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	<title>Jornal da Ciência &#187; 7437, 28 de maio de 2024</title>
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		<title>1.	Confira a programação preliminar da 76ª Reunião Anual da SBPC</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com conferências, mesas-redondas, painéis, rodas de conversa e muito mais, o evento será realizado de forma híbrida – presencial e virtual – entre os dias 7 e 13 de julho, na UFPA, em Belém. Inscreva-se e participe!</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com conferências, mesas-redondas, painéis, rodas de conversa e muito mais, o evento será realizado de forma híbrida – presencial e virtual – entre os dias 7 e 13 de julho, na UFPA, em Belém. Inscreva-se e participe!</em></p>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) já disponibilizou a programação preliminar da sua 76ª Reunião Anual. Com conferências, mesas-redondas, minicursos e webminicursos, painéis e rodas de conversa, o objetivo é oferecer aos participantes um amplo panorama do que há de melhor em CT&amp;I no Brasil. Com o tema <strong>“Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a natureza”, </strong>o evento será realizado de 7 a 13 de julho, no campus Guamá da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém.</p>
<p>Entre os tópicos que serão apresentados nas <strong>conferências </strong>por cientistas renomados e experts de diversas áreas do Brasil estão:</p>
<ul>
<li>“A ciência que precisamos para o oceano que queremos: a importância da Amazônia para a década do oceano”;</li>
<li>“A criação do instituto dos conhecimentos indígenas e pesquisa do rio negro”;</li>
<li>“A economia política da Amazônia e os desafios do desenvolvimento: uma análise crítica dos paradigmas de sustentabilidade”;</li>
<li>“A perda dos serviços ambientais ameaça um futuro sustentável e inclusivo para a Amazônia”;</li>
<li>“Eventos climáticos extremos e as vulnerabilidades do Brasil”;</li>
<li>“Políticas de inovação em saúde para o SUS”;</li>
<li>“Inteligência Artificial e suas aplicações em ciência e educação: desafios e oportunidades”;</li>
<li>“O direito à aprendizagem na alfabetização”;</li>
<li>“Ao redor de buracos negros: partículas, ondas e sombras”;</li>
</ul>
<p>Nas <strong>mesas-redondas</strong>, palestrantes convidados de diversas instituições do País levantarão questionamentos para debater com o público sobre assuntos como:</p>
<ul>
<li>“Pecuários resilientes e a manutenção da floresta em pé”;</li>
<li>“As unidades de pesquisas do MCTI na Amazônia”;</li>
<li>“Avaliação da educação superior no Brasil”;</li>
<li>“Caminhos para afastar a Amazônia do ponto de não-retorno com uma nova sociobioeconomia de saudáveis florestas em pé e rios fluindo”;</li>
<li>“Ciência, tecnologia e inovação para as cidades brasileiras do futuro”;</li>
<li>“Desafios contemporâneos do sistema único de saúde: das grandes metrópoles aos povos tradicionais brasileiros”;</li>
<li>“Como a matemática pode ajudar a resolver os desafios globais?”;</li>
<li>“Plásticos e microplásticos em águas brasileiras: estado da arte, impactos e mitigação”;</li>
<li>“Políticas de formação de professores: desafios e perspectivas”;</li>
<li>“Saúde e doenças do cérebro: papel benéfico dos neuromoduladores”;</li>
<li>“Desafios da Inteligência Artificial”.</li>
</ul>
<p>Nos <strong>painéi</strong>s, promovidos pelas sociedades científicas afiliadas à SBPC, especialistas de grande renome vão debater questões atuais de suma importância, tais como:</p>
<ul>
<li>“Políticas afirmativas para negros e indígenas: as cotas raciais como possibilidade de acesso e sucesso”;</li>
<li>“Comunicação em tempos de Inteligência Artificial: ampliação ou redução das desigualdades sociais?”;</li>
<li>“Desafios atuais da curricularização da extensão universitária na saúde: impacto social, inovação e engajamento cidadão no fortalecimento do SUS”;</li>
<li>“Competições científicas: resultados e ações de inclusão”;</li>
<li>“Perfil do pesquisador em início e meio de carreira no Brasil”.</li>
</ul>
