“Mais importante do que questionar se modelo faz sentido é discutir como preservar sua qualidade durante a expansão. Tempo integral não é um fim, mas condição que torna o desenvolvimento pleno dos estudantes um projeto possível”, escrevem Priscila Cruz, Olavo Nogueira Filho e Gabriel Corrêa, respectivamente, presidente, diretor-executivo e diretor de políticas públicas do Todos Pela Educação, em artigo para a Folha de S. Paulo