<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jornal da Ciência &#187; 5750, 26 de setembro de 2017</title>
	<atom:link href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/category/edicoes/5750/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br</link>
	<description>Jornal da Ciência</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 21:06:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.0.38</generator>
	<item>
		<title>1.	SBPC comemora revogação de decreto que extinguia a Renca</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-sbpc-comemora-revogacao-de-decreto-que-extinguia-a-renca/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-sbpc-comemora-revogacao-de-decreto-que-extinguia-a-renca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 18:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124384</guid>
		<description><![CDATA[<p>Medida publicada no Diário Oficial desta terça-feira, 26, veio após pressão de diversos setores da sociedade, inclusive a SBPC, que encaminhou uma carta ao presidente no dia 1º de setembro alertando para as graves consequências de legalizar a exploração da região</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-sbpc-comemora-revogacao-de-decreto-que-extinguia-a-renca/">1.	SBPC comemora revogação de decreto que extinguia a Renca</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medida publicada no Diário Oficial desta terça-feira, 26, veio após pressão de diversos setores da sociedade, inclusive a SBPC, que encaminhou uma carta ao presidente no dia 1º de setembro alertando para as graves consequências de legalizar a exploração da região</em></p>
<p>Após muita polêmica e pressão de cientistas, ambientalistas, artistas, parlamentares e toda a sociedade, o presidente da República, Michel Temer, publicou no <a href="https://drive.google.com/file/d/0Bz7jnWDiQ92teEdhTF8tekNvWU0/view?usp=sharing" target="_blank">Diário Oficial da União desta terça-feira, 26, o Decreto n° 9.159/2017</a> revogando o decreto que extinguia a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca). A SBPC considera a revogação uma vitória importante e um exemplo de que a pressão de toda a sociedade pode provocar transformações positivas no País.</p>
<p>A SBPC foi uma das entidades que se posicionaram frontalmente contra a extinção da Renca. No dia 1º setembro, a entidade <a href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Of-SBPC-183-ao-Presidente-da-Republica-sobre-a-RENCA.pdf" target="_blank">enviou uma carta a Temer</a>, pedindo a revogação do decreto que liberava os mais 4 milhões de hectares da região entre o Amapá e o Pará para exploração de minérios. “Nos unimos às vozes das sociedades brasileira e estrangeira no entendimento de que o Decreto n° 9.147, de 28 de agosto de 2017, não soluciona os impactos negativos da estratégia imediatista de permitir a exploração mineral na região antes protegida na Renca”, afirmava no documento.</p>
<p>Segundo argumentou a SBPC, a decisão de extinguir por decreto a Reserva é equivocada e da forma que foi feita, sem um amplo Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA), colocaria em risco o equilíbrio ambiental e social da região, com extensas repercussões nacionais.</p>
<p>O documento alertava ainda que as atividades de mineração na Renca resultariam, a exemplo de intervenções similares, na remoção da cobertura florestal com extração ilegal de madeira, grilagem de terras, ampliação ilegal da garimpagem, degradação das condições sociais, entre outros impactos.</p>
<p>“Estratégia como essa, com tamanho impacto ambiental e social, não pode ser tomada sem um debate amplo e transparente com a sociedade. Sendo assim, solicitamos a revogação do referido decreto e suspensão de toda ação governamental que vise à exploração na área abrangida pela Renca até que seja apresentado estudo de impacto que assegure uma intervenção sem riscos naquela região. A revogação do decreto será uma indicação de responsabilidade com as sociedades amazônica, brasileira e estrangeira, demonstrando que o Brasil honra seus compromissos ambientais”, afirmou a SBPC na carta.</p>
<p>Agora, com a revogação do decreto, voltam a valer as regras criadas em 1984.</p>
<p><strong>Debate deverá ser retomado</strong></p>
