundo ela, a Capes vai premiar com uma bolsa de pós-doutorado os programas de qualquer universidade cujos alunos tiverem condições de ingressar no doutorado mais rapidamente. “A gente vai contar esse tipo de atitude para avaliação porque isso mostra que o programa tem maturidade, quando tem um número de pós-graduandos que pode passar do mestrado para doutorado antes. Isso mostra que a pesquisas ali estão dando muito certo.”</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://www.estadao.com.br/educacao/formamos-doutores-no-brasil-com-quase-40-anos-nos-eua-e-antes-do-30-diz-presidente-da-capes/" target="_blank">Estadão</a></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>4. Cientistas se mobilizam contra PEC que pode afetar repasses à fundação de MS</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cientistas-se-mobilizam-contra-pec-que-pode-afetar-repasses-a-fundacao-de-ms/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Grupo alerta para “falta de clareza” na destinação de 0,5% da receita à ciência, hoje gerida pela Fundect</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Grupo alerta para “falta de clareza” na destinação de 0,5% da receita à ciência, hoje gerida pela Fundect </em></p>
<p>Cientistas de Mato Grosso do Sul publicaram nesta segunda-feira (2) uma nota de repúdio à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 423/2024, que, segundo eles, ameaça a obrigatoriedade de repasses à Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS).</p>
<p>Entre as mudanças previstas está a renomeação da Fundect, que passaria a se chamar “Fundação de Amparo ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS”. No entanto, o principal ponto de tensão é o artigo 42-A, que determina que 0,5% da receita tributária estadual seja destinado “às áreas de ciência, tecnologia e inovação”, mas sem especificar se os recursos continuarão a ser geridos pela Fundect ou por outro órgão científico.</p>
<p>Para o secretário regional adjunto da SBPC/MS (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Ivo Leite Filho, a falta de clareza no texto da PEC coloca em risco o papel central da Fundect.</p>
<p>“O que não concordamos, enquanto grupo de pesquisadores, é que no item A da PEC ficou muito solto, sem especificar se haverá uma instituição como a Fundect para receber esse repasse. Isso torna o repasse genérico, deixando a critério do governo da vez decidir como investir em ciência e tecnologia”, alertou Ivo.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://www.campograndenews.com.br/educacao-e-tecnologia/cientistas-se-mobilizam-contra-pec-que-pode-afetar-repasses-a-fundacao-de-ms" target="_blank">Campo Grande News</a></p>
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		<title>5. Presença indígena na mineração ilegal de ouro dificulta repressão no território Munduruku</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Em defesa da Democracia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Maioria das pessoas na reserva, no Pará, acredita que é errado, mas líderes dizem que falta de assistência governamental força a busca de renda no garimpo para enfrentar a pobreza</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Maioria das pessoas na reserva, no Pará, acredita que é errado, mas líderes dizem que falta de assistência governamental força a busca de renda no garimpo para enfrentar a pobreza</em></p>
<p>O envolvimento de indígenas na mineração ilegal de ouro, atraídos pelos preços recordes no mercado mundial, tem tornado a tarefa do Brasil de reprimir o garimpo na Amazônia muito mais difícil, segundo agentes ambientais e policiais.</p>
<p>A terra Munduruku, no Pará, tornou-se um ponto crítico para o garimpo ilegal, atividade proibida nesse tipo de território. O local é uma reserva ao longo do rio Tapajós, com 140 aldeias, cerca de 9 mil indígenas e com o tamanho da metade do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Durante uma operação do Ibama, agentes chegaram de helicóptero e encontraram um acampamento de mineração em uma clareira, mas os garimpeiros haviam fugido.</p>
<p>Os agentes destruíram dois motores usados para bombear água por filtros que capturavam pepitas de ouro e afirmaram que as redes e roupas no local eram evidências de que os garimpeiros eram indígenas.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/12/presenca-indigena-na-mineracao-ilegal-de-ouro-dificulta-repressao-no-territorio-munduruku.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
