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	<title>Jornal da Ciência &#187; 7574, 2 de dezembro de 2024</title>
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		<title>1. Conquistas democráticas em xeque</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com impactos mais evidentes no campo da política, a desinformação e as notícias falsas afetam diretamente a vida de todos em outros campos vitais como a ciência, a saúde e o meio ambiente. Nova edição do Jornal da Ciência Especial traz entrevistas, análises e dados apontando os efeitos e, também, as soluções que estão sendo desenvolvidas para mitigar seus impactos. Acesse gratuitamente!</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Com impactos mais evidentes no campo da política, a desinformação e as notícias falsas afetam diretamente a vida de todos em outros campos vitais como a ciência, a saúde e o meio ambiente. Nova edição do Jornal da Ciência Especial traz entrevistas, análises e dados apontando os efeitos e, também, as soluções que estão sendo desenvolvidas para mitigar seus impactos. Acesse gratuitamente!</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No início do ano, o Fórum Econômico Mundial (WEF) divulgou seu relatório anual sobre percepção de riscos globais no qual a desinformação despontou em segundo lugar depois da emergência climática. Na visão de 1.500 líderes globais nas empresas, nos governos, na academia, na comunidade internacional e na sociedade civil pesquisados pelo WEF no ano passado, desinformação e notícias falsas (fake news), turbinadas pela Inteligência Artificial (IA), tendem a gerar um cenário distópico de agitação social com protestos violentos, crimes de ódio, confrontos civis e até terrorismo.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O relatório do WEF é relevante por refletir a visão da elite mundial, mas outras pesquisas com públicos distintos têm levado a visões semelhantes, como relatou Ana Regina Barros Rêgo Leal, professora associada do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí (UFPI), idealizadora da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCd) e ex-presidente da Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas da Comunicação (Socicom).</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em palestra dia 7 de outubro, por ocasião do “Dia de Luta pela Democracia Brasileira”, promovida pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Leal falou da percepção de crescente apoio à extrema direita, autocracias e governos ditatoriais apontada em dados e estudos em vários países, dos EUA ao Reino Unido, da Alemanha à Índia.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ela destacou um relatório recente da Economist Intelligence Unit (EIU – divisão de pesquisa e análise do Economist Group, empresa de mídia com sede em Londres que edita a revista The Economist –, que mostra uma queda de 11% para 7,8% da população mundial vivendo em democracias plenas, de 2011 para 2024. O estudo da EIU analisa 60 indicadores classificados em cinco categorias incluindo pluralismo, liberdades civis e cultura política, em 25 países.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em outro relatório, da Universidade de Gottenburgo, na Suécia, com uma metodologia diferente da EIU, são citados 42 países em processo de autocratização e 18 em processo de democratização. Nestes e em outros trabalhos como o do Fórum Econômico Mundial, o ponto em comum é a relação entre a desinformação e as mudanças democráticas. </span></span></p>
<p class="western">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A questão da desinformação, sobretudo dentro de uma sociedade incluída digitalmente, em um capitalismo tecnológico, termina por perpassar diversos outros estudos, incluindo o meio ambiente, porque a desinformação nessa área também é bem complicada”, comentou Leal.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A desinformação atinge diferentes esferas, áreas do conhecimento, setores da sociedade e, na visão de Thaiane Moreira de Oliveira, professora do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e do programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF), é difícil mensurar em qual área o impacto da desinformação é maior.</span></span></p>
<p class="western">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">É evidente que a desinformação política acaba tendo uma visibilidade muito grande por impactar diretamente a vida dos cidadãos, no entanto, a desinformação em saúde, em ciência,em meio ambiente permanece sendo uma grande preocupação global”, disse Oliveira em entrevista ao Jornal da Ciência.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Nas próximas páginas, o Jornal da Ciência traz entrevistas, análises e dados apontando os efeitos e também as soluções que estão sendo desenvolvidas para mitigar os impactos da desinformação em várias áreas.</span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/JC_810.pdf" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>A publicação completa está disponível para download gratuito neste link. Acesse e compartilhe!</b></span></span></a></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Jornal da Ciência</i></span></span></p>
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		<title>2. Inscrições abertas para a Sessão de Pôsteres da 77ª Reunião Anual da SBPC</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O prazo para quem quiser submeter trabalhos vai até 26 de março. O evento será realizado entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Recife, com o tema “Progresso é Ciência em todos os Territórios”</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>O prazo para quem quiser submeter trabalhos vai até 26 de março. O evento será realizado entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Recife, com o tema “Progresso é Ciência em todos os Territórios”</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os interessados em participar da 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com submissão de trabalho na </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Sessão de Pôsteres</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, têm até 26 de março de 2025 para se inscrever. Com o tema </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>“Progresso é Ciência em todos os Territórios”</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, o evento será realizado entre os dias 13 e 19 de julho de 2025 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Recife.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Podem ser submetidos trabalhos com resultados de pesquisas científicas e tecnológicas, nas áreas de Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os trabalhos serão analisados pelos assessores da SBPC e poderão ser aceitos ou recusados. Somente os aceitos, e com a taxa de inscrição paga, serão programados para apresentação na Sessão de Pôsteres, cujo formato de apresentação é vídeo-pôster ou também pôster presencial durante o evento. A taxa de inscrição deverá ser paga somente se o trabalho for aceito. </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/inscricao-e-envio-de-resumo/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Consulte neste link as Normas</b></span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Vale destacar que o prazo final para inscrição poderá ser antecipado caso o limite de 600 trabalhos esgote, o que fará com que essa categoria de inscrição fique automaticamente indisponível.