<p>Claudia Linhares Sales, secretária-geral da SBPC e também responsável pela coordenação do evento, destaca que esta 76ª Reunião Anual será uma oportunidade singular de ecoar vozes e articular encontros entre instituições e pesquisadores geograficamente distantes do País. “Um problema recorrente nas instituições, especialmente da região Amazônica, é que as pessoas dizem que sua ciência não é escutada, e a SBPC será um canal, não só para ecoar, mas para também promover esse diálogo com o resto do Brasil. Porque, afinal de contas, a biodiversidade é diferente, temos seis biomas espalhados em nosso território, mas os problemas talvez não sejam tão diferentes. Assim como não são tão diferentes os problemas da educação e da valorização da ciência”, diz.</p>
<p>Um exemplo é que neste evento a SBPC dará continuidade aos <strong>diálogos amazônicos</strong>, buscando dar mais visibilidade aos pesquisadores e acadêmicos da região em um cenário de pré-realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, também chamada de COP30, que Belém sediará ano que vem.</p>
<p>“A gente espera que a SBPC antecipe os grandes debates da COP30, porque as soluções para a Amazônia brasileira têm que ser encontradas no Brasil, com a ciência que se faz aqui, porque quem mais conhece a Amazônia são os cientistas locais. Queremos olhar para todos os problemas, porque, como diz o agora imortal Ailton Krenak, precisamos adiar o fim do mundo. Mesmo porque as elites e os três poderes do Brasil ainda não olham para esses assuntos como deveriam”, comenta Linhares.</p>
<p>A diretora da SBPC conta ainda que, além das discussões ao redor do tema central do evento, a entidade também incluirá nos debates tópicos da política nacional, como o orçamento e a estratégia para ciência, tecnologia e inovação, educação e saúde pública, entre outros.</p>
<p>“Vamos abordar assuntos atuais, como, por exemplo, teremos uma palestra do coordenador-geral da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5ª CNCTI), o professor e ex-ministro Sergio Rezende, que irá mostrar os resultados do encontro que acontece em junho, em Brasília, praticamente um mês antes da Reunião Anual. Também teremos uma mesa-redonda que abordará as recomendações para a construção de um novo Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação”, conta.</p>
<p>Linhares destaca que as discussões preparatórias para a 5ª CNCTI foram lançadas na 75ª Reunião Anual da SBPC, em Curitiba, em julho do ano passado, e se espalharam por todo o País, em conferências regionais, municipais, estaduais, livres e temáticas, que somaram mais de 200 eventos.</p>
<p><strong>A Reunião Anual</strong></p>
<p>Criada em 1948, a SBPC é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde 1949, a entidade realiza, ininterruptamente, as Reuniões Anuais, com os objetivos de difundir para toda a população os avanços da Ciência nacional nas diversas áreas do conhecimento, além de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação.</p>
<p>Considerado o maior evento científico da América Latina, <strong>as Reuniões Anuais da SBPC são gratuitas e abertas a todos</strong>. Reúnem todos os anos milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes, além de autoridades e gestores, formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no País.</p>
<p>Sua programação inclui atividades como a <strong>SBPC Inovação</strong>, <strong>SBPC Afro e Indígena</strong> e a <strong>SBPC Educação</strong>. Inclui ainda exposições como a <strong>SBPC Jovem</strong> e a <strong>ExpoT&amp;C</strong>, com atrações para todas as idades e interesses.</p>
<p>Esta 76ª edição conta com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), Secretaria Municipal de Educação de Belém, Secretaria de Estado de Cultura do Pará, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI), e do Governo Federal.</p>
<p>Os parceiros institucionais são: Universidade do Estado do Pará (UEPA), Instituto Federal do Pará (IFPA), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e o Museu Paraense Emílio Goeldi.</p>
<p>Programe-se e participe!</p>
<p>Para mais informações: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/</a></p>