<p><em>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>6. Substâncias extraídas da folha da fruta-do-conde têm potencial analgésico e antiartrítico, revela estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em camundongos, pesquisadores testaram os efeitos do extrato metanólico da planta e de uma substância alcaloide isolada, a palmatina. Resultados foram promissores</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em camundongos, pesquisadores testaram os efeitos do extrato metanólico da planta e de uma substância alcaloide isolada, a palmatina. Resultados foram promissores</em></p>
<p>Pesquisadores identificaram nas folhas da <em>Annona squamosa</em>, árvore conhecida popularmente no Brasil como fruta-do-conde ou pinha, substâncias com ação analgésica, anti-inflamatória, anti-hiperalgésica (combate à dor persistente) e antiartrítica. Resultados da investigação, apoiada pela FAPESP por meio de cinco projetos (<a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/27289/fotossensibilizadores-naturais-em-terapia-fotodinamica-prospeccao-quimico-farmacologica-em-especies-/?q=09/05992-6" target="_blank"><strong>09/05992-6</strong></a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/161753/investigacao-microbiologica-condicoes-de-crescimento-e-potencial-metabolico-para-a-busca-de-produto/?q=14/17436-9" target="_blank"><strong>14/17436-9</strong></a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/89801/estudo-quimico-e-biologico-integrado-para-a-busca-de-substancias-bioativas-em-especies-vegetais-e-de/?q=15/03726-8" target="_blank"><strong>15/03726-8</strong></a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/169858/estudo-quimico-e-biotecnologico-de-sinningia-gesneriaceae-e-avaliacao-do-efeito-biologico-fotoindu/?q=16/06407-3" target="_blank"><strong>16/06407-3</strong></a> e <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109680/emprego-de-tecnologias-de-microbioma-e-bioensaios-para-a-busca-de-novas-substancias-bioativas-em-pla/?q=21/09693-5" target="_blank"><strong>21/09693-5</strong></a>), foram <a href="https://www.mdpi.com/1424-8247/17/10/1331" target="_blank"><strong>divulgados</strong></a> na revista <em>Pharmaceuticals</em>.</p>
<p>O trabalho envolveu cientistas das universidades Federal da Grande Dourados (UFGD), Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Estadual de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista (Unesp). O grupo avaliou o extrato metanólico da planta (o metanol é usado como solvente e depois removido por evaporação, obtendo-se um extrato seco) e uma substância isolada denominada palmatina.</p>
<p>Como explicam os autores, a <em>Annona squamosa</em> já é usada em diversos países com fins medicinais e é empregada na medicina popular para tratar dor e artrite. Foram observadas diversas propriedades farmacológicas, por exemplo, gastroprotetora, antibacteriana, antiviral e anti-inflamatória. Representa uma possível opção aos principais tratamentos farmacológicos para dor, os analgésicos opioides e os anti-inflamatórios não esteroides, cujo uso prolongado pode causar vários efeitos colaterais, como dependência, úlceras e eventos trombóticos cardiovasculares. Também pode ser alternativa aos principais medicamentos contra inflamação, como os análogos dos glicocorticoides e os anti-inflamatórios não esteroides, que em tratamentos crônicos podem levar à insuficiência adrenal e resistência à insulina, entre outros problemas.</p>
<p>“Em vista disso, o objetivo do estudo foi investigar o potencial analgésico, antiartrítico e anti-inflamatório do extrato metanólico e da palmatina, obtidos a partir da <em>Annona squamosa</em>”, conta <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/8806/marcos-jose-salvador/" target="_blank"><strong>Marcos José Salvador</strong></a>, professor titular do Departamento de Biologia Vegetal da Unicamp e coautor da pesquisa.</p>
<p>Para isso, as folhas da planta passaram por um processo de secagem e foram transformadas em pó. Então, extraíram-se as substâncias que seriam analisadas. O extrato metanólico e o alcaloide palmatina foram administrados oralmente em camundongos, sendo estudados em diferentes modelos experimentais, incluindo pleurisia (inflamação das pleuras, membranas que revestem os pulmões e a parede torácica) induzida por uma substância chamada carragenina; inflamação articular induzida por zimosana; e hiperalgesia mecânica (sensibilidade elevada a estímulos dolosos) induzida por TNF (fator de necrose tumoral, proteína sinalizadora produzida por células de defesa e que desempenha papel crucial na regulação da resposta imune).</p>
