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	<title>Jornal da Ciência &#187; 6978, 27 de julho de 2022</title>
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		<title>1.	Reunião Anual recebe Lula nesta quinta-feira para série de debates com presidenciáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Especial 74ª Reunião Anual da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Durante o encontro, amanhã, às 11h, Renato Janine Ribeiro, presidente da SBPC, entregará  documento com propostas da comunidade científica para políticas públicas em diversos setores do País. Sexta-feira, o candidato Ciro Gomes estará na UnB para o segundo debate</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Durante o encontro, amanhã, às 11h, Renato Janine Ribeiro, presidente da SBPC, entregará  documento com propostas da comunidade científica para políticas públicas em diversos setores do País. Sexta-feira, o candidato Ciro Gomes estará na UnB para o segundo debate</em></p>
<p>A 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) receberá nesta quinta-feira, 28 de julho, na Universidade de Brasília (UnB), o candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ex-presidente da República é um dos três convidados para a série de debates “Encontro com os presidenciáveis”.</p>
<p>Durante o encontro, Renato Janine Ribeiro, presidente da SBPC e ex-ministro da Educação, entregará ao candidato o documento <a href="http://portal.sbpcnet.org.br/wp-content/uploads/2022/07/cadernos_SBPC_2022_1907.pdf">“Projeto Brasil Novo”</a>, que traz propostas de políticas públicas em diferentes setores para a próxima gestão. O documento foi elaborado pela SBPC com especialistas ao longo do primeiro semestre deste ano, em uma série de seminários temáticos.</p>
<p>O encontro será no auditório da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB). Por questão de capacidade do local, apenas convidados e jornalistas credenciados poderão entrar no local. Mas a sessão será transmitida em tempo real em dois telões localizados no Instituto Central de Ciências (ICC), do campus Darcy Ribeiro: na Ala Sul, em frente ao Centro de Vivência, e na Ala Norte, em frente ao Masc.</p>
<p>A imprensa interessada em cobrir presencialmente a participação de Lula na reunião poderá se credenciar neste link: <a href="https://forms.gle/XZF5t1iqrCSWQumf8" target="_blank">Credenciamento para Lula na SBPC</a>.</p>
<p><strong>Encontro com presidenciáveis</strong></p>
<p>A SBPC convidou os três candidatos que lideraram as intenções de voto nas pesquisas de opinião pública até o mês de junho – Lula, Bolsonaro e Ciro Gomes – para participar da série de debates “Encontro com presidenciáveis”, entre os dias 26 e 29 de julho, como parte da programação da 74ª Reunião Anual. O objetivo da iniciativa é abrir um canal de diálogo para apresentar propostas de políticas públicas e ter o comprometimento dos candidatos com as pautas defendidas pela entidade e pela comunidade científica e acadêmica que representa.</p>
<p>O candidato Ciro Gomes (PDT) será o segundo a participar da atividade. Ele estará na UnB nesta sexta-feira, 29 de julho também às 11h.</p>
<p>O candidato Jair Bolsonaro (PL) ainda não respondeu ao convite.</p>
<p><em>SBPC</em></p>
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		<title>2.	Penúltimo dia da programação científica da 74ª Reunião Anual da SBPC terá debates sobre educação, saúde e meio ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com 41 atividades ao longo do dia, presenciais e virtuais, agenda de discussões começa às 9h da manhã e vai até às 21h</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com 41 atividades ao longo do dia, presenciais e virtuais, agenda de discussões começa às 9h da manhã e vai até às 21h</em></p>
<p>Penúltimo dia de programação científica, nesta quinta-feira, 28 de julho, a 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) contará com painéis, mesas redondas e conferências sobre meio ambiente, educação e saúde. Serão 41 atividades promovidas pela SBPC e sociedades afiliadas, distribuídas pelos quatro<em> campi</em> da Universidade de Brasília (UnB) e também online. Confira a seguir alguns temas que serão discutidos.</p>
<p>Entre os destaques do dia, está a palestra conferência <strong>&#8220;Compaixão e ciência: as ideias filosóficas que permitiram combater a covid&#8221;</strong> proferida por Renato Janine Ribeiro, presidente da SBPC. A atividade, que será realizada às 9h no Anfiteatro 12 do ICC com transmissão pelo canal da SBPC no YouTube, será apresentada por Helena Nader.</p>
<p>No mesmo horário, Julio Croda, professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e Yale School of Public Health, irá apresentar a conferência online <strong>&#8220;Covid-19: vacinas e novas variantes&#8221;</strong>.  Promovida pela Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais (SBMAT), a atividade será transmitida pelo YouTube da entidade.</p>
<p>De forma presencial, Dalton Lopes Martins, professor da Universidade de Brasília, irá proferir a conferência <strong>“Acervos digitais e coleções universitárias: ampliando o acesso e a difusão de informação científica para a sociedade”</strong>, às 9h, no Anfiteatro 08 do ICC. A atividade será apresentada pela diretora da SBPC, Francilene Procópio Garcia.</p>
<p>Entre os destaques de educação está a mesa-redonda <strong>“Repensar nosso futuro juntos – um novo contrato social pela educação?</strong>”, que contará com a participação dos ex-ministros da Educação Cristovam Buarque, Aloizio Mercadante e Rossieli Soares. A atividade, será realizada no anfiteatro 12 do ICC às 13h, com transmissão pelo canal da <a href="youtube.com/canalsbpc" target="_blank">SBPC no YouTube</a>, com apresentação do presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro.</p>