<p><em>Vivian Costa – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>2.	SBPC e ABC realizam hoje 4ª sessão do Fórum da Educação Superior</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-e-abc-realizam-hoje-4a-sessao-do-forum-da-educacao-superior/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com o tema “Diversificação do ensino superior e seus subtemas”, o evento contará com a participação de Sabine Righetti, pesquisadora do Labjor-Unicamp, e José Francisco Soares, professor emérito da UFMG. A sessão será nesta terça e terá transmissão ao vivo pelo canal da ABC no YouTube a partir das 16h</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><em><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">Com o tema “Diversificação do ensino superior e seus subtemas”, o evento contará com a participação de Sabine Righetti, pesquisadora do Labjor-Unicamp, e José Francisco Soares, professor emérito da UFMG. A sessão será nesta terça e terá transmissão ao vivo pelo canal da ABC no YouTube a partir das 16h</span></em></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) apresentarão hoje, 28 de maio, a quarta sessão do Fórum da Educação Superior. O evento vem sendo realizado na última terça-feira de cada mês, às 16h. Com o tema “<strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Diversificação do Ensino Superior e Seus Subtemas”</span></strong>, o evento contará com a participação de Sabine Righetti, pesquisadora do Labjor-Unicamp, e José Francisco Soares, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">O debate será transmitido ao vivo pelo canal da ABC no YouTube.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">O evento tem coordenação de Aldo Zarbin, conselheiro da SBPC e professor da Universidade Federal do Paraná, e Sylvio Canuto, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">Sobre os palestrantes:</span></strong></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">Sabine Righetti (Unicamp)</span></strong></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">Jornalista de ciência e pesquisadora do Labjor-Unicamp em comunicação científica. Doutora em política científica pela Unicamp, com passagem por Stanford e Universidade de Michigan, recebeu quase dez prêmios em jornalismo — incluindo o José Reis (2023). Cofundadora e diretora da Agência Bori, serviço único no Brasil que apoia a cobertura da imprensa de todo o país à luz de evidências científicas.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">José Francisco Soares (UFMG)</span></strong></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">É professor emérito da UFMG. Foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) entre 2014 e 2016. Graduado em Matemática pela UFMG, mestre e doutor em Estatística, respectivamente, pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), em 1977, e pela Universidade do Wisconsin-Madison. Pós-doutor em Educação pela Universidade de Michigan.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm;"><em><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">Jornal da Ciência, com informações da ABC</span></em></p>
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		<title>3.	Marilene Corrêa lança a quarta edição do livro “O Paiz do Amazonas”</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-marilene-correa-lanca-a-quarta-edicao-do-livro-o-paiz-do-amazonas/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Segundo a autora, que é docente da Ufam e diretora da SBPC, o livro discute o modo pelo qual a Amazônia foi criada e os processos que cercam a sua integração na Nação brasileira. O lançamento será no dia 3 de junho, no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais durante o I Seminário Amazônico Interdisciplinar de Ciências Sociais</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo a autora, que é docente da Ufam e diretora da SBPC, o livro discute o modo pelo qual a Amazônia foi criada e os processos que cercam a sua integração na Nação brasileira. O lançamento será no dia 3 de junho, no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais durante o I Seminário Amazônico Interdisciplinar de Ciências Sociais</em></p>