<p>“Os resultados mostraram que o extrato metanólico e a palmatina extraídos da <em>A. squamosa</em> têm potencial analgésico e anti-inflamatório. A palmatina tem ainda propriedades anti-hiperalgésicas, que podem envolver a inibição da via mediada pelo fator de necrose tumoral”, explica Salvador. “Concluímos também que a palmatina pode ser um dos constituintes responsáveis pelas propriedades antiartríticas da planta.”</p>
<p>As conclusões obtidas na análise são muito relevantes e ajudam a comprovar os efeitos terapêuticos das amostras analisadas e a elucidar seus mecanismos de ação, que ainda não foram totalmente esclarecidos. Entretanto, novos estudos precisam ser feitos antes que possam ser utilizados na prática para o tratamento de doenças.</p>
<p>“Mais estudos são necessários para avaliar se, em outras formulações, seriam alterados os efeitos e as propriedades farmacocinéticas da palmatina”, afirma o pesquisador, ressaltando também ser necessárias novas pesquisas para avaliar a toxicidade dos compostos e as doses necessárias para obter o efeito terapêutico para uso clínico.</p>
<p>O artigo <em>Analgesic and Anti-Arthritic Potential of Methanolic Extract and Palmatine Obtained from </em>Annona squamosa<em> Leaves</em> pode ser lido em: <a href="https://www.mdpi.com/1424-8247/17/10/1331" target="_blank"><strong>www.mdpi.com/1424-8247/17/10/1331</strong></a>.</p>
<p><strong>Thais Szegö | </strong><a href="https://agencia.fapesp.br/substancias-extraidas-da-folha-da-fruta-do-conde-tem-potencial-analgesico-e-antiartritico-revela-estudo/53458" target="_blank">Agência FAPESP</a></p>
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		<title>7. Arbocarto: ferramenta mapeia densidade populacional do Aedes</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-arbocarto-ferramenta-mapeia-densidade-populacional-do-aedes/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pesquisa tem como objetivo prevenir a expansão do transmissor da dengue, da chikungunya e da zika</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa tem como objetivo prevenir a expansão do transmissor da dengue, da chikungunya e da zika</em></p>
<p>A missão de prevenir a expansão do <em>Aedes aegypti</em>, transmissor da dengue, da chikungunya e da zika, tem sido um desafio constante para pesquisadores em todo o mundo. Neste ano, o Observatório de Clima e Saúde da Fiocruz iniciou a experimentação de uma solução francesa: o Arbocarto, uma ferramenta inovadora que mapeia a densidade populacional do mosquito.</p>
<p>“No Brasil, as estimativas de risco são quase sempre baseadas na doença e não no seu vetor de transmissão. Isso permite uma antecipação dos surtos, trabalhamos preventivamente”, explica um dos coordenadores do Observatório, Christovam Barcellos.</p>
<p>Desenvolvida por pesquisadores do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), a ferramenta realiza mapeamento em tempo real e possibilita a simulação de ações de controle e seus impactos. Dessa forma, orienta medidas de vigilância, mobilização social e controle de vetores de maneira mais eficaz.</p>
<p>A tecnologia está sendo estendida ao Brasil a partir de novembro, e veio acompanhada de um curso ministrado por Marie Demarchi, engenheira de geoprocessamento e uma das desenvolvedoras do sistema. Trabalhadores e pesquisadores da área da saúde estiveram reunidos, entre os dias 12 e 14 de novembro no <em>campus</em> Maré da Fiocruz, para conhecer as potencialidades da ferramenta, aprender a utilizá-la, ver exemplos de aplicação e adaptação aos seus contextos locais.</p>
<p>Pedro Galdino de Souza trabalha no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami, região de tríplice fronteira &#8211; Brasil, Venezuela e Guiana &#8211; marcada pelo histórico de arboviroses. “Meu trabalho abrange cinco municípios em Roraima e três no Amazonas. O Arbocarto será importante para auxiliar na leitura da distribuição geoespacial e epidemiológica das arboviroses, com foco na dengue”, afirma.</p>
<p>O curso foi promovido pelo Laboratório Misto Internacional (LMI) Sentinela, uma parceria entre a Fiocruz, por meio do Observatório de Clima e Saúde, IRD e Universidade de Brasília (UnB), e contou com a participação de pesquisadores dessas instituições e organizações parceiras ao LMI. A formação teve a colaboração do Inovec, projeto do IRD que promove abordagens e tecnologias inovadoras de combate a vetores de arbovírus na Europa, África e Américas.</p>
<p><strong>Contribuições ao cenário brasileiro</strong></p>