<p>Na noite dessa segunda-feira, 25 de setembro, o Ministério de Minas e Energia (MME)  anunciou que havia encaminhado ao Palácio do Planalto uma solicitação para que o governo examinasse a revogação da medida. Na nota, o MME declarou que “as razões que levaram a propor a adoção do Decreto com a extinção da reserva permanecem presentes&#8221; e que o debate sobre o assunto deverá ser retomado e ampliado para um número maior de pessoas, “da forma mais democrática possível”.</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
<p>Leia também:</p>
<p>Folha de S. Paulo &#8211; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/09/1921598-sob-pressao-temer-recua-e-decide-revogar-extincao-da-renca.shtml" target="_blank">Governo Temer foge de atritos e revoga decreto que extinguia a Renca</a></p>
<p>O Estado de S. Paulo &#8211; <a href="http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,temer-recua-e-vai-revogar-decreto-que-extinguir-reserva-nacional-de-cobre,70002015457" target="_blank">Temer recua e vai revogar decreto que extinguiu reserva de cobre na Amazônia</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-sbpc-comemora-revogacao-de-decreto-que-extinguia-a-renca/">1.	SBPC comemora revogação de decreto que extinguia a Renca</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-sbpc-comemora-revogacao-de-decreto-que-extinguia-a-renca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2.	SBPC, ABC e Andifes pedem ao MEC o descontingenciamento de recursos das Universidades Federais</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-abc-e-andifes-pedem-ao-mec-o-descontingenciamento-de-recursos-das-universidades-federais/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-abc-e-andifes-pedem-ao-mec-o-descontingenciamento-de-recursos-das-universidades-federais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 18:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124382</guid>
		<description><![CDATA[<p>Em carta encaminhada nesta segunda-feira, 25, ao ministro José Mendonça Filho, as entidades pedem que, diante da decisão do Governo Federal de elevar em mais 12,8 bilhões de reais o déficit orçamentário de 2017, sejam liberadas integralmente as verbas das Universidades Públicas Federais para 2017</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-abc-e-andifes-pedem-ao-mec-o-descontingenciamento-de-recursos-das-universidades-federais/">2.	SBPC, ABC e Andifes pedem ao MEC o descontingenciamento de recursos das Universidades Federais</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em carta encaminhada nesta segunda-feira, 25, ao ministro José Mendonça Filho, as entidades pedem que, diante da decisão do Governo Federal de elevar em mais 12,8 bilhões de reais o déficit orçamentário de 2017, sejam liberadas integralmente as verbas das Universidades Públicas Federais para 2017</em></p>
<p>A SBPC, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) encaminharam nesta segunda-feira, 25, uma carta ao ministro da Educação, José Mendonça Filho, pedindo o descontingenciamento dos recursos das Universidades Públicas Federais para 2017, diante da decisão do Governo Federal de elevar em mais 12,8 bilhões de reais o déficit orçamentário de 2017</p>
<p>O documento ressalta a excelência e o importante papel dessas instituições para o desenvolvimento econômico e social do País. “Estão sob a responsabilidade das Universidades Públicas Federais, neste momento, a formação de mais de um milhão de alunos de graduação e mais de 57% de todo o Sistema Nacional de Pós-Graduação, entre outras diversas atuações”, destacam.</p>
<p>Eles acrescentam ainda que as Universidades Públicas Federais têm contribuído com o desenvolvimento econômico e social do País, com ações que vão da formação em nível superior à produção científica, à inovação e à transferência de conhecimento para todos os setores da sociedade acrescentando. O descontingenciamento dos seus orçamentos, argumentam, terá impactos muito positivos para todos os beneficiados.</p>
<p>“Estando cientes da decisão do Governo Federal de elevar em mais 12,8 bilhões de reais o déficit orçamentário de 2017, vimos requerer a Vossa Excelência, em nome da comunidade acadêmica e científica do País, o descontingenciamento integral dos orçamentos de custeio e de investimento das Universidades Públicas Federais para 2017. Tal medida permitirá que as instituições reequilibrem as suas finanças e retomem ações fundamentais de seus Planos de Desenvolvimento Institucional”, afirmam as entidades na carta.</p>