<p>Docente da Ufam há mais de 40 anos, Marilene Corrêa é pós-doutora em Sociologia pela Université de Caen, Gustave Eiffel e Sorbonne. Na próxima segunda-feira, dia 3 de junho, às 17h, a autora e a editora Valer lançam a quarta edição do livro ‘O paiz do Amazonas’, no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais – IFCHS (antigo ICHL), setor Norte da Ufam, durante o I Seminário Amazônico Interdisciplinar de Ciências Sociais.</p>
<p>Segundo a autora, o livro discute o modo pelo qual a Amazônia foi criada e os processos que cercam a sua integração na Nação brasileira. Remete ao estudo das relações coloniais e das relações entre o Estado e a região Norte. A constituição da sociedade regional, a sua dinâmica interna, os problemas que sugere. Enfim, são inúmeros os aspectos passíveis de abordagem para dissolver o “mistério” amazônico. À magia contida no mito, na invenção literária, no registro dos viajantes, sobrepõe-se a necessidade da pesquisa, da investigação sistemática, do esforço interpretativo, o que não exclui as representações aludidas como exemplos.</p>
<p>“A Amazônia põe questões singulares, é certo, mas nunca isoladas. Como um espaço de diversidades e de desigualdade, os fundamentos organizativos da sociedade regional são também uma dimensão da sociedade brasileira”, disse a autora em trecho na introdução do livro.</p>
<p>A obra é resultante de sua dissertação de mestrado, que mostra, conforme Octavio Ianni, seu orientador e que escreveu na apresentação do livro, que: “Esta é uma história fundamental. Nela, revelam-se tanto o colonialismo e o imperialismo quanto o nativismo e o nacionalismo. Aqui, revelam-se os ciclos, as lutas, as realizações e as perspectivas que constituem a Amazônia. Assim se podem visualizar as configurações e os movimentos que a inserem no mapa do Brasil e no mapa do mundo.</p>
<p>Nesta nova edição, Marilene Corrêa da Silva narra a gênese e as transformações da Amazônia, um emblema que desafia o pensamento brasileiro e fascina a imaginação mundial.</p>
<p>A coordenadora editorial, professora doutora em Filosofia e autora do livro ‘Para aquém ou para além de nós’, ressalta que esta obra é indispensável para aqueles que querem conhecer ou entender a Amazônia e sua problematização.</p>
<p>“Este é um dos clássicos da editora Valer. Trata-se de um estudo aprofundado sobre o Paiz do Amazonas, inclusive que se alinha com outras obras publicadas pela editora Valer, que não podem faltar nas bibliotecas de formação de cidadãos e de pesquisadores, quando se trata de conhecer e divulgar o conhecimento sobre as Amazônias”, disse Neiza.</p>
<p>Para o escritor Tenório Telles, que escreveu a orelha dessa nova edição, as reflexões da professora Marilene Corrêa são elucidativas da forma como se estabeleceu o processo civilizatório nos trópicos.</p>
<p>“O Paiz do Amazonas é uma obra pioneira que reconstitui o processo de construção, não só do imaginário que plasma o universo amazônico, mas também da ideia e determinação histórico-geográfica desse espaço em que o mítico e o real convergiram para o nascimento de uma nova civilização, como bem percebeu o saudoso professor Octavio Ianni: “Marilene… mostra como nasce a Amazônia, desde o princípio, como geografia e história, como natureza e sociedade”, ressaltou Tenório.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://portaltucuma.com.br/marilene-correa-lanca-nova-edicao-de-o-paiz-do-amazonas-em-3-de-junho-mf18/" target="_blank">Portal Tucumã</a></p>
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		<item>
		<title>4.	Escola Paulista de Medicina: rumo ao futuro</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-escola-paulista-de-medicina-rumo-ao-futuro/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Ao celebrar 90 anos, instituição reforça compromisso com solidez acadêmica, profissional e humanística”, comentam Magnus Dias, diretor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e Marimélia Porcionatto, vice-diretora da EPM/Unifesp e diretora da SBPC, em artigo para a Folha de S. Paulo</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-escola-paulista-de-medicina-rumo-ao-futuro/">4.	Escola Paulista de Medicina: rumo ao futuro</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Ao celebrar 90 anos, instituição reforça compromisso com solidez acadêmica, profissional e humanística”, comentam Magnus Dias, diretor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e Marimélia Porcionatto, vice-diretora da EPM/Unifesp e diretora da SBPC, em artigo para a Folha de S. Paulo</em></p>