<p>Até novembro, o Brasil registrou mais de 6,5 milhões de casos prováveis de dengue, um aumento de 400% em relação a 2023. Pelo menos 5.800 mortes causadas pela doença foram confirmadas, e outros 1.100 casos estão em investigação. Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde.</p>
<p>O Observatório de Clima e Saúde tem monitorado de perto a expansão da área de transmissão da dengue no país. Em março, Christovam e outros pesquisadores publicaram um estudo destacando o impacto das mudanças climáticas na disseminação da doença para regiões onde antes não era comum. &#8220;O Observatório consegue localizar onde estão acontecendo esses casos, quais são as áreas de risco. Mas a vantagem do Arbocarto é tentar focar no nível local, com uma escala de maior detalhe”, explica.</p>
<p>Dessa forma, é possível observar as zonas mais afetadas pela infestação do mosquito, e atuar preventivamente para evitar os casos de dengue. Apesar da expansão da doença ter um certo padrão, por exemplo, a periferia das grandes cidades, um instrumento como esse permite ter mais exatidão para combater os focos do mosquito. “Essa é a primeira vantagem: trabalhar com mosquitos, e não com casos, e no nível local”, indica Christovam.</p>
<p>Para Emmanuel Roux, coordenador do LMI Sentinela como representante do IRD, a relevância dos estudos brasileiros na área entomológica, e a produção de dados públicos, faz com que a ferramenta seja uma grande aliada no combate ao vetor. “Durante o curso, tivemos um período de aula específico para pensar possibilidades de utilização no futuro”, descreve.</p>
<p><strong>Potencial de impacto no SUS</strong></p>
<p>A expectativa é que a chegada da ferramenta no Brasil impacte positivamente o SUS, ajudando a otimizar os recursos e direcionar as ações de controle de forma estratégica. Em teste em algumas cidades, como no Rio de Janeiro, e em regiões transfronteiriças onde o LMI Sentinela atua, como na Guiana Francesa, o Arbocarto deve ganhar mais espaço em breve, quando os participantes iniciarem a utilização em suas regiões.</p>
<p>Pedro Galdino, por exemplo, planeja integrar o Arbocarto às suas atividades DSEI Yanomami e apresentá-lo às secretarias de saúde responsáveis pela área indígena, com o objetivo de integrá-la às estratégias de controle vetorial da região. “A ferramenta vai colaborar no planejamento das ações, permitindo direcionar esforços para locais estratégicos”, relata.</p>
<p><a href="https://agencia.fiocruz.br/arbocarto-ferramenta-mapeia-densidade-populacional-do-aedes" target="_blank">Agência Fiocruz de Notícias</a></p>
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		<item>
		<title>8. Semana da Educação Profissional e Tecnológica tem público de mais de 5,4 mil pessoas</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-semana-da-educacao-profissional-e-tecnologica-tem-publico-de-mais-de-54-mil-pessoas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estudantes, professores, profissionais da educação e visitantes participaram de oficinas, debates e conheceram projetos de instituições de ensino de todo o país</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudantes, professores, profissionais da educação e visitantes participaram de oficinas, debates e conheceram projetos de instituições de ensino de todo o país</em></p>
<p>Mais de 5,4 mil pessoas, entre expositores e visitantes, estiveram na 4ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, realizada pelo Ministério da Educação (MEC), de 26 a 28 de novembro na Arena BRB &#8211; Mané Garrincha, em Brasília (DF). A programação contou com mesas de debate, palestras, oficinas e atividades interativas. Foram apresentados mais de 400 projetos de 56 instituições de educação profissional e tecnológica (EPT) de todo o país. O tema do evento foi “Inovação, Inclusão e Sustentabilidade”.</p>
<p>O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou a importância da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) para o Governo Federal. “Ao final do evento, o sentimento é de satisfação, vimos aqui a valorização da EPT no país, a visita do ministro Camilo Santana, por exemplo, indo de estande em estande, projeto a projeto, demonstra na prática a valorização da EPT no Brasil hoje; então o saldo é extremamente positivo. Para as próximas edições, esperamos envolver ainda mais a sociedade que se beneficia diretamente dos projetos, ações e programas da EPT”, disse.</p>