<p><a href="https://drive.google.com/file/d/0Bz7jnWDiQ92tWTd4YXlHX21RbTg/view?usp=sharing" target="_blank">Leia na íntegra a carta aqui</a>.</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-abc-e-andifes-pedem-ao-mec-o-descontingenciamento-de-recursos-das-universidades-federais/">2.	SBPC, ABC e Andifes pedem ao MEC o descontingenciamento de recursos das Universidades Federais</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-sbpc-abc-e-andifes-pedem-ao-mec-o-descontingenciamento-de-recursos-das-universidades-federais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>3.	Parceria com agências de fomento inglesas pretende aprimorar práticas de gestão no CNPq</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-parceria-com-agencias-de-fomento-inglesas-pretende-aprimorar-praticas-de-gestao-no-cnpq/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-parceria-com-agencias-de-fomento-inglesas-pretende-aprimorar-praticas-de-gestao-no-cnpq/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124380</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Fundo Newton, a Embaixada britânica e os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK) iniciaram parceria com o CNPq, com o objetivo de estreitar relações e aumentar ações conjuntas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-parceria-com-agencias-de-fomento-inglesas-pretende-aprimorar-praticas-de-gestao-no-cnpq/">3.	Parceria com agências de fomento inglesas pretende aprimorar práticas de gestão no CNPq</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Fundo Newton, a Embaixada britânica e os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK) iniciaram parceria com o CNPq, com o objetivo de estreitar relações e aumentar ações conjuntas</em></p>
<p>O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) iniciou uma parceria com o Fundo Newton, a Embaixada britânica e os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK) para um intercâmbio de troca de boas práticas entre agências de fomento.</p>
<p>Durante esta semana, está sendo conduzida uma série de atividades na sede do RCUK, em Swindon, no Reino Unido, com representantes de agências de fomento à pesquisa do Brasil, Colômbia, México, Vietnã, Peru, além de participantes do próprio RCUK e do Fundo Newton. O CNPq está representado pelo chefe de gabinete, Daniel Natalizi.</p>
<p>A programação prevê troca de informações sobre atividades de internacionalização, planejamento estratégico, definição de prioridades, mecanismos de avaliação e acompanhamento, sistemas de suporte ao fomento e impacto das pesquisas apoiadas.</p>
<p>Um dos objetivos do programa é estreitar as relações entre as agências de fomento permitindo uma troca de experiências e boas práticas e aumentando a atuação conjunta no apoio à Ciência, Tecnologia, e Inovação. Em uma segunda etapa do programa, representantes do RCUK farão uma visita ao Brasil e à sede do CNPq para conhecer as atividades da agência.</p>
<p><a href="http://cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/5845766" target="_blank">CNPq</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-parceria-com-agencias-de-fomento-inglesas-pretende-aprimorar-praticas-de-gestao-no-cnpq/">3.	Parceria com agências de fomento inglesas pretende aprimorar práticas de gestão no CNPq</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-parceria-com-agencias-de-fomento-inglesas-pretende-aprimorar-praticas-de-gestao-no-cnpq/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>4.	CPqD e ABDI assim acordo para fomentar inovação das startups</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124378</guid>
		<description><![CDATA[<p>A assinatura do acordo ocorreu durante o 1º Fórum de Inovação Startup Indústria, promovido pela ABDI, em São Paulo, que reuniu os principais players da indústria e do ecossistema de inovação no Brasil</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups/">4.	CPqD e ABDI assim acordo para fomentar inovação das startups</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A assinatura do acordo ocorreu durante o 1º Fórum de Inovação Startup Indústria, promovido pela ABDI, em São Paulo, que reuniu os principais players da indústria e do ecossistema de inovação no Brasil</em></p>
<p>O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) firmaram um acordo de cooperação técnica com foco na aceleração e fomento de startups que podem contribuir para a inovação nesse segmento. A assinatura do acordo ocorreu durante o 1.º Fórum de Inovação Startup Indústria, promovido pela ABDI, em São Paulo, que reuniu os principais players da indústria e do ecossistema de inovação no Brasil.</p>