</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A Sessão de Pôsteres também incluirá a </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC)</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, que apresentará os melhores trabalhos de iniciação científica e tecnológica, selecionados pelas instituições de origem, como universidades, centros de ensino e pesquisa, Institutos Federais, Centros Federais de Educação Tecnológica, entre outras. Os responsáveis das Instituições que optarem por participar devem consultar as normas no site oficial.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para obter mais informações sobre o processo de submissão de trabalhos, acesse o site oficial da 77ª Reunião Anual: </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Festa da Ciência </b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Criada em 1948, a SBPC é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde 1949, a entidade realiza, ininterruptamente, as Reuniões Anuais, com os objetivos de difundir para toda a população os avanços da Ciência nacional nas diversas áreas do conhecimento, além de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Esta 77ª edição Reunião Anual da SBPC tem como objetivo reforçar a importância da ciência para o desenvolvimento inclusivo e sustentável em todas as regiões do País. O evento reunirá pesquisadores, estudantes, profissionais e entusiastas da ciência para discutir temas relevantes e compartilhar conhecimentos, em uma rica e diversificada programação. Além da Sessão de Pôsteres, o evento contará com conferências, mesas-redondas, painéis, atividades culturais, exposições interativas e mostras científicas. O encontro também promoverá minicursos, webminicursos e atividades específicas para estudantes e professores de diferentes níveis de ensino, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>A inscrição para a Reunião Anual já pode ser realizada diretamente no site oficial do evento</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. A participação no evento é </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>gratuita</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, exceto para aqueles que desejarem adquirir o material do evento ou para autores que tiverem trabalhos aceitos na Sessão de Pôsteres. Os minicursos e webminicursos também possuem uma taxa de matrícula.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A SBPC convida todos os interessados a participarem deste encontro que celebra a ciência e seu papel fundamental no desenvolvimento da sociedade!</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Todas as informações sobre o evento podem ser acessadas neste link: </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/</span></span></a></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Jornal da Ciência</i></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>3. SBPC realiza Reunião Regional no Espírito Santo em fevereiro de 2025</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O encontro acontecerá na Ufes, em Vitória, com o tema “Clima e Oceano: a urgência de construir um futuro sustentável”. Gratuitas, as inscrições já estão abertas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-sbpc-realiza-reuniao-regional-no-espirito-santo-em-fevereiro-de-2025/">3. SBPC realiza Reunião Regional no Espírito Santo em fevereiro de 2025</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>O encontro acontecerá na Ufes, em Vitória, com o tema “Clima e Oceano: a urgência de construir um futuro sustentável”. Gratuitas, as inscrições já estão abertas</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Já estão abertas as inscrições para a Reunião Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Vitória (ES), que será realizada entre os dias 19 e 21 de fevereiro de 2025, no campus Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Com o tema </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>“Clima e Oceano: a urgência de construir um futuro sustentável”</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, o evento reunirá especialistas e público para discutir os desafios climáticos e a importância da gestão dos oceanos.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As inscrições são gratuitas e garantem aos participantes crachá e certificado de participação geral. Além disso, os dois mil primeiros inscritos no evento e credenciados até o dia 19 de fevereiro receberão material exclusivo da RR.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Cláudia Linhares Sales, secretária-geral da SBPC e coordenadora geral do evento, e Cristina Engel de Alvarez, pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da Ufes, conselheira da SBPC e coordenadora-executiva da Comissão Local da reunião, explicam que a escolha do tema levou em conta a importância do oceano para as atividades econômicas e de pesquisa do Espírito Santo e a emergência climática. O tema também está conectado com a “Década das Nações Unidas de Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável” (2021-2030), que tem por objetivo fortalecer a gestão dos oceanos e zonas costeiras, além de apoiar os países na implementação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.</span></span></p>
<p class="western">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Vivemos uma seca severa na Amazônia e ainda não nos recuperamos dos impactos devastadores de inundações, como as que ocorreram no Rio Grande do Sul. Os oceanos e o clima estão intimamente conectados e é preciso que compreendamos essa relação para lidar com os impactos dos eventos extremos, cada vez mais frequentes”, pontua Linhares Sales.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O cartaz do evento ilustra de forma simbólica este tema, apresentando uma imagem aérea histórica do Espírito Santo, com destaque para os rios Doce, Itapemirim e São Mateus, além de outras riquezas naturais do estado, como a Mata Atlântica e o mar. Segundo Linhares Sales, a imagem escolhida reflete a relação íntima entre a natureza e os desafios atuais, convidando à reflexão sobre o que já foi perdido e o que ainda pode ser preservado. “Na busca da imagem, encontramos um lindo mapa do Espírito Santo, que retrata os rios, as montanhas, a ilha de Vitória, o oceano e tantos outros rios que ali deságuam. Essa imagem, desenho humano de uma vista aérea, nos remete ao encantamento e deslumbre com a natureza e à vontade de resgatar nosso pertencimento ao planeta e à sua biodiversidade”, comenta.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Linhares Sales ressalta que o encontro também simboliza o retorno da SBPC ao Espírito Santo, 30 anos após a última Reunião Anual (46ª edição), realizada em Vitória, em 1994, com o tema “A ética e a consolidação da democracia”. “Havia uma demanda por parte dos nossos parceiros no estado e da universidade por uma nova reunião. Sentimos também a falta de uma Secretaria Regional da SBPC no estado. Esses fatores nos motivaram a propor a realização dessa Reunião Regional à nossa conselheira Cristina Engel e ao reitor da Ufes, o professor Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, que imediatamente acolheram a ideia, formaram uma comissão local e estão se dedicando com muito entusiasmo para a realização deste evento”, acrescenta. Segundo ela, a expectativa é que o evento contribua para atrair novos associados e viabilizar a reabertura da Secretaria Regional da SBPC no estado.