<p>O dia oferece ainda debates sobre Meio Ambiente. Às 16h, José Antonio Aleixo da Silva, professor titular da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), coordena a mesa-redonda virtual <strong>“O Código Florestal 10 anos depois. Meio ambiente X agronegócio”</strong>. A atividade contará com a participação de Ricardo Ribeiro Rodrigues, professor titular da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), Mercedes Bustamante, professora da UnB, e Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A sessão será transmitida pelo canal da SBPC no Youtube.</p>
<p>Também às 16h, no anfiteatro 9, do ICC, Fernanda Sobral, vice-presidente da SBPC, coordena o debate <strong>“Geografia da fome: insegurança alimentar e aumento da fome na pandemia”</strong>. A mesa-redonda contará com a participação de Ana Maria Segall-Corrêa, professora associada (Livre Docente em 2008) aposentada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com vinculo de professora colaboradora no curso de Pós-graduação da Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Rubem Carlos Araújo Guedes, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Sílvio Crestana, professor convidado e orientador do Programa de Pós-graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de São Carlos-USP e um dos fundadores da Embrapa Instrumentação Agropecuária, e Nathalie Beghin, coordenadora da Assessoria do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em Brasília.</p>
<p>O dia será encerrado com a <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/convocacao-assembleia-geral-ordinaria-dos-socios-da-sbpc-3/" target="_blank"><strong>“Assembleia Geral Ordinária dos Sócios da SBPC”</strong></a> no anfiteatro 12 do ICC.</p>
<p>Confira aqui todas as informações sobre o evento: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/74RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/74RA/</a>.</p>
<p><em>Jornal da Ciência </em></p>
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		<title>3.	Pós-graduação: retomada da avaliação encontra desafios</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Presidente da Capes apresentou o novo diretor efetivo de Avaliação Nacional da Pós-Graduação da agência, Sergio Avellar, funcionário de carreira da instituição</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presidente da Capes apresentou o novo diretor efetivo de Avaliação Nacional da Pós-Graduação da agência, Sergio Avellar, funcionário de carreira da instituição</em></p>
<p>Após um 2021 tumultuado, a avaliação quadrienal da pós-graduação (PD) deve ser concluída no prazo, em dezembro de 2022, garantiu Sergio Avellar, novo diretor efetivo de Avaliação Nacional da Pós-Graduação da agência de Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>
<p>Funcionário de carreira da agência, Avellar fez ontem um balanço da avaliação de 4.516 programas, garantindo que a portaria que estabeleceu o calendário de avaliação ainda em 15 de dezembro de 2021, está sendo seguida à risca. “Estamos dentro do nosso cronograma, sempre superando dificuldades, desafios, intercorrências, com muito diálogo, com muita interação”, afirmou.</p>
<p>Ele foi anunciado como novo diretor pela própria presidente da Capes, Cláudia Mansani Queda de Toledo, durante o painel “A Avaliação da Pós-Graduação”, realizado na tarde de terça-feira (26/7), na programação do segundo dia da 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</p>
<p>Coordenado pela professora emérita da Universidade de Brasília (UnB), Fernanda Antônia da Fonseca Sobral, vice-presidente da SBPC, o evento foi realizado na modalidade virtual. Além de Claudia Toledo e Sergio Avellar, contou com a participação de Anderson Stevens Leônidas Gomes, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Antônio Carlos de Souza Lima, do Museu Nacional; Carlos Frederico Martins Menck, da Universidade de São Paulo (USP) e Vinícius Soares, recém-eleito presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) em substituição a Flavia Calé que esteve à frente da entidade nos dois últimos mandatos, de 2018 a 2022.</p>
<p>Em 2021, o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) sofreu uma inédita intervenção determinada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, acatando, de forma liminar, uma ação do Ministério Público determinando a suspensão das atividades de avaliação da Capes. A ação alcançou o SNPG em um momento decisivo da Avaliação Quadrienal que estava em curso, atrasando todo o processo.</p>
<p>Na análise da pós-graduação em si, Carlos Menck destacou que, apesar da concentração nas regiões Sul e Sudeste, houve uma expansão para outras regiões do pais (Norte, Nordeste e Centro-Oeste), tanto em número de alunos quanto em qualidade dos programas. “Por exemplo, o Pará tinha um programa (classificação Capes) 6 ou 7 em 2007, em 2017 já tinha quatro”. Para ele, esse crescimento regional da PG é importante para levar a ciência e tecnologia a todo país.</p>
<p>Antônio Carlos de Souza Lima destacou a relevância do acompanhamento sistemático dos egressos dos programas, que passou a ser feito a partir do atual processo de avaliação da Capes, do qual ele fez parte. “Não posso dar dados, mas posso dizer que foi imensamente satisfatório ver que programas às vezes que estão com notas baixas, porque são ou iniciantes ou por alguma razão, não contaram muitos aportes para um melhor crescimento, apresentam uma taxa de empregabilidade no plano local e regional altíssima”.</p>
<p>Vinícius Soares que vai conduzir a ANPG no período 2022-2024, opinou que o trabalho de avaliação da PG tem que levar em consideração daqui para frente os impactos da pandemia de covid-19. “Nesse último período a gente acabou tendo muita instabilidade no processo de avaliação da quadrienal 2017-2021 também por causa da pandemia”. Para ele, é necessário ainda medir os impactos do que ele chamou de “interferências externas”, ou seja, a ação judicial que paralisou os trabalhos. “A quem serve a paralisação do nosso sistema de avaliação? ” questionou. Soares disse que era importante também olhar para o futuro, apontando os caminhos que a PG brasileira precisa tomar para responder aos desafios nacionais.</p>