<p>A compreensão sobre os mecanismos de doença e seu tratamento promete um futuro revolucionário, dada a progressiva produção de ciência e inovação em constantes transformações. A medicina de precisão com base no perfil genético individual somada à inteligência artificial (IA) no processamento de um gigantesco volume de dados gerados por novas tecnologias analíticas, acelerando a descoberta de novos alvos terapêuticos e no desenvolvimento de medicamentos mais eficazes, tem possibilitado avanços importantes no cuidado singularizado em saúde.</p>
<p>A medicina regenerativa e a bioengenharia apontam para possibilidades de regeneração de órgãos que irão reduzir, ou extinguir, as filas de transplantes e aumentar a duração da vida. Da ciência que tem como foco a promoção da saúde, a redução da mortalidade e a diminuição do sofrimento, esperamos o desenvolvimento de estratégias integradas para um futuro com mais saúde e longevidade.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escola-paulista-de-medicina-rumo-ao-futuro.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
<p><em>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>5.	Ilegalidade atingiu 93% do desmatamento registrado em 2023, diz MapBiomas</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-ilegalidade-atingiu-93-do-desmatamento-registrado-em-2023-diz-mapbiomas/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>País perdeu mais de 18 mil km² de vegetação nativa no ano passado. Cerrado desbanca Amazônia pela primeira vez no ranking de maior desmatador</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-ilegalidade-atingiu-93-do-desmatamento-registrado-em-2023-diz-mapbiomas/">5.	Ilegalidade atingiu 93% do desmatamento registrado em 2023, diz MapBiomas</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>País perdeu mais de 18 mil km² de vegetação nativa no ano passado. Cerrado desbanca Amazônia pela primeira vez no ranking de maior desmatador</em></p>
<p>Em 2023, o Brasil perdeu 18.295 km² de vegetação nativa em todos os seus biomas. A cifra é equivalente a dois terços do território da Bélgica e representa uma queda de 11,6% em relação a 2022. Quase a totalidade do desmatamento registrado, no entanto, apresentou algum tipo de ilegalidade, mostra o Relatório Anual do Desmatamento (RAD), desenvolvido pelo MapBiomas e divulgado nesta terça-feira (28).</p>
<p>Do total desmatado no país em 2023, 85% ficou concentrado na Amazônia e Cerrado. Pela primeira vez desde o início das análises do MapBiomas Alerta, em 2019, porém, o Cerrado desbancou a Amazônia do topo do ranking.</p>
<p>No ano passado, 11.103 km² foram desmatados na savana brasileira, o que representou 61% da área total desmatada no país e um crescimento de 68% em relação ao ano anterior.</p>
<p>A Amazônia foi responsável por 25% do total desmatado, ou 4.542 km². A cifra representou, segundo as análises do MapBiomas, uma queda de 62,2% no desmatamento no bioma.</p>
<p>Segundo Larissa Amorim, da equipe Amazônia do MapBiomas, a mudança no foco da destruição se deve a diferentes fatores, entre eles o esforço de fiscalização do desmatamento ilagel na Amazônia a partir do início de 2022.</p>
<p>“Agora precisamos ter esse esforço também no Cerrado, onde as áreas de remanescentes de vegetação nativa estão sendo desmatadas para expansão da agricultura. Precisamos de incentivos e politicas públicas e privadas que acabem com o desmatamento ilegal e desincentive o desmatamento legal no Cerrado, principalmente em áreas privadas”, disse a pesquisadora, a ((o))eco.</p>
<p>Segundo Ane Alencar, diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), organização que também faz parte do MapBiomas, o combate ao desmatamento no Cerrado exige uma abordagem multifacetada.</p>
<p>O primeiro passo é distinguir o claramente o que é legal e ilegal, para que as ações de fiscalização possam efetivamente inibir o desmatamento ilegal. No bioma, a cota de Reserva Legal é de apenas 20%, mas toda supressão vegetal precisa vir acompanhada de um plano de trabalho e de uma autorização do órgão ambiental fiscalizador, o que não vem acontecendo.</p>