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Programação</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A cerimônia de abertura da Reunião Regional em Vitória será no Teatro Universitário da Ufes, no dia 19/02, e contará com uma homenagem especial ao cientista Ennio Candotti, presidente da SBPC por quatro mandatos e ex-professor da Ufes, falecido em dezembro de 2023. Candotti, reconhecido por sua contribuição significativa à ciência e à educação no Brasil, será lembrado por sua trajetória de compromisso com o desenvolvimento científico e com a formação de novas gerações de pesquisadores.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Após a homenagem, o vice-presidente da SBPC, </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Paulo Artaxo</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, dará início às atividades do evento com uma conferência sobre </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>mudanças climáticas</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. Artaxo, coordenador do Programa Fapesp de Mudanças Climáticas Globais e membro do </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC)</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, é uma referência mundial no tema e um dos cientistas brasileiros mais citados internacionalmente.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A programação da Reunião Regional seguirá nos dias 20 e 21 de fevereiro com mesas-redondas e conferências que contarão com a participação de cientistas, pesquisadores, professores e especialistas de diferentes áreas, como meio ambiente, clima, tecnologia, Inteligência Artificial, e educação superior e ambiental. As discussões serão uma oportunidade única para abordar as interconexões entre esses campos do conhecimento e suas implicações no desenvolvimento sustentável. O programa completo da Reunião Regional estará disponível na segunda quinzena de janeiro.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As atividades terão transmissão ao vivo pelo canal da SBPC no YouTube, permitindo que um público amplo acompanhe os debates e trocas de ideias em tempo real.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Além disso, a Reunião Regional contará com uma versão sintética do </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Programa SBPC vai à Escola</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, com oficinas voltadas para professores do ensino básico e estudantes de licenciatura, além de mostras científicas abertas a estudantes e ao público em geral. Dentre as atividades, destaca-se a exposição iterativa </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>“Primatas da Mata Atlântica”</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, promovida pelo </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Instituto Nacional do Meio Ambiente</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, que irá apresentar de forma interativa a fauna e a importância da preservação dessa rica biodiversidade.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Museu de Ciências da Vida</b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> também marcará presença, apresentando inovações nas técnicas de preservação de espécimes biológicos para fins de pesquisa científica.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mais informações, acesse o site da </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://rr.sbpcnet.org.br/espiritosanto/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Reunião Regional da SBPC no Espírito Santo</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, neste link: </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://rr.sbpcnet.org.br/espiritosanto/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">https://rr.sbpcnet.org.br/espiritosanto/</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Jornal da Ciência</i></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>4. Morre Rogério Cezar de Cerqueira Leite, grande defensor da cadeia tecnológica do Brasil</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-morre-rogerio-cezar-de-cerqueira-leite-grande-defensor-da-cadeia-tecnologica-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pesquisador foi membro da SBPC desde 1980 e defendeu a articulação da comunidade científica no desenho político do País. A entidade lamenta o seu falecimento</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Pesquisador foi membro da SBPC desde 1980 e defendeu a articulação da comunidade científica no desenho político do País. A entidade lamenta o seu falecimento</span></i></p>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) lamenta o falecimento do físico, professor e pesquisador Rogério Cezar de Cerqueira Leite, ocorrido no último domingo (01/12). Engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Cerqueira Leite foi um grande defensor da cadeia tecnológica do País, com ênfase ao desenvolvimento de combustíveis renováveis e incubadoras.</p>
<p>Cerqueira Leite foi docente do ITA e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde presidiu os institutos de Artes e de Física. A cidade de Campinas, inclusive, foi um dos seus polos de atuação, onde criou e dirigiu duas instituições de pesquisa, a Codetec (Companhia de Desenvolvimento Tecnológico), em 1975, e a Ciatec (Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas), em 1979.</p>
<p>Na década de 1980, o pesquisador atuou massivamente para a criação da primeira fonte de luz síncrotron do Hemisfério Sul, o que viria a se tornar o CNPEM (Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais), onde foi Presidente de Honra e Presidente do Conselho de Administração.</p>
<p>O forte engajamento político fez com que Cerqueira Leite chegasse à SBPC, onde foi membro ativo desde 1980 e membro de seu conselho de 1985 a 1989. Em 2003, se candidatou à presidência da entidade, concorrendo com Renato Janine Ribeiro, atual presidente da SBPC, e Ennio Candotti, que foi eleito na época.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É dever da SBPC assessorar comissões do Congresso e de assembleias legislativas nos campos de competência de cientistas e técnicos. Não devemos aceitar como obstáculo o desinteresse e o desconhecimento de parlamentares sobre questões científicas e técnicas. Esta é, possivelmente, a mais profícua forma de atuação em benefício da sociedade que uma democracia representativa permite”, </span><a href="https://sbpcacervodigital.org.br/server/api/core/bitstreams/0453e6b6-6516-4df6-88e3-5048d402c60e/content" target="_blank"><span style="font-weight: 400;">escreveu em março de 2003 no Jornal da Ciência, ao defender a sua candidatura</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>A articulação da entidade com os órgãos políticos foi, inclusive, a sua principal proposta. Para o pesquisador, a Ciência e a Tecnologia só chegarão à sociedade quando os atores políticos entenderem que as políticas científicas, industriais e as políticas de desenvolvimento social são dependentes entre si.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O relacionamento com o Executivo e o Congresso Nacional não pode se limitar à discussão anual do Orçamento. A voz da SBPC tem de se fazer ouvir na discussão das grandes questões nacionais – defesa nacional, biodiversidade, energia, transgênicos, violência, reformas econômicas e sociais, desenvolvimento regional, e tantos outros – onde a qualificação e a competência profissional de seus membros pode dar uma contribuição relevante para o debate”, </span><a href="https://sbpcacervodigital.org.br/server/api/core/bitstreams/98cd7653-8f8d-4bbd-8b09-d2c819211958/content" target="_blank"><span style="font-weight: 400;">escreveu em maio de 2003, também no Jornal da Ciência</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Temas presentes nas atuais discussões das políticas científicas, ilustrados na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada agora em 2024, também apareceram nos escritos de Cerqueira Leite de 20 anos atrás.</p>