<p>Para Anderson Stevens Leônidas Gomes (UFPE), olhar para o futuro é importante, mas propôs também olhar “pelo retrovisor” para constatar o quanto já se avançou. Ele sugeriu uma revisita ao relatório encomendado pela Capes em 2015/2016 que nunca foi divulgado. “Desse documento a gente tem uma definição clara do objetivo da pós-graduação: formar mestres e doutores capazes de enfrentar novos desafios científicos com independência intelectual”, comentou.</p>
<p>Em um sumário das apresentações, Fernanda Sobral destacou, entre as questões levantadas, a queda do valor das bolsas de estudos, a redução da proporção de bolsistas em relação aos alunos e os impactos da pandemia. Segundo ela, a pandemia teve efeitos positivos e negativos. “Pode ter tido impacto positivo, de aprender a usar mais as tecnologias da informação, mas teve impacto na saúde das pessoas, na saúde mental dos pesquisadores”. Sobral acrescentou que, em sua visão, a próxima avaliação da PG deve considerar também a questão das políticas afirmativas.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2T7V_uNJbt8&amp;ab_channel=SBPCnet" target="_blank">Assista ao painel “Avaliação da Pós-Graduação” na íntegra, pelo canal da SBPC no Youtube.</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>4.	Aquecimento global: vantagens e desvantagens do Brasil</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-aquecimento-global-vantagens-e-desvantagens-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em conferência na 74ª Reunião Anual, cientista membro do IPCC e vice-presidente da SBPC, Paulo Artaxo, alerta para medidas que o Brasil tem que tomar para conter efeitos das mudanças climáticas</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em conferência na 74ª Reunião Anual, cientista membro do IPCC e vice-presidente da SBPC, Paulo Artaxo, alerta para medidas que o Brasil tem que tomar para conter efeitos das mudanças climáticas</em></p>
<p>O Brasil tem vantagens estratégicas para enfrentar o aquecimento global em comparação com outros países, mas também tem vulnerabilidades importantes que precisam ser enfrentadas. O alerta é do físico Paulo Artaxo, vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Ele fez a análise durante a conferência “Mudanças climáticas, seus impactos no Brasil e a construção de uma sociedade sustentável”, proferida nesta terça-feira (26/7), segundo dia da programação da 74ª Reunião Anual da SBPC.</p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2022/07/SBPC-Conferencia-Mudancas-Climaticas-e-sustentabilidade-26-julho-2022.pdf" target="_blank">Após uma apresentação dos principais indicadores apontados no último relatório do IPCC</a>, Artaxo enfatizou os prós e contras do Brasil, do ponto de vista de soluções, frente aos efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p>Uma delas, afirmou, é a possibilidade de reduzir 44% de emissões em seis anos, até 2028, sem qualquer prejuízo à sociedade, na verdade com ganhos ambientais. “O Brasil tem potencial solar e eólico que nenhum outro país do planeta tem, particularmente no Nordeste”, afirmou. No entanto, países como Suécia e Alemanha, com muito menos recursos naturais, geram mais energia solar e eólica que o Brasil.</p>
<p>Outra vantagem estratégica está no programa de biocombustíveis já consolidado, que pode ser extremamente útil em uma época de transição energética dos combustíveis fósseis. “Temos um potencial de sequestro de carbono que nenhum outro país do planeta tem, com potencial geração de renda através do mercado de carbono”, reiterou.</p>
<p>Por outro lado, ele listou como importantes vulnerabilidades a economia baseada no agronegócio &#8211; que pode não ser tão viável já nos próximos anos &#8211; e uma forte participação de hidroeletricidade na matriz energética, fonte que, embora limpa, é dependente do clima e da quantidade de chuvas. “Temos 8.500 km de áreas costeiras que são muito vulneráveis ao aumento do nível do mar e o Nordeste brasileiro, com aumento da temperatura projetado e o decréscimo de precipitação, pode não ser uma região viável já nas próximas décadas”, afirmou.</p>
<p>Tanto a energia quanto a produção agropecuária no Brasil estão fortemente vinculadas aos efeitos do aquecimento global, tanto na produção desse aquecimento (devido às emissões de metano e ao desmatamento) quanto nos efeitos (eventos extremos).</p>
<p>Paulo Artaxo chamou a atenção para a relevância de se perceber os riscos climáticos que afetam também a biodiversidade do planeta que é dependente diretamente do clima e das ações humanas, da estrutura da sociedade, o modo de consumo e sistema socioeconômico. “O que precisamos fazer é obter opções para reduzir os riscos climáticos e aumentar a resiliência da nossa sociedade às mudanças climáticas”.</p>
<p>Segundo ele, não há receitas simples, nem fáceis para lidar com essa é a “tarefa da nossa geração”. Por isso, será necessária muita ciência, em todas as áreas do conhecimento para construir um caminho que vai dos riscos para as soluções. “Ninguém tem solução do bolso do colete”, afirmou.</p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2022/07/SBPC-Conferencia-Mudancas-Climaticas-e-sustentabilidade-26-julho-2022.pdf" target="_blank">Veja a apresentação neste link</a>.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TJan6kqFcGE&amp;ab_channel=UnBTV" target="_blank">Assista à conferência “Mudanças Climáticas, seus impactos no Brasil e a Construção de uma sociedade sustentável&#8221; na íntegra, pelo canal da SBPC no Youtube.</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>5.	“Assédio institucional se tornou fenômeno assustadoramente frequente no serviço público”</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-assedio-institucional-se-tornou-fenomeno-assustadoramente-frequente-no-servico-publico/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sessão virtual da 74ª Reunião Anual da SBPC, na segunda-feira, reuniu autores do livro "Assédio Institucional no Brasil: Avanço do Autoritarismo e desconstrução do Estado". Publicação está disponível para download gratuito</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-assedio-institucional-se-tornou-fenomeno-assustadoramente-frequente-no-servico-publico/">5.	“Assédio institucional se tornou fenômeno assustadoramente frequente no serviço público”</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sessão virtual da 74ª Reunião Anual da SBPC, na segunda-feira, reuniu autores do livro &#8220;Assédio Institucional no Brasil: Avanço do Autoritarismo e desconstrução do Estado&#8221;. Publicação está disponível para download gratuito</em></p>