<p>Além disso, a pesquisadora do IPAM destaca que é preciso oferecer incentivos para o melhor aproveitamento das áreas já desmatadas, reduzindo, assim, a pressão sobre novas áreas e, consequentemente, o desmatamento legalizado.</p>
<p>“O aumento do desmatamento no Cerrado parece ser o resultado de uma percepção de que tudo pode ser legalizável no bioma. Temos que entender que não é porque a reserva legal é menor no Cerrado que todo o desmatamento vai ser legal. Na realidade, precisamos, sim, ter claramente o número da ilegalidade para que as ações de comando e controle possam ser efetivas, assim como as ações de desestímulo à abertura de novas áreas também”, diz Alencar.</p>
<h3><strong>Ilegalidade </strong></h3>
<p>Segundo a análise do MapBiomas, mais de 93% da área desmatada no Brasil em 2023 teve pelo menos um indício de ilegalidade. No Cerrado, que assumiu a liderança do desmatamento no Brasil no ano passado, esse percentual foi ligeiramente menor, de 90,7%.</p>
<p>Foi dentro do deste bioma, no entanto, que as maiores áreas de Reserva Legal – porções de vegetação que, por lei, precisam ser protegidas dentro de uma propriedade privada – foram desmatadas: mais de 1.360 km², um aumento de 136%</p>
<p>Em todo o Brasil, nos último cinco anos, a área perdida dentro de Reservas Legais foi de 12 mil km², o que correspondeu a 14,2% de toda área desmatada no período (85,6 mil km²)</p>
<h3><strong>Velocidade do Desmatamento</strong></h3>
<p>Em todo o país, a expansão agrícola foi o principal vetor para a supressão de vegetação nativa. Segundo o RAD, a agropecuária respondeu por 97% de todo desmatamento nos últimos cinco anos.</p>
<p>E esse desmatamento aconteceu de forma rápida. Em 2023, a área média desmatada por dia foi de 50 km² – ou 2,28 km² por hora.</p>
<p>Somente no Cerrado, foram perdidos 30,4 km² por dia de vegetação. Já na Amazônia, foram perdidos 12,4 km² por dia, o que equivale a cerca de oito árvores por segundo.</p>
<p>Outro dado importante trazido pelo RAD 2023 é que, ao contrário dos outros anos analisados, em 2023 houve o predomínio de desmatamento em formações savânicas (54,8%), seguido de formações florestais (38,5%), que predominaram nos quatro primeiros anos do levantamento.</p>
<h3><strong>Recorte de cinco anos</strong></h3>
<p>A análise do MapBiomas também oferece um recorte maior de tempo, de cinco anos. Nesse período, a análise mostra que o país perdeu 85,6 mil km² de vegetação nativa, uma área maior do que os territórios da Bélgica e Dinamarca somados. Desse total, cerca de 96% possuía indícios de ilegalidade</p>
<p><a href="https://oeco.org.br/reportagens/ilegalidade-atingiu-93-do-desmatamento-registrado-em-2023-diz-mapbiomas/" target="_blank">O Eco</a></p>
<p>Leia também:</p>
<p>UOL &#8211; <a href="https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2024/05/28/cerrado-passa-a-amazonia-e-vira-bioma-mais-desmatado-do-pais.htm" target="_blank">Sob Lula, cerrado passa Amazônia e vira bioma mais desmatado, aponta estudo</a></p>
<p>DW- Brasil &#8211; <a href="https://www.dw.com/pt-br/desmatamento-total-cai-116-no-brasil-em-2023/a-69202496" target="_blank">Desmatamento total cai 11,6% no Brasil em 2023</a></p>
<p>Valor &#8211; <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/05/28/cerrado-supera-amazonia-e-se-torna-maior-foco-de-desmatamento-do-pais.ghtml" target="_blank">Cerrado supera Amazônia e se torna maior foco de desmatamento do país</a></p>
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		<title>6.	Política de prevenção depende de educação, defendem especialistas</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-politica-de-prevencao-depende-de-educacao-defendem-especialistas/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Diálogo permanente com a população é outro pilar para política efetiva de prevenção a desastres climáticos</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diálogo permanente com a população é outro pilar para política efetiva de prevenção a desastres climáticos</em></p>