<p>“Em um mundo onde convergências são cada vez mais notáveis, no qual, para a solução dos grandes desafios científico-tecnológicos deste século a inter e a multidisciplinaridade estão cada vez mais presentes, é urgente que a SBPC engaje, junto com as sociedades científicas especializadas, uma discussão sobre novos currículos, sobre novos conteúdos para a educação técnica, secundária, primária e a divulgação científica, que levem em conta essa realidade. É preciso repensar as fronteiras departamentais nas Universidades, atualizar currículos, discutir novas disciplinas e cursos. em resumo, enfrentar o desafio do conhecimento no século 21”, concluiu.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cerqueira Leite faleceu aos 93 anos e deixou a esposa, três filhos e seis netos.</span></p>
<p><b>Entidades e personalidades lamentam o falecimento de Cerqueira Leite</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No último domingo (01/12), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, </span><a href="https://x.com/LulaOficial/status/1863228711497068670?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1863228711497068670%7Ctwgr%5E8e6a3ce87bd7045849bad7f780883ff33e30ff0d%7Ctwcon%5Es1_&amp;ref_url=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fciencia%2F2024%2F12%2Flula-diz-que-cerqueira-leite-foi-um-dos-principais-responsaveis-pelo-avanco-da-ciencia-no-pais.shtml" target="_blank"><span style="font-weight: 400;">utilizou seu perfil na rede social X (antigo Twitter)</span></a><span style="font-weight: 400;"> para lamentar a morte de Cerqueira Leite. “Rogério Cerqueira Leite foi um dos nossos maiores cientistas e um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento da pesquisa e avanços da Ciência no Brasil. Engenheiro e físico, contribuiu ensinando, pesquisando e criando departamentos e centros de pesquisa em diversas universidades brasileiras”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entidades onde o trabalho de Cerqueira Leite foi marcante também se pronunciaram. Em nota, a Unicamp destacou as ações do pesquisador em prol do ensino e pesquisa. “Sua trajetória, marcada por uma intensa atividade acadêmica e um profundo engajamento com o desenvolvimento do país, deixou contribuições inestimáveis para a Unicamp, da qual é professor emérito, e para a ciência brasileira”, </span><a href="https://jornal.unicamp.br/noticias/2024/12/01/unicamp-lamenta-a-perda-do-professor-rogerio-cerqueira-leite/" target="_blank"><span style="font-weight: 400;">ponderou, em documento</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O <a href="https://lnls.cnpem.br/noticias/cnpem-se-despede-do-prof-rogerio-cezar-de-cerqueira-leite/" target="_blank">CNPEM também publicou uma nota</a> ressaltando a importância de Cerqueira Leite em sua fundação e a visão do professor em integrar conhecimento e cultura. “Grande apreciador das artes, constituiu e manteve um acervo com milhares de itens artísticos, coleções de arte da China, Japão, Índia, África, Síria, Oceania, América Pré-colombiana, dentre outras. A seu ver, a formação humanística deveria ser intrínseca à formação científica, promovendo, assim, ideias mais progressistas e humanistas.”</p>
<p>O presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, destacou que o falecimento de Cerqueira Leite é também uma perda pela democracia brasileira. “O professor Cerqueira Leite tem grandes contribuições ao País, que se revelam nas várias facetas de sua atividade. Foi uma das pessoas que melhor concebeu o que seria a Universidade Estadual de Campinas, que lhe deve muito. Dirigiu a Companhia de Energia do Estado de São Paulo numa gestão importante e, além de toda a contribuição científica e institucional, participou decisivamente da discussão pública brasileira, sempre em torno de alguns grandes valores, como a defesa da universidade pública, a defesa da pesquisa científica e a defesa dos interesses nacionais. Cerqueira Leite lutou sempre pelos interesses do povo brasileiro na construção de nossa sociedade, de nossa economia, de nosso campo acadêmico e científico. Por isso, a SBPC e eu pessoalmente lamentamos muito a sua partida.”</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Rafael Revadam – Jornal da Ciência  </span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>5. Envelhecimento da população ampliará demanda por gastos com saúde, projeta Tesouro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na educação, menor número de jovens tira pressão sobre despesas; áreas ficaram na mira da revisão discutida pela equipe econômica</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Na educação, menor número de jovens tira pressão sobre despesas; áreas ficaram na mira da revisão discutida pela equipe econômica</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O aumento do número de idosos na população brasileira vai ampliar a demanda por gastos com saúde no Orçamento Federal, enquanto a redução na quantidade de jovens tende a reduzir a pressão por recursos para a educação, estima o Tesouro Nacional.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O órgão técnico simulou o efeito da dinâmica populacional sobre a trajetória das despesas nessas duas áreas, considerando as projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Até 2034, haverá uma demanda acumulada de R$ 67,2 bilhões adicionais na saúde, em valores de 2023. Já na educação, esse valor seria negativo em R$ 23 bilhões —o que não significa necessariamente um corte, mas sim a possibilidade de expansão menor desses gastos. O efeito líquido sobre o Orçamento seria de R$ 44,2 bilhões no período.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Leia na íntegra:</span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/envelhecimento-da-populacao-ampliara-demanda-por-gastos-com-saude-projeta-tesouro.shtml" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Folha de S. Paulo</span></span></a></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #58595b;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</i></span></span></span></p>