<p>Autores do recém-lançado livro “<a href="https://afipeasindical.org.br/content/uploads/2022/05/Assedio-Institucional-no-Brasil-Afipea-Edupb.pdf" target="_blank">Assédio Institucional no Brasil: Avanço do Autoritarismo e desconstrução do Estado</a>&#8220;, se reuniram nessa segunda-feira em uma sessão virtual da 74ª Reunião Anual da SBPC para apresentar alguns dos tópicos discutidos na obra e debater sobre o  conceito deste tipo de assédio, que, segundo os painelistas, se tornou um método de governo na atual gestão federal.</p>
<p>“O assédio institucional, moral e organizacional se tornou fenômeno assustadoramente frequente no serviço público. Esse assédio se caracteriza por um conjunto de discursos, de falas, de posicionamentos públicos. Mas não só. Também se caracteriza por imposições normativas, práticas administrativas, por parte daqueles que ocupam posição de mando, implicando constrangimentos, ameaças e toda uma sorte de deslegitimações aos servidores públicos”, descreveu Maria Filomena Gregori, professora da Universidade de Campinas (Unicamp) e coordenadora do <a href="http://portal.sbpcnet.org.br/observatorio-pesquisa-ciencia-e-liberdade/" target="_blank">Observatório Pesquisa, Ciência e Liberdade</a>, da SBPC, que presidiu a sessão.</p>
<p>Além de Gregori, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9MEV04p1X0o&amp;list=PLVigrCJ_g6LefI60MEkZELfDlrrfGInGE&amp;index=31" target="_blank">participaram da sessão</a> a jurista e ex-procuradora federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF), Débora Duprat; José Celso Cardoso, presidente da Associação dos Servidores do Ipea e Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea (Afipea); e Frederico A. Barbosa da Silva, doutor em antropologia pela UnB, servidor público federal no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e organizador do livro.</p>
<p>A obra reúne 20 artigos assinados por 51 pesquisadores de instituições e universidades brasileiras para conceitualizar e fornecer dados empíricos sobre uma série de ações que visam minar e deteriorar instituições públicas e seu corpo técnico, denominada assédio institucional.  Segundo Barbosa da Silva, o termo emerge da busca por compreender processos de múltiplos níveis que caracterizam a atuação governamental nesses últimos anos, e que podem ser definidos como processos de “desdemocratização” do Estado e da sociedade no Brasil de Bolsonaro</p>
<p>“Temos vários exemplos de assédios em diferentes níveis. Desde o discurso das lideranças políticas até o desdobramento disso tudo no funcionamento cotidiano das instituições, com perda de orçamento, minimização de processos de participação, perda de recursos humanos e com outras estratégias, restrições administrativas, assédios internos, afastamentos. Ou seja, o assédio ganha uma dimensão e uma complexidade enorme”, afirmou.</p>
<p>Débora Duprat, que foi sub-procuradora Geral da República, falou sobre a gênese do governo populista brasileiro que enfraqueceu as instituições públicas e promoveu o assédio institucional a uma prática generalizada. “Antes de chegarmos a este conceito de assédio institucional, nós já percebíamos algo de muito errado na administração pública federal brasileira. O governo Bolsonaro se inicia com a Medida Provisória 870, que é uma medida que vai regulamentar a administração pública. E já nessa MP tinham coisas impressionantes, por exemplo, se extinguia o Consea, Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que naquele momento fazia parte de um sistema e não de colocou nada no lugar”, disse.</p>
<p>Criado em 1993, o Consea teve uma atuação ativa no combate à fome e nas iniciativas para promover uma alimentação mais saudável. “Foi um importante mecanismo para retirar o Brasil do mapa mundial da fome. E, naquele momento, em 2019, quando o governo teve início, a fome já alcançava patamares assustadores. E, mesmo assim, ele desorganiza esse sistema nacional.”</p>
<p>Além do Consea, Bolsonaro ao assumir a Presidência, desorganizou administrativamente a Funai (Fundação Nacional do Índio), tirando do Ministério da Justiça, e passando ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Além disso, passou a demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura e da Pecuária. “Que aloja o agronegócio e, portanto, tem uma pauta incompatível com a pauta indígena. Isso não foi totalmente acolhido pelo Congresso Nacional, na maior parte ele não conseguiu avançar, mas já mostrava a intenção de desorganizar a administração pública”.</p>
<p>Duprat cita ainda os exemplos das nomeações do governo: Abrahan Weintraub na Educação, sendo contra escolas e Universidades públicas; Ernesto Araújo que acabou com a política internacional brasileira, tão bem consolidada no mundo; o Ricardo Salles, contra o Meio Ambiente. “Uma sucessão de nomeações de pessoas absolutamente incompatíveis com as pautas pelas quais são responsáveis. Mais que incompatíveis, pessoas contrárias a essas pautas”, ressaltou.</p>
<p>Também teve o desfinanciamento de políticas importantes.  Um exemplo foi o contingenciamento linear de 30% nas universidades federais, minando a capacidade de funcionamento delas. “Como é que surge um fenômeno como esse, que põe por terra, conquistas sociais tão recentes?”, perguntou a jurista.</p>
<p>“Quando ele encarna a figura do povo, ele confunde sociedade e Estado. Ele junta o que a democracia separou. E ao fazer isso, ele vai negar esse princípio da divisão existente no interior da sociedade civil. Ele torna a burocracia inoperante. Porque a burocracia se constitui como espaço de conhecimento. E é esse conhecimento que precisa ser destruído pelo líder populista. E por isso que os servidores, técnicos, também são colocados de lado, porque você não pode produzir conhecimento, porque ao produzi-lo, você está fazendo de alguma maneira funcionar aquela burocracia que o líder populista, totalitarista, tem que destruir”, explica Duprat.</p>