<p>A educação e o diálogo permanente com a população são os pilares para uma política efetiva de prevenção a desastres climáticos. Esse foi o principal consenso de autoridades que participaram do evento Diálogos RJ, promovido pelo jornal “O Globo” nesta segunda-feira (27), para debater o tema.</p>
<p>Para o coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), José Marengo, o Brasil não tem uma cultura de prevenção. “É um país mais reativo do que preventivo”, disse durante mesa que discutiu como se preparar para eventos climáticos extremos.</p>
<p>Marengo destacou que não são as chuvas que matam pessoas, mas sim a falta de alertas de riscos, medidas de prevenção e orientação aos moradores de áreas mais vulneráveis. “Podemos ter a melhor ciência, a melhor engenharia e previsão do tempo, mas, se a população não está treinada, não sabe onde estão as rotas de fuga, se é que elas existem,  vai continuar havendo tragédias”, disse.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/05/28/politica-de-prevencao-depende-de-educacao-defendem-especialistas.ghtml" target="_blank">Valor</a></p>
<p><em>O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.</em></p>
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		<title>7.	Brasil vira palco para cobrar países por emergência climática, diz chefe de corte de direitos humanos</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-brasil-vira-palco-para-cobrar-paises-por-emergencia-climatica-diz-chefe-de-corte-de-direitos-humanos/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Presidente de tribunal interamericano afirma que chuvas no RS são exemplos claro de urgência do tema</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presidente de tribunal interamericano afirma que chuvas no RS são exemplos claro de urgência do tema</em></p>
<p>Audiências sediadas no Brasil têm subsidiado &#8220;um grande diálogo mundial&#8221; sobre a responsabilidade de países em relação à emergência climática, diz a presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, a costa-riquenha Nancy Hernández López.</p>
<p>Ela participa neste mês de eventos no país para juntar informações que ajudem na elaboração de uma diretriz sobre as situações nas quais a corte poderá julgar —e eventualmente condenar— países por falta de ação em casos relacionados ao clima.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/05/brasil-vira-palco-para-cobrar-paises-por-emergencia-climatica-diz-chefe-de-corte-de-direitos-humanos.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
<p><em>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>8.	“A área de energia é a grande contradição ambiental de Lula”</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-a-area-de-energia-e-a-grande-contradicao-ambiental-de-lula/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Suely Araújo, coordenadora do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, fala ao ‘Nexo’ sobre a troca no comando da Petrobras e os rumos da política energética e ambiental do País</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Suely Araújo, coordenadora do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, fala ao ‘Nexo’ sobre a troca no comando da Petrobras e os rumos da política energética e ambiental do País</em></p>
<p>Apesar de avanços em áreas como desmatamento e fortalecimento de órgãos de proteção, a política ambiental de Luiz Inácio Lula da Silva é marcada por uma visão atrasada na área de energia. E isso inclui a condução da Petrobras, maior empresa do país.</p>
<p>É o que disse ao Nexo Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama (2016 a 2018). A conversa ocorreu na sexta-feira (24), dia em que Magda Chambriard tomou posse como nova presidente da petroleira.</p>
<p>A troca no comando veio após a demissão de Jean Paul Prates, em 14 de maio de 2024. Ele vinha sendo pressionado por alas do governo, especialmente pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.</p>
<p>A cobrança era para acelerar investimentos, sobretudo em áreas como refino, fertilizantes e gás. Há também a expectativa de que, com Chambriard, aumente a pressão para explorar petróleo na margem equatorial, faixa costeira no norte da América do Sul — no Brasil ela vai do Amapá ao Rio Grande do Norte.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2024/05/26/a-area-de-energia-e-a-grande-contradicao-ambiental-de-lula" target="_blank">Nexo</a></p>