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		<title>6. Mais R$ 12 milhões irão para reconstrução do Museu Nacional</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-mais-r-12-milhoes-irao-para-reconstrucao-do-museu-nacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Recursos totais destinados ao projeto sobem de R$ 45,5 milhões para R$ 50,5 milhões. Museu é gerido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entidade vinculada ao Ministério da Educação</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Recursos totais destinados ao projeto sobem de R$ 45,5 milhões para R$ 50,5 milhões. Museu é gerido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entidade vinculada ao Ministério da Educação</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O governo federal anunciou a liberação de um crédito suplementar de R$ 12 milhões para a reconstrução do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entidade vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Esse montante — previsto na </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/mpo-n-422-de-26-de-novembro-de-2024-598268742" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Portaria GM/MPO nº 416/2024</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, publicada na última segunda-feira, 25 de novembro — eleva o total de recursos destinados ao projeto para R$ 50,5 milhões, em vez dos R$ 45,5 milhões inicialmente planejados. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A reconstrução do Museu Nacional, devastado por um incêndio em setembro de 2018, tem sido realizada em etapas e acompanhada de perto pelo MEC. Já foram repassados à UFRJ, em 2024, R$ 32,2 milhões, sendo R$ 12,9 milhões via Lei Orçamentária e R$ 19,2 milhões via crédito suplementar. Ao todo, o MEC já repassou R$ 50,5 milhões ao projeto, considerando os R$ 18,3 milhões repassados em 2023.  </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os recursos necessários para a abertura do crédito suplementar provêm da incorporação de superávit financeiro apurado no balanço patrimonial de 2023 e da anulação de dotações orçamentárias. O montante será destinado a diversos órgãos do Poder Executivo Federal e encargos financeiros da União, além do orçamento revertido ao museu. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Museu Nacional – </b></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Fundado em 1818, o Museu Nacional da UFRJ é a instituição científica mais antiga do Brasil e uma das principais referências culturais do país. O museu abrigava aproximadamente 20 milhões de itens em seu acervo, incluindo coleções de antropologia, arqueologia, botânica, zoologia e geologia, itens fundamentais para pesquisas científicas e educacionais.  </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A meta é concluir as obras e reabrir o museu para visitação pública até 2026. Além da preservação da memória cultural e científica do Brasil, a reconstrução assegura que futuras gerações possam ter acesso a esse valioso repositório de conhecimento. </span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mais-r-12-milhoes-irao-para-reconstrucao-do-museu-nacional" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">MEC</span></span></a></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>7. Descoberto gene que pode proteger contra a covid-19</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-descoberto-gene-que-pode-proteger-contra-a-covid-19/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da USP analisaram células do sangue de seis casais sorodiscordantes – casos em que as mulheres se mostraram resistentes ao SARS-CoV-2 apesar do intenso contato com os maridos infectados. A superexpressão do gene IFIT3 nas voluntárias assintomáticas sugere que ele confere proteção e representa um alvo para novos antivirais</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Pesquisadores da USP analisaram células do sangue de seis casais sorodiscordantes – casos em que as mulheres se mostraram resistentes ao SARS-CoV-2 apesar do intenso contato com os maridos infectados. A superexpressão do gene IFIT3 nas voluntárias assintomáticas sugere que ele confere proteção e representa um alvo para novos antivirais</i></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Durante a pandemia de COVID-19, um fato intrigou a profissional de saúde Maria Tereza Malheiros Sapienza. Seu marido, o médico Marcelo Sapienza, foi infectado duas vezes pelo SARS-CoV-2 – uma em abril de 2020 e outra em janeiro de 2022–, mas ela não apresentou nenhum sintoma da doença mesmo estando em contato direto com o companheiro nas duas ocasiões.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A curiosidade com o caso não era exclusividade do casal, que passou a integrar uma pesquisa conduzida no Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco (CEGH-CEL) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade de São Paulo (USP) – sobre “pares sorodiscordantes”, como foram chamados os casos em que apenas um dos cônjuges foi infectado e o outro permaneceu assintomático, apesar de compartilharem a mesma cama sem o uso de proteção especial.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O trabalho analisou o material genético de 86 casais, sendo que apenas seis (entre eles Maria Tereza e Marcelo) continuaram sorodiscordantes ao longo da pandemia, com a infecção de um dos cônjuges mais de uma vez. Curiosamente, nos seis casos, só as mulheres permaneceram resistentes ao SARS-CoV-2. Os resultados foram publicados na revista Frontiers in Cellular and Infection Microbiology.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A partir da análise de células do sangue desses casais em experimentos in vitro, os pesquisadores descobriram que as mulheres resistentes ao vírus tinham expressão aumentada do gene IFIT3 (sigla em inglês para proteína induzida por interferon com repetições de tetratricoptídeo 3) em comparação com os maridos. Já a expressão desse mesmo gene entre mulheres que adquiriram infecções sintomáticas foi baixa, semelhante à do grupo dos maridos.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Trata-se de um gene que faz parte da resposta antiviral. Ele já foi descrito em estudos anteriores como sendo relacionado à proteção contra outras doenças virais, entre elas dengue, hepatite B e adenovírus. Só que, em nosso trabalho, conseguimos pela primeira vez provar esse efeito protetor para além da teoria, pois é muito improvável que as seis mulheres não tenham sido expostas ao SARS-CoV-2 numa condição em que dividiram ambientes e cuidaram dos maridos infectados”, comenta Mateus Vidigal, primeiro autor do artigo, fruto de seu projeto de pós-doutorado apoiado pela FAPESP.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Como explica o pesquisador, o gene IFIT3 codifica uma proteína de mesmo nome que se liga ao RNA do vírus, impossibilitando sua replicação e impedindo que o patógeno invada novas células e a doença progrida.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O vírus invade a célula, porém, todo aquele processo de se replicar para romper a membrana celular e invadir o maior número possível de outras células é interrompido logo no começo. A proteína IFIT3 se ‘gruda’ no RNA viral, impossibilitando sua replicação. Ou seja, não é que essas mulheres não tenham sido infectadas, elas foram. Mas o vírus mal se multiplicou dentro de suas células e, por isso, elas não tiveram a doença”, explicou.