<p>A condução da pandemia ilustra a explicação da jurista. Na maior crise sanitária dos últimos tempos, os especialistas, o conhecimento científico, foram desprezados pelo governo, que passou ele mesmo a prescrever remédios, a decidir sobre vacinas, sobre medidas de isolamento, uso de máscaras.</p>
<p>“Há nesse governo uma necessidade de não produzir dados. Porque os dados orientam políticas, eles produzem resultados positivos. O diretor do Inpe, Ricardo Galvão, foi demitido ao divulgar dados sobre o desmatamento. O Censo Demográfico foi suspenso e sua descontinuidade gera impactos severíssimos nas políticas públicas. O governo não produziu dados sobre a covid. Foi preciso que um consórcio da imprensa informasse sobre o número de mortos”, lembrou.</p>
<p>José Celso Cardoso, presidente da Afipea, criou o conceito “assédio institucional” para definir o conjunto de práticas levadas a cabo no atual governo, mas que, segundo ele, já estavam em andamento desde o governo anterior, de Michel Temer.</p>
<p>“O assédio sempre existiu, é um fenômeno que tem a ver com o fato das pessoas envolvidas se conhecerem previamente, com motivações pessoais que levam ao estabelecimento de comportamentos deletérios ao ambiente de trabalho e para a própria relação entre as pessoas – ameaças, constrangimentos, desqualificações públicas. Mas o que começamos a perceber é que estávamos diante de casos que não guardavam similaridade com essas características iniciais tradicionais. Não havia relação interpessoal prévia nos assédios verificados, o assédio estava intermediado por um conjunto de relações que não necessariamente dependiam das pessoas se conhecerem ou conviverem no mesmo espaço de trabalho. Há uma questão ligada a uma visão de País, de Estado, de políticas públicas que coloca em posições antagônicas, de modo radical, esses personagens envolvidos nos casos de assédio”, definiu.</p>
<p>Ainda que o assédio institucional se converta em assédio moral, a motivação não é pessoal, reforça o especialista. É uma motivação de índole organizacional, ou institucional ou política. Outra característica desse tipo de assédio é a escala. “O assédio passou a ser a regra nas instituições públicas”, disse.</p>
<p>Uma terceira característica que se distingue é que esse assédio institucional parece ter uma funcionalidade, por meio do qual o governo busca atingir objetivos de condução do Estado, mudando o rumo das políticas públicas para as quais esses órgãos foram criados, negando a atuação dos servidores envolvidos. A desidratação orçamentária é um modo sutil de fazer isso.  Segundo Cardoso, as pessoas vão sentir isso indiretamente, na medida em que os serviços públicos perderem qualidade, capacidade, e as condições de vida dos cidadãos vão se deteriorando. “O assédio como método de governo exige o desmonte das estruturas pré-existentes”, afirma.</p>
<p>O livro “Assédio Institucional no Brasil: Avanço do Autoritarismo e desconstrução do Estado&#8221; <a href="https://afipeasindical.org.br/content/uploads/2022/05/Assedio-Institucional-no-Brasil-Afipea-Edupb.pdf" target="_blank">está disponível para download gratuito neste link</a>.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9MEV04p1X0o&amp;list=PLVigrCJ_g6LefI60MEkZELfDlrrfGInGE&amp;index=31" target="_blank">Assista à sessão na íntegra</a>.</p>
<p><em>Danela Klebis – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>6.	Brasil precisa retomar projetos científicos de cooperação internacional, alertam especialistas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em evento realizado na 74ª Reunião Anual da SBPC, cientistas criticam falta de continuidade das relações globais pelo Governo Federal</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em evento realizado na 74ª Reunião Anual da SBPC, cientistas criticam falta de continuidade das relações globais pelo Governo Federal</em></p>
<p>O Brasil precisa retomar a sua participação em projetos científicos de cooperação internacional. Este foi o principal diagnóstico da mesa-redonda sobre o tema, realizada na última terça-feira (26/07), às 13h, no Anfiteatro 09 do Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília (ICC/UnB).</p>
<p>O evento fez parte da programação da 74ª Reunião da SBPC, que segue com atividades híbridas até o dia 30. Participaram do debate Sergio Machado Rezende, ex-ministro da Ciência e Tecnologia do Governo Lula (2005-2010) e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Luiz Davidovich, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Aldo Malavasi, membro do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). A conversa foi mediada pelo vice-presidente da SBPC, Paulo Artaxo.</p>
<p>Abrindo as falas, o professor Luiz Davidovich trouxe um levantamento realizado em 2018, que listou grandes projetos globais. Davidovich explicou que os projetos científicos de cooperação internacional vêm de problemáticas que integram todas as nações.</p>
<p>“É quando pensamos em grandes problemas, problemas globais que necessitam de colaboração, como a regulação do espaço aéreo, ou seja, a gestão de satélites; os estudos na Antártida, porque um país só pode estar lá se for para fazer pesquisa; a poluição nos oceanos; além de temas mais digitais, como a internet e estudos sobre inteligência artificial.”</p>
<p>Aqui no Brasil, o especialista destacou o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que já fechou 78 acordos bilaterais com 89 instituições em 56 países, e citou também o acelerador de partículas Sirius, o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, e o SUS (Sistema Único de Saúde), que considera “o maior sistema de saúde pública do mundo”.</p>
<p>Davidovich  concluiu sua fala alegando que o descaso do Governo Federal sobre a ciência global está fazendo com que o país caia posições em rankings internacionais de produção científica, e alertou que a Amazônia precisa ser olhada como foco de colaboração internacional.</p>