<p><em>O Nexo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-a-area-de-energia-e-a-grande-contradicao-ambiental-de-lula/">8.	“A área de energia é a grande contradição ambiental de Lula”</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<title>9.	A crise climática tem solução, diz diretor da SOS Mata Atlântica</title>
		<link>https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-a-crise-climatica-tem-solucao-diz-diretor-da-sos-mata-atlantica/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para Luís Fernando Guedes Pinto, desmatamento zero, restauração e agroflorestas podem transformar Mata Atlântica e outros biomas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-a-crise-climatica-tem-solucao-diz-diretor-da-sos-mata-atlantica/">9.	A crise climática tem solução, diz diretor da SOS Mata Atlântica</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para Luís Fernando Guedes Pinto, desmatamento zero, restauração e agroflorestas podem transformar Mata Atlântica e outros biomas</em></p>
<p>O agrônomo Luís Fernando Guedes Pinto costuma comparar a mata atlântica a um paciente que está na UTI. O bioma, que é o mais devastado do Brasil, conserva apenas 24% da cobertura vegetal original e só 12,4% de florestas maduras e bem preservadas, além de ter mais de 2.000 espécies de plantas e animais em risco de extinção.</p>
<p>O diagnóstico não é animador, mas, para Guedes Pinto, a doença tem cura. Segundo o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, o remédio é, por um lado, zerar o desmatamento; por outro, promover a restauração em larga escala, recuperando até 15 milhões de hectares de floresta.</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2024/05/a-crise-climatica-tem-solucao-diz-diretor-da-sos-mata-atlantica.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
<p><em>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-a-crise-climatica-tem-solucao-diz-diretor-da-sos-mata-atlantica/">9.	A crise climática tem solução, diz diretor da SOS Mata Atlântica</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<title>10.	“Desertos verdes”? Os riscos ambientais das medidas que incentivam as florestas de eucalipto sem licenciamento</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[7437, 28 de maio de 2024]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mudanças recentes em leis nacionais e estaduais incentivam o cultivo das 'florestas plantadas', cuja expansão preocupa pesquisadores do RS</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-desertos-verdes-os-riscos-ambientais-das-medidas-que-incentivam-as-florestas-de-eucalipto-sem-licenciamento/">10.	“Desertos verdes”? Os riscos ambientais das medidas que incentivam as florestas de eucalipto sem licenciamento</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mudanças recentes em leis nacionais e estaduais incentivam o cultivo das &#8216;florestas plantadas&#8217;, cuja expansão preocupa pesquisadores do RS</em></p>
<p>No dia 8 de maio, quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou uma alteração na Política Nacional do Meio Ambiente: o projeto de lei 1.366/22, do Senado, que excluiu da lista de atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais a silvicultura, segmento agroindustrial que planta florestas como pinus e eucaliptos para extrair celulose do rol de atividades potencialmente poluidoras e que utilizam de recursos ambientais.</p>
<p>Na prática, se a medida for sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o setor não precisará mais de licenciamento ambiental, nem estará sujeita ao pagamento da TFCA (Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental).</p>
<p>Veja o texto na íntegra: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxeev8l3mpko" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-desertos-verdes-os-riscos-ambientais-das-medidas-que-incentivam-as-florestas-de-eucalipto-sem-licenciamento/">10.	“Desertos verdes”? Os riscos ambientais das medidas que incentivam as florestas de eucalipto sem licenciamento</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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