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Novo alvo</b></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O estudo com casais sorodiscordantes começou em 2020, início da pandemia no Brasil. Na primeira fase, os pesquisadores analisaram o exoma – parte do genoma onde ficam os genes codificadores de proteína – de 86 casais e notaram que havia diferença em dois genes entre os parceiros resistentes e infectados. Essas variantes aparentemente diminuíam as células NK (natural killers), um dos tipos de linfócitos, apenas nos cônjuges infectados (leia mais em: agencia.fapesp.br/35752).</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ao longo da pandemia, houve vários casos de reinfecção no grupo de voluntários da pesquisa, sendo que apenas seis mulheres continuaram resistentes. Para investigar o mecanismo de proteção, os pesquisadores analisaram amostras de sangue desses casais em duas ocasiões: uma em 2020, logo após a primeira infecção dos homens, e outra em 2022, depois da segunda infecção (vale notar que nessa segunda ocasião os participantes já haviam recebido duas doses da vacina contra a COVID-19).</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Com essas amostras, isolamos as células mononucleares do sangue periférico, principalmente linfócitos e monócitos, e as estimulamos em laboratório com um agente viral sintético que mimetiza o SARS-CoV-2. Com esse experimento, pudemos notar que as células das mulheres resistentes apresentavam expressão aumentada do gene IFIT3 em comparação tanto com os maridos quanto com um grupo de cinco mulheres que desenvolveram COVID-19 [grupo-controle]”, conta Vidigal.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Além de responder a uma antiga curiosidade desde os primeiros meses da pandemia, o estudo traz desdobramentos importantes. O achado torna o IFIT3 um potencial alvo terapêutico para novas terapias antivirais, que supostamente poderiam potencializar a resposta imunológica inata contra o SARS-CoV-2 e outros patógenos – já que a proteção conferida pela superexpressão desse gene não é exclusiva contra o SARS-CoV-2.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sem dúvida o grande resultado dessa pesquisa é que encontramos um biomarcador de resistência ao vírus. O desenho do estudo nos permite ter certeza quase que absoluta de que as mulheres foram expostas ao vírus e apresentaram resistência. Também reproduzimos em laboratório o que pode ter acontecido em suas células quando entraram em contato com o SARS-CoV-2”, afirma Edecio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina (FM-USP) e pesquisador do Instituto do Coração (InCor).</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas ainda precisamos nos aprofundar na biologia da resistência, entendendo quais mecanismos levam a maior expressão do IFIT3, por exemplo. Portanto, apesar de termos esse achado importante, o nosso estudo continua ainda com mais perguntas&#8221;, completa Cunha Neto.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O artigo Potential protective role of interferon- induced protein with tetratricopeptide repeats 3 (IFIT3) in COVID-19 pode ser lido em: www.frontiersin.org/journals/cellular-and-infection-microbiology/articles/10.3389/fcimb.2024.1464581/full.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Maria Fernanda Ziegler – </i></span></span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://agencia.fapesp.br/descoberto-gene-que-pode-proteger-contra-a-covid-19/53440" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i> Agência Fapesp</i></span></span></a></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>8. Nova injeção semestral previne infecção por HIV com quase 100% de eficácia</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De acordo com o estudo, duas injeções de lenacapavir ao ano oferecem uma redução de 96% no risco geral de infeção pelo vírus — o que o torna significativamente mais eficaz do que a ingestão diária de comprimidos de PrEP</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>De acordo com o estudo, duas injeções de lenacapavir ao ano oferecem uma redução de 96% no risco geral de infeção pelo vírus — o que o torna significativamente mais eficaz do que a ingestão diária de comprimidos de PrEP</i></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Uma nova fase do estudo clínico da farmacêutica americana Gilead, realizado em parceria com a Universidade Emory e Grady Health System, demonstrou que o novo antirretroviral lenacapavir tem quase 100% de eficácia em proteger homens cis e pessoas trans ou não-binárias contra o vírus HIV. As conclusões foram publicadas no New England Journal of Medicine, um prestigiado periódico científico.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em julho, resultados preliminares após testes já apontavam sucesso semelhante na prevenção em grupos de mulheres cisgênero.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Leia na íntegra:</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/12/02/nova-injecao-semestral-previne-infeccao-por-hiv-com-quase-100-de-eficacia.htm" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Viver Bem &#8211; UOL</span></span></a></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>9. Ministério da Saúde investe em pacote de medidas para enfrentar o racismo no SUS e ampliar acesso</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entre as medidas anunciadas pela ministra Nísia Trindade, e a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, estão ações afirmativas e políticas de qualificação de profissionais de saúde</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Entre as medidas anunciadas pela ministra Nísia Trindade, e a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, estão ações afirmativas e políticas de qualificação de profissionais de saúde</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em compromisso com a equidade e o enfrentamento ao racismo estrutural, o presidente Lula, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, junto da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, anunciaram, nesta semana, um amplo pacote de medidas que reforçam o papel do </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sistema Único de Saúde (SUS)</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> como instrumento de inclusão e justiça social, denominado “</span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-sem-racismo" target="_blank" name="Saúde sem racismo"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Saúde sem racismo</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">: políticas pela igualdade racial.”</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As iniciativas vão desde investimentos na assistência farmacêutica para a população com </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/doenca-falciforme" target="_blank" name="doença falciforme"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">doença falciforme</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> à atenção integral da população negra e à população quilombola. Em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, o Ministério da Saúde também foca em políticas de qualificação de profissionais de saúde e ampliação de medicamentos no SUS, sempre com enfoque na diversidade étnico-racial e no cuidado às populações historicamente marginalizadas.</span></span></p>