<p>“Leva muito tempo para construir um sistema de ciência e tecnologia no país, mas leva pouco tempo para destruí-lo. Nós precisamos de mais ciência, de mais colaboração, até para impedirmos a extinção dessa floresta”, alertou.</p>
<p>Já o professor Aldo Malavasi, do CTMSP, trouxe o panorama da Agência Internacional de Energia Atômica, uma entidade da ONU (Organização das Nações Unidas), que visa acompanhar o desenvolvimento de pesquisas sobre aplicações nucleares para controle em prol da paz.</p>
<p>Destacou as principais aplicações, principalmente nas áreas de segurança alimentar e medicina nuclear &#8211; essa última, que conta com atuação do País. “A cooperação brasileira nessa área é muito grande, principalmente nas definições de diagnóstico e tratamento”, pontuou.</p>
<p><strong>Retomada de cooperações internacionais é urgente</strong></p>
<p>Ex-Ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende trouxe um panorama da governança de CT&amp;I no Brasil em sua fala.  “O final dos anos 1980 e o início dos anos 1990 foram muito ruins para a Ciência, Tecnologia e Inovação, por conta da falta de recursos, algo que só foi melhorar entre os anos de 1999 e 2002”, explicou.</p>
<p>Rezende disse que, durante a sua gestão (no governo Lula), foi um dos encarregados na elaboração do Plano Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que contou com 87 programas, que foram realizados no País de 2003 a 2010. E entre os temas desse plano estava a expansão internacional, realizada por meio das agências de fomento federais e dos INCTs, Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Entre os exemplos de programas de cooperação internacional que o Brasil participou, Rezende mencionou o <a href="https://www.auger.org/" target="_blank">Pierre Auger Observatory</a>, um observatório localizado no deserto de Mendoza, na Argentina, em que o Brasil participou da construção em 2005, e o <a href="https://home.cern/" target="_blank">CERN</a> (European Organization for Nuclear Research), um dos maiores laboratórios mundiais para o estudo de partículas.</p>
<p>Houve também a tentativa de inclusão do país no EsO (European Southern Observatory), uma organização intergovernamental de pesquisa em astronomia, composta por 17 países. “Em 2010, o presidente Lula propôs a entrada do País na entidade para possibilitar a utilização do observatório pelos astrônomos brasileiros, mas não conseguimos entrar até hoje”, detalhou.</p>
<p>Rezende reforçou que entre os anos de 2003 e 2010, o Brasil assinou acordos de cooperação internacional com nove países, e em 2010 foi lançado Sirius, que deve ser usado para pesquisas científicas globais.</p>
<p>“É necessária uma mudança de rumo da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil de hoje. Nos últimos anos, a situação foi trágica. Só em 2021, dos R$ 5 bilhões arrecadados no FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), foram disponibilizados apenas R$ 500 milhões. Essa queda também atingiu diretamente o MCTI. Mas, no geral, sou positivo. O Brasil já passou por várias crises, e vamos superar a crise hoje”, concluiu.</p>
<p>O vice-presidente da SBPC, Paulo Artaxo, que estava conduzindo os debates na mesa, reforçou o papel do acelerador de partículas localizado em Campinas, e disse que o País precisa lutar para a expansão dos polos científicos:</p>
<p>“O Sirius é a única grande infraestrutura do país. O país que é a 10ª maior economia do  mundo só tem um superlaboratório. Isso é constrangedor. E vamos trabalhar para termos um Sirius em cada estado”, ponderou</p>
<p><em>Rafael Revadam &#8211; Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>7.	Fronteiras da inovação é tema de mesa-redonda da 74ª Reunião Anual da SBPC</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A atividade contou com a participação de Glaucius Oliva, professor titular do Instituto de Física de São Carlos e coordenador CIBFar da Fapesp, e Cristiano R. W. Guimarães, da startup Nintx</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A atividade contou com a participação de Glaucius Oliva, professor titular do Instituto de Física de São Carlos e coordenador CIBFar da Fapesp, e Cristiano R. W. Guimarães, da startup Nintx </em></p>
<p>“Fronteiras da inovação: desafios para o desenvolvimento de novos produtos” foi tema de mesa-redonda realizada na terça-feira, 26 de julho, durante a 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A atividade contou com a participação de Glaucius Oliva, professor titular do Instituto de Física de São Carlos (UFSCar) e coordenador do Centro de Pesquisa e inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); e Cristiano R. W. Guimarães, da startup Nintx (Next Innovative Therapeutics). A atividade foi coordenada por Laila Salmen Espindola, diretora da SBPC.</p>
<p>Segundo Oliva, o Brasil enfrenta vários desafios para gerar inovação, dentre eles, a promoção de investimento pelas empresas, capacidade de atrair talentos, melhorar a educação e a percepção da sociedade sobre o valor e a importância da ciência. “É preciso investir em informação e conhecimento, já que ambos são os principais componentes do patrimônio do século 21”, afirmou.</p>
<p>O pesquisador ressaltou que em todo o mundo a universidade moderna estende seu papel de geração de transmissão de conhecimento, para incluir também a missão de inovação. “A geração de inovação nem sempre é algo novo, mas ela pode gerar novos processos, serviços ou políticas públicas, tornando assim, as coisas mais baratas e acessíveis.”</p>
<p>Oliva afirma que no Brasil grandes empresas públicas, como Embraer e Petrobras, e instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), permitiram uma troca de conhecimentos que estimula a pesquisa científica na academia e com isso permitiram inovações.</p>
<p>Ao falar de patentes, o coordenador do CIBFar comemorou o crescimento do número de registros no País depositados por universidades, segundo dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). &#8220;Entre 2014 e 2019, 76% das instituições que mais registraram patentes são universidades públicas. Dentre as universidades públicas que mais se destacam no protocolo de títulos industriais estão as Universidades Federais de Campina Grande (UFCG), Minas Gerais (UFMG), Paraíba (UFPB), junto à Universidade de São Paulo (USP).&#8221;</p>