<p>Para os estudantes e docentes, a participação na Semana foi um intercâmbio de saberes. “O conhecimento é a grande alavanca, não só de projetos tecnológicos e científicos, mas também da vida pessoal e, por isso, esse tipo de evento é tão importante”, aponta Isac Lopes, aluno do Instituto Federal do Ceará (IFCE), que participou da <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/semana-nacional-da-educacao-profissional-e-tecnologica/2024/programacao" target="_blank">4ª edição da Semana Nacional de Educação Profissional e Tecnológica</a> (SNEPT 2024). “Aqui na Semana, nós pudemos ver diversos jovens, de diferentes estados e com projetos em muitas áreas distintas, o que é muito legal. A gente também conseguiu expor o nosso trabalho e as pessoas foram bem receptivas com o nosso projeto.”</p>
<p>Para o professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), Antonio Cesar dos Santos, o intercâmbio de conhecimentos com outros estudantes foi apenas um dos ganhos trazidos pelo encontro. “Encontramos aqui instituições do Brasil todo, com suas peculiaridades e jeitos diferentes de fazer educação, o que por si só já é de grande importância. No entanto, o grande ponto a ser destacado é que esse tipo de evento coloca os estudantes como protagonistas do processo educacional e mostra para eles que a escola vai muito além da sala de aula”, defendeu.</p>
<p>Aysha Lobo, estudante do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), conta que experimentou na prática esse protagonismo, durante sua primeira participação na Semana da EPT: “Eu apresentei meu projeto para algumas pessoas e pude não só ensinar algo novo, mas também escutar as ideias delas, que podem ser colocadas em práticas no meu produto”, afirmou.</p>
<p>Cobertura completa – Confira como foi a cobertura da 4ª Semana Nacional nas redes sociais do MEC. No <a href="https://www.instagram.com/mineducacao/" target="_blank">Instagram</a>, é possível acessar as fotos e vídeos produzidos no evento. No <a href="https://www.flickr.com/photos/mineducacao/albums/with/72177720312317891" target="_blank">Flickr</a>, estão catalogados em álbuns todos os registros fotográficos da Semana Nacional. Já no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=2Xqvfcq2L6A" target="_blank">YouTube oficial do MEC</a>, está disponível a transmissão da cerimônia de abertura, que contou com apresentação da Filarmônica da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, composta por estudantes e professores, e a obliteração de selo dos Correios comemorativo aos 115 anos da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.</p>
<p><em>Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da Setec</em></p>
<p><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/semana-da-ept-tem-publico-de-mais-de-5-4-mil-pessoas" target="_blank">MEC</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-semana-da-educacao-profissional-e-tecnologica-tem-publico-de-mais-de-54-mil-pessoas/">8. Semana da Educação Profissional e Tecnológica tem público de mais de 5,4 mil pessoas</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<item>
		<title>9. Inteligência artificial é tema de debate do CNE</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-inteligencia-artificial-e-tema-de-debate-do-cne/</link>
		<comments>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-inteligencia-artificial-e-tema-de-debate-do-cne/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 18:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=229396</guid>
		<description><![CDATA[<p>Seminário reuniu especialistas para debater cinco eixos temáticos essenciais sobre os impactos e desafios da inserção da tecnologia no ensino e na aprendizagem. Ideia é subsidiar a criação de uma resolução com recomendações</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-inteligencia-artificial-e-tema-de-debate-do-cne/">9. Inteligência artificial é tema de debate do CNE</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Seminário reuniu especialistas para debater cinco eixos temáticos essenciais sobre os impactos e desafios da inserção da tecnologia no ensino e na aprendizagem. Ideia é subsidiar a criação de uma resolução com recomendações</em></p>
<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão colegiado de participação social do Ministério da Educação (MEC), promoveu um seminário para discutir os desafios e impactos do uso da inteligência artificial na educação brasileira e para subsidiar a criação de uma resolução com recomendações sobre o tema. Na pauta do evento, foram debatidos cinco eixos temáticos, sendo eles: formação de professores; aplicação na gestão das instituições de ensino superior; ética, privacidade e propriedade intelectual; impactos na aprendizagem; e novas formas de avaliação.</p>