<p class="western">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Estamos avançando em um sistema de saúde que não apenas atenda a todos, mas que seja, acima de tudo, equitativo e justo,” afirma a ministra da Saúde, Nísia Trindade.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No campo da assistência farmacêutica, o Ministério da Saúde promoveu a qualificação da assistência farmacêutica para as pessoas com doença falciforme. O investimento contempla a ampliação da idade de uso da hidroxiuréia, melhora dos prognósticos de pacientes e maior segurança no uso de medicamentos para crianças.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Entre 2014 e 2020, foram diagnosticados, em média, 1.087 novos casos anuais de crianças com doença falciforme no </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/pntn" target="_blank" name="Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN)"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN)</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. A doença, com maior prevalência em estados como Bahia, Distrito Federal e Minas Gerais, afeta majoritariamente a população preta e parda.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No âmbito da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), o Ministério também está ampliando ações para a população quilombola, por meio do financiamento adicional para </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/previne-brasil/valores-de-referencia/pab-variavel/esf" target="_blank" name="Equipes de Saúde da Família"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Equipes de Saúde da Família</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> que atendem comunidades quilombolas. O investimento é de R$ 100 milhões. No </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/mais-medicos" target="_blank" name="Programa Mais Médicos"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Programa Mais Médicos</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> há 283 novos profissionais atuando junto às comunidades quilombolas de 150 municípios. O Ministério também investiu na profissionalização em saúde quilombola por meio a formação profissionais do SUS para essa população.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Outras ações</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Ministério da Saúde também trabalha no fortalecimento da Estratégia Antirracista para a Saúde, por meio da promoção de ações afirmativas na composição da força de trabalho do Ministério da Saúde e do SUS e da diversidade étnico-racial em suas equipes, em todos os níveis. E já há avanços na inclusão de ações afirmativas nos editais próprios do Ministério da Saúde.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para ampliar diversidade e permanência na formação em saúde, a pasta da Saúde institui o Programa Nacional de Apoio à Permanência, Diversidade e Visibilidade para Estudantes na Área da Saúde (AfirmaSUS), iniciativa que busca fomentar a permanência universitária e fortalecer a equidade na formação de profissionais de saúde.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Com previsão de beneficiar 100 universidades até 2025, o programa inclui a reserva de até 25% das vagas para instituições da Amazônia Legal, região prioritária devido à sua diversidade sociocultural e desafios específicos. Com investimento anual de R$ 13,6 milhões, as bolsas para cursos como odontologia serão de R$ 1 mil.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">&#8220;Com essas medidas, reafirmamos o compromisso do SUS como instrumento de promoção da inclusão, diversidade e equidade, especialmente para populações historicamente marginalizadas”, afirma o chefe da Assessoria Especial para Equidade Racial em Saúde, Luís Eduardo Batista.</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b> </b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Diagnóstico e dados étnico-raciais no SUS</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para assegurar políticas públicas baseadas em evidências, o Ministério da Saúde realizará um diagnóstico sobre a qualidade dos registros de raça/cor nos sistemas de informação do SUS. O objetivo é padronizar os dados e diminuir as lacunas históricas na coleta de informações, promovendo a integração e a eficiência no monitoramento de desigualdades.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Ministério da Saúde foi realizou um </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mais-de-2-mil-municipios-responderam-ao-inquerito-sobre-saude-da-populacao-negra" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">levantamento em 2.587 municípios</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> para monitorar a implementação da PNSIPN. Esse trabalho é liderado pela Assessoria de Equidade Racial e visa fortalecer as ações de saúde para a população negra. Com a medida, os municípios que concluíram o estudo terão informações sobre a implementação da política nacional de saúde para este público, facilitando o planejamento de ações mais eficazes no SUS.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Observatório Saúde da População Negra</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Com o objetivo de garantir a equidade no acesso à saúde para a população negra, será criado o </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://observatoriospn.ensp.fiocruz.br/" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Observatório para a Saúde da População Negra</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, hospedado na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). O projeto é fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A expectativa é de que a iniciativa esteja em funcionamento no primeiro semestre de 2025. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Como parte desta iniciativa, o Ministério da Saúde promoveu no mês de outubro deste ano, um evento com 120 pessoas entre gestores, pesquisadores, profissionais, movimentos sociais, sociedade civil e usuários do SUS. Depois de dois dias de debates por meio de grupos de trabalho, os participantes apresentaram medidas e diretrizes para contribuir com a estruturação do observatório. Um comitê gestor será formado para acompanhar, semestralmente, as ações implementadas.</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b> </b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Avanços no Mais Médicos</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/mais-medicos" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Programa Mais Médicos</span></span></a></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> alcançou um marco em 2024, com o lançamento do primeiro edital destinado a cotas para pessoas com deficiência (PcD) e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas. Foram registradas 33.014 inscrições para 3.177 vagas, sendo 3.079 por ações afirmativas.</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b> </b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Rede Alyne: redução da mortalidade materna</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Outro destaque é o lançamento da Rede Alyne, que aprimora a antiga Rede Cegonha, com o objetivo de reduzir em 50% a mortalidade materna de mulheres negras até 2027. Sendo uma das cinco redes temáticas do SUS ela está organizada em seis componentes: </span></span></p>