<p>Guimarães, da startup Nintx, por sua vez, apresentou dados da indústria e ressaltou que ainda há uma ‘certa’ desconexão entre a academia e o setor industrial. Ele também criticou a pressa das universidades brasileiras de correr atrás de números, sem focar no objetivo de gerar produtos.</p>
<p>&#8220;Me incomoda muito ver as universidades brasileiras correndo para patentear. Não é por falta de conteúdo, mas imagino que elas estejam buscando apenas números. Às vezes você está destruindo a sua futura inovação porque patenteou antes do prazo, já que não tem nada que possa gerar um produto. E ainda gerou um empecilho para você mesmo lá na frente, já que você não vai conseguir patentear algo robusto para oferecer para indústria farmacêutica ou qualquer outra empresa. A gente precisa aprender o momento correto para patentear, ter estratégia de território.</p>
<p>Segundo Guimarães, as empresas farmacêuticas investem muito em pesquisa e desenvolvimento, além de buscar nas universidades pessoas. “Sabemos que conhecimentos são gerados na multidisciplinaridade desses ambientes&#8221;, concluiu.</p>
<p><em>Vivian Costa – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>8.	Museus devem ser preservados e defendidos</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-museus-devem-ser-preservados-e-defendidos/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 18:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Descaso com patrimônio nacional é discutido durante painel da 74ª Reunião Anual da SBPC</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descaso com patrimônio nacional é discutido durante painel da 74<sup>a</sup> Reunião Anual da SBPC </em></p>
<p>O Brasil conta com mais de três mil museus espalhados por todo seu território. Os dados são de uma pesquisa conjunta realizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Ministério da Educação (MinC). No entanto, o país ainda está muito a dever em relação ao cuidado com seu acervo. Isso foi o tema de discussão do painel “Museus em Perigo &#8211; o Brasil Descuida do seu Patrimônio”, realizado de modo virtual durante a 74.ª Reunião Anual da SBPC nesta terça-feira (25), às 16h.</p>
<p>Moderado por Ennio Candotti, coordenador geral do projeto do Museu da Amazônia (MUSA) e presidente de honra da SBPC, o painel contou com a participação de Alexander Wilhelm Armin Kellner, professor do Departamento de Geologia e Paleontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cassio Costa Laranjeiras, professor do Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB), e Laércio Ferracioli, professor do Departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).</p>
<p>Talvez o maior exemplo de descaso com o patrimônio brasileiro seja o caso o do Museu Nacional. Vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), constituiu um dos maiores museus de história natural e de antropologia das Américas até o incêndio de 2018, que destruiu quase a totalidade de se acervo. Kellner falou dos desafios para a recuperação do museu. As obras começaram em 2021, mas desde 2020 instituições brasileiras e internacionais se organizaram no projeto Museu Nacional Vive para lutar por sua reconstrução. A fachada do prédio histórico deverá ser restaurada até setembro deste ano, quando se celebra o Bicentenário da Independência do Brasil. O pesquisador também enfatizou a importância da integração entre o museu e a sociedade para manter vivo o patrimônio histórico do país. “Um museu que não consegue dialogar com a sociedade está condenado  à extinção se não mostrar à sociedade que ela tem que investir em seus museus, ela já está parcialmente extinta”.</p>
<p>Para incentivar esse maior engajamento, é preciso promover o envolvimento ativo entre o público e os pesquisadores, construindo um diálogo. Esse diálogo vai contribuir para se cultivar uma cultura científica, de forma a levar a população a cuidar desse patrimônio. “Trata-se de tornar a ciência acessível e interessante”, explicou Ferracioli. “É o engajamento público com a ciência, onde eu, pesquisador, vou tentar construir um diálogo com a sociedade de tal forma que esse diálogo seja inclusivo e tenha impacto.</p>
<p>Para Laranjeiras, é importante identificar a raiz do descaso com o patrimônio para se poder construir estratégias de preservação. “O descuido com o patrimônio surgirá como efeito com o descuido maior, que é cultural, que é com o conhecimento”, afirmou.</p>
<p>Candotti ressaltou que os museus são importantes não apenas para preservar a memória, mas também para celebrar a diversidade. Eles são espaços em que se permitem diferentes olhares, e onde convivem diversas histórias de vários povos, com diferentes maneiras de agir e pensar. “O museu é um local onde se faz uma de leitura do mundo”, disse.</p>
<p><strong>Assista ao painel na íntegra:</strong></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uC3IFxwumIo" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=uC3IFxwumIo</a></p>
<p><em>Chris Bueno – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>9.	“Todo ano é um não”: a luta por verba à ciência dentro do governo Bolsonaro</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-todo-ano-e-um-nao-a-luta-por-verba-a-ciencia-dentro-do-governo-bolsonaro/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 18:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Professores, pesquisadores e representantes de entidades científicas nacionais receberam os responsáveis do governo federal na segunda-feira (25), primeiro dia da Reunião Anual da SBPC</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Professores, pesquisadores e representantes de entidades científicas nacionais receberam os responsáveis do governo federal na segunda-feira (25), primeiro dia da Reunião Anual da SBPC </em></p>