<p>“Precisamos pensar em como garantir uma regulação possível e real, que garanta a ética e a democracia na educação, ao mesmo tempo em que entenda que a ciência não pode parar”, apontou a presidente da Comissão de Estudos sobre a Utilização de IA e conselheira do CNE, Mônica Sapucaia. “Esta etapa de discussão é fundamental para construirmos a resolução que vai auxiliar a educação superior brasileira na implementação deste tema que está tão em alta na atualidade e que fará, cada vez mais, parte da vida humana.”</p>
<p>Para o relator da Comissão de Estudos sobre a Utilização de Inteligência Artificial do Conselho Pleno (CP) do CNE, Celso Niskier, o seminário é uma oportunidade de ouvir grandes especialistas sobre o tema. “A ideia é ter subsídios para um futuro relatório, que será posteriormente transformado em uma resolução com recomendações e normas para as instituições de educação superior. Queremos tratar especificamente da formação de professores, do uso de IA nas avaliações, para melhoria da aprendizagem e também sobre os limites éticos da aplicação dessas tecnologias dentro das salas de aula”, explicou.</p>
<p><strong>Participantes</strong> – Estiveram presentes nas conversas o reitor do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), Luiz Claudio Costa; o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), Ingo Sarlet; a coordenadora do Mestrado Profissional em Direito do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Laura Mendes; e a pesquisadora do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da Fundação Getúlio Vargas (CEP/FGV), Enya Carolina Silva da Costa.</p>
<p><em>Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE</em></p>
<p><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/inteligencia-artificial-e-tema-de-debate-do-cne" target="_blank">MEC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>10. 80% do agro brasileiro depende da chuva gerada pelas terras indígenas da Amazônia</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 17:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7575, 3 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estudo pioneiro mostra que os ruralistas terão prejuízo se o Congresso continuar investindo contra as áreas demarcadas</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo pioneiro mostra que os ruralistas terão prejuízo se o Congresso continuar investindo contra as áreas demarcadas</em></p>
<p>Oitenta por cento da área coberta por lavouras e pastagens no Brasil depende das chuvas geradas pelas florestas mantidas de pé nas terras indígenas da Amazônia. A conclusão é de cientistas do Brasil e da Holanda que, pela primeira vez, calcularam quanta água circula nos “rios voadores” gerados nesses territórios e que caminho eles percorrem levando umidade para o resto do continente. A área alcançada pelas chuvas abarca dezoito estados e o Distrito Federal e inclui trechos do Cerrado, do Pantanal, do Pampa e da Mata Atlântica. Os nove estados mais beneficiados são responsáveis por 57% da renda do agronegócio brasileiro.</p>
<p>Já se sabia que as árvores da Amazônia lançam na atmosfera grandes quantidades de vapor d’água que são transportadas pelo vento a outras regiões, gerando a chuva que irriga as terras agrícolas (daí a expressão “rios voadores”). A novidade do estudo foi calcular a contribuição específica das terras indígenas para a formação dessa massa úmida. “Mostramos que o setor agropecuário depende da conservação, do cuidado e do manejo que as populações tradicionais dão à floresta”, disse à piauí o hidrólogo Caio Mattos, que está fazendo pós-doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e foi o primeiro autor do estudo. “A conservação desses territórios não é pauta apenas dos povos indígenas, mas da sociedade e da economia brasileira.”</p>
<p>Mattos e seus colegas concluíram que o Paraná é o estado mais impactado por essas chuvas: 25% da precipitação no estado é oriunda das terras indígenas da Amazônia. O índice também passa dos 20% no Acre e em Mato Grosso do Sul. Em determinadas regiões desses estados, até um terço das chuvas têm origem nos territórios indígenas. “O poder desse resultado é quantificar pela primeira vez dados que estavam disponíveis há muito tempo”, disse a coordenadora do estudo, a meteorologista Marina Hirota, também da UFSC. Os resultados foram publicados em uma nota técnica assinada por dez autores à qual a piauí teve acesso em primeira mão.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://piaui.folha.uol.com.br/80-do-agro-brasileiro-depende-da-chuva-gerada-pelas-terras-indigenas-da-amazonia/" target="_blank">Piauí</a></p>
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