<ol>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Pré-natal;</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Parto e nascimento;</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Puerpério e atenção integral à saúde da criança;</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sistema logístico;</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sistema de apoio; e</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sistema de governança. </span></span></p>
</li>
</ol>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-sem-racismo" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Conheça a página Saúde sem Racismo</span></span></a></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/ministerio-da-saude-investe-em-pacote-de-medidas-para-enfrentar-o-racismo-no-sus-e-ampliar-acesso" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Ministério da Saúde</i></span></span></a></span></span></p>
<p class="western">
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		<title>10. Parceria com a França traz ao Brasil tecnologia para mapear e combater o mosquito da dengue</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 17:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7574, 2 de dezembro de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Trabalhadores e pesquisadores da área da saúde estiveram reunidos, entre os dias 12 e 14 de novembro no Campus Maré da Fiocruz, para conhecer as potencialidades da ferramenta, aprender a utilizá-la, ver exemplos de aplicação e adaptação aos seus contextos locais</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Trabalhadores e pesquisadores da área da saúde estiveram reunidos, entre os dias 12 e 14 de novembro no Campus Maré da Fiocruz, para conhecer as potencialidades da ferramenta, aprender a utilizá-la, ver exemplos de aplicação e adaptação aos seus contextos locais</i></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A missão de prevenir a expansão do Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, tem sido um desafio constante para pesquisadores em todo o mundo. Neste ano, o Observatório de Clima e Saúde iniciou a experimentação de uma solução francesa: o ARBOCARTO, uma ferramenta inovadora que mapeia a densidade populacional do mosquito.</span></span></p>
<p class="western">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No Brasil, as estimativas de risco são quase sempre baseadas na doença e não no seu vetor de transmissão. Isso permite uma antecipação dos surtos, trabalhamos preventivamente”, explica Christovam Barcellos, um dos coordenadores do Observatório.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Desenvolvida por pesquisadores do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), a ferramenta realiza mapeamento em tempo real e possibilita a simulação de ações de controle e seus impactos. Dessa forma, orienta medidas de vigilância, mobilização social e controle de vetores de maneira mais eficaz.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A tecnologia está sendo estendida ao Brasil a partir de novembro, e veio acompanhada de um curso ministrado por Marie Demarchi, engenheira de geoprocessamento e uma das desenvolvedoras do sistema. Trabalhadores e pesquisadores da área da saúde estiveram reunidos, entre os dias 12 e 14 de novembro no Campus Maré da Fiocruz, para conhecer as potencialidades da ferramenta, aprender a utilizá-la, ver exemplos de aplicação e adaptação aos seus contextos locais.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Pedro Galdino de Souza trabalha no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami, região de tríplice fronteira &#8211; Brasil, Venezuela e Guiana &#8211; marcada pelo histórico de arboviroses. “Meu trabalho abrange cinco municípios em Roraima e três no Amazonas. O ARBOCARTO será importante para auxiliar na leitura da distribuição geoespacial e epidemiológica das arboviroses, com foco na dengue”, afirma. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O curso foi promovido pelo Laboratório Misto Internacional (LMI) Sentinela, uma parceria entre a Fiocruz, por meio do Observatório de Clima e Saúde, IRD e Universidade de Brasília (UnB), e contou com a participação de pesquisadores dessas instituições e organizações parceiras ao LMI. A formação teve a colaboração do INOVEC, projeto do IRD que promove abordagens e tecnologias inovadoras de combate a vetores de arbovírus na Europa, África e Américas. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Contribuições ao cenário brasileiro</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Até novembro, o Brasil registrou mais de 6,5 milhões de casos prováveis de dengue, um aumento de 400% em relação a 2023. Pelo menos 5.800 mortes causadas pela doença foram confirmadas, e outros 1.100 casos estão em investigação. Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Observatório de Clima e Saúde tem monitorado de perto a expansão da área de transmissão da dengue no país. Em março, Christovam e outros pesquisadores publicaram um estudo destacando o impacto das mudanças climáticas na disseminação da doença para regiões onde antes não era comum. &#8220;O Observatório consegue localizar onde estão acontecendo esses casos, quais são as áreas de risco. Mas a vantagem do Arbocarto é tentar focar no nível local, com uma escala de maior detalhe”, explica. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Dessa forma, é possível observar as zonas mais afetadas pela infestação do mosquito, e atuar preventivamente para evitar os casos de dengue. Apesar da expansão da doença ter um certo padrão, por exemplo, a periferia das grandes cidades, um instrumento como esse permite ter mais exatidão para combater os focos do mosquito. “Essa é a primeira vantagem: trabalhar com mosquitos, e não com casos, e no nível local”, indica Christovam. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para Emmanuel Roux, coordenador do LMI Sentinela como representante do IRD, a relevância dos estudos brasileiros na área entomológica, e a produção de dados públicos, faz com que a ferramenta seja uma grande aliada no combate ao vetor. “Durante o curso, tivemos um período de aula específico para pensar possibilidades de utilização no futuro”, descreve.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Potencial de impacto no SUS</b></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A expectativa é que a chegada da ferramenta no Brasil impacte positivamente o SUS, ajudando a otimizar os recursos e direcionar as ações de controle de forma estratégica. Em teste em algumas cidades, como no Rio de Janeiro, e em regiões transfronteiriças onde o LMI Sentinela atua, como na Guiana Francesa, o ARBOCARTO deve ganhar mais espaço em breve, quando os participantes iniciarem a utilização em suas regiões. </span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Pedro Galdino, por exemplo, planeja integrar o ARBOCARTO às suas atividades DSEI Yanomami e apresentá-lo às secretarias de saúde responsáveis pela área indígena, com o objetivo de integrá-la às estratégias de controle vetorial da região. “A ferramenta vai colaborar no planejamento das ações, permitindo direcionar esforços para locais estratégicos”, relata.</span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/2024/11/parceria-com-franca-traz-ao-brasil-tecnologia-para-mapear-e-combater-o-mosquito-da" target="_blank"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Agência Fiocruz</span></span></a></span></span></p>
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