<p>Os principais chefes federais da ciência e das agências de fomento e pesquisa do país afirmam que estão travando uma luta —até certo ponto inglória— para tentar sensibilizar a área econômica do governo de Jair Bolsonaro (PL) a colocar mais recursos no setor, suprindo assim as carências e reajustando valores das bolsas.</p>
<p>Professores, pesquisadores e representantes de entidades científicas nacionais receberam os responsáveis do governo federal na segunda-feira (25), primeiro dia da reunião anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) —que congrega 170 das maiores entidades acadêmicas e científicas do país. O evento ocorre até sábado na UnB (Universidade de Brasília).</p>
<p>O primeiro a participar do evento, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, reconheceu que a pasta tem lutado, mas encontra dificuldades em conseguir mais recursos federais para a ciência. &#8220;Nosso maior desafio é capital humano. Há quatro anos, a gente pede abertura de concurso para o ministério [da Economia], e todo ano recebe um não&#8221;, diz.</p>
<p>&#8220;A gente precisa de mais pesquisadores, e temos desafios —no caso do governo federal— do valor das bolsas. Esse é um esforço que estamos conduzindo&#8221;, completa.</p>
<p>Hoje no país, o valor de uma bolsa de mestrado é de R$ 1.500 ao mês, e de doutorado, R$ 2.200. O valor não é reajustado desde 2013 (de lá para cá a inflação alcançou 78%, segundo dados do IPCA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia na íntegra:<a href="https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2022/07/27/todo-ano-e-um-nao-a-luta-por-verba-a-ciencia-dentro-do-governo-bolsonaro.htm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>10.	Sessão analisa lutas históricas e atuais da UnB</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 18:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6978, 27 de julho de 2022]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mesa em comemoração aos 60 anos da Universidade trouxe reflexões sobre ditadura militar, movimentos estudantis e questões contemporâneas</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesa em comemoração aos 60 anos da Universidade trouxe reflexões sobre ditadura militar, movimentos estudantis e questões contemporâneas</em></p>
<p>A Universidade de Brasília realizou sessão especial em comemoração a seus 60 anos na 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC). O evento, intitulado 60 anos da UnB e suas lutas, aconteceu nesta segunda-feira (25), no campus Darcy Ribeiro, e rememorou a história da Universidade, ao abordar desafios do passado e do presente.</p>
<p>A reitora Márcia Abrahão recordou fatos da UnB após o período mais intenso da ditadura militar. Contou que em 1983, enquanto estudante de graduação, teve os primeiros contatos com a pulsação bem característica da Universidade, quando o Departamento de Física entrou em greve. “Já na década de 1990, tivemos momentos difíceis de financiamento e cortes. Em 1996, houve uma greve de docentes em que ficamos sem salário. Em 2008, tivemos uma forte crise, na qual o movimento estudantil foi muito importante e resultou na renúncia do reitor. Foi também um momento triste na UnB”, lembrou.</p>
<p>O cineasta Vladimir Carvalho rememorou as lutas da Universidade no período da ditadura e a resistência dos estudantes e professores, principalmente na década de 1970. “A UnB sobrevive pelo seu capital de história. Ela foi envolta em uma espécie de vacinação que produziu anticorpos pelos inúmeros episódios em seus 60 anos de existência. É notável e extraordinária essa resistência. O que aconteceu no período da ditadura foi uma resistência surda vivida aqui nesses auditórios e salas de aula”, disse o professor emérito da UnB.</p>
<p>Ana Amélia Lins, secretária da Associação Comitê Elos da Cidadania dos Funcionários do Banco do Brasil e Amigos, contou um pouco da história da UnB, passando por sua idealização, criação, resistência na ditadura e movimento estudantil. Ana Amélia iria iniciar o curso de Arquitetura na UnB, mas foi expulsa em 1969 pelo Decreto-Lei n. 477, que previa a punição de professores, alunos e funcionários de universidades considerados culpados de subversão ao regime militar. “Temos que entender que não vamos voltar pra trás, por mais que estejam tentando fazer com que isso aconteça”, refletiu.</p>
<p>A reitora Márcia Abrahão ressaltou a importância da constante atuação discente: “Os estudantes sempre estiveram presentes e foram protagonistas em várias formas de luta. Quando eu era decana de Ensino de Graduação, passei a ser responsável pelo Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que resultou no aumento de vagas e criação dos campi do Gama e Ceilândia. Mas os estudantes não aceitaram o projeto inicial e tivemos todo um trabalho de diálogo. Acabamos aprovando um novo projeto do Reuni por unanimidade. Isso mostra que a Universidade e os estudantes estão sempre dispostos a discutir.”</p>
<p>Vladimir Carvalho ainda destacou os desafios atuais da instituição. “Lamento que vivamos hoje um momento de luta. Acompanho pelos jornais a luta de Márcia Abrahão para manter a Universidade em pé, funcionando a todo vapor, como acontece hoje. Toda universidade brasileira sofre com isso, mas estamos na capital da República e fomos, de certa maneira, penalizados por ocuparmos esse espaço. A professora Márcia, assim como toda a comunidade da UnB, está resistindo e vai resistir. Nós vamos vencer porque temos história e temos a devida dose de anticorpos.”</p>
<p>Em relação a essas lutas atuais, a reitora ressaltou a situação alarmante de redução orçamentária. “É importante que a gente saiba que o futuro de qualquer nação depende de uma educação livre e de financiamento para a educação, ciência e tecnologia. É questão de sobrevivência e de futuro da nossa nação. Eu e os outros reitores resistimos e vamos continuar resistindo”, afirmou.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://noticias.unb.br/76-institucional/5903-sessao-analisa-lutas-historicas-e-atuais-da-unb" target="_blank">UnB Notícias</a></p>
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