<p>A ideia é unir esforços em ações conjuntas de treinamento, pesquisa, fomento e na realização de eventos voltados à troca de informações e de experiências entre os diversos atores que constituem esse ecossistema. Para isso, o acordo prevê, entre outras ações, a colaboração entre programas mantidos pelo CPqD e pela ABDI &#8211; especificamente, entre o Hiperespaço, inaugurado no ano passado nas instalações do CPqD, e o Programa Nacional Conexão Startup Indústria da ABDI, que já viabilizou a conexão de 27 startups com dez grandes indústrias.</p>
<p>“O Hiperespaço foi criado com o objetivo de promover a inovação aberta e a integração com a comunidade empreendedora”, explica Alberto Paradisi, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento do CPqD. “A colaboração com o ecossistema que vem sendo formado pela ABDI, por meio do Programa Nacional Conexão Startup Indústria, é um passo importante dentro da estratégia do CPqD de incentivo à inovação em diversos setores”, acrescenta.</p>
<p>O acordo também prevê a formulação de programas e projetos conjuntos entre CPqD e ABDI.</p>
<p><a href="http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=11292:cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups&amp;catid=1:latest-news" target="_blank">Agência ABIPTI, com informações do CPqD</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups/">4.	CPqD e ABDI assim acordo para fomentar inovação das startups</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-cpqd-e-abdi-assim-acordo-para-fomentar-inovacao-das-startups/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5.	Nova rede de dados permite registro mais preciso de raios</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-nova-rede-de-dados-permite-registro-mais-preciso-de-raios/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-nova-rede-de-dados-permite-registro-mais-preciso-de-raios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124376</guid>
		<description><![CDATA[<p>Nos últimos seis anos, o número médio anual de raios no Brasil foi de 77,8 milhões. Este valor é bem superior ao obtido no levantamento realizado em 2002, que apontava cerca de 55 milhões de raios</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-nova-rede-de-dados-permite-registro-mais-preciso-de-raios/">5.	Nova rede de dados permite registro mais preciso de raios</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nos últimos seis anos, o número médio anual de raios no Brasil foi de 77,8 milhões. Este valor é bem superior ao obtido no levantamento realizado em 2002, que apontava cerca de 55 milhões de raios</em></p>
<p>Levantamento inédito realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revela valores mais precisos da incidência de raios no país. Nos últimos seis anos, o número médio anual de raios no Brasil foi de 77,8 milhões. Este valor é bem superior ao obtido no levantamento realizado em 2002, que apontava cerca de 55 milhões de raios.</p>
<p>A diferença é atribuída às limitações do levantamento anterior feito com base em dados de satélites que apresentavam restrições devido à amostragem temporal (os satélites não eram geoestacionários), eficiência de detecção (dependente do tipo de tempestade) e discriminação entre as descargas que atingem o solo (raios) e aquelas que ficam dentro das nuvens.</p>
<p>Realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Inpe, o novo levantamento foi obtido por meio da rede BrasilDATDataset que integra diferentes tecnologias de detecção de raios em superfície e permite identificar os raios com maior precisão.</p>
<p>Os novos dados apontam que 2012 registrou o número máximo de raios em todo o período analisado: 94,3 milhões. A justificativa está no aumento acentuado de raios na região norte relacionado ao evento La Niña observado naquele ano. Após 2012, um decréscimo quase que constante é visto ao longo do período. Em 2013 foram 92 milhões, em 2014 foram 62,9 milhões e em 2015 foram 68,6 milhões de raios, ano em que um acréscimo é observado devido ao registro do evento intenso El Niño, responsável pelo aumento acentuado dos raios nas regiões sul e parte das regiões sudeste e centro-oeste.</p>
<p>A quantidade de raios identificada indica que os fenômenos El Niño e La Niña modulam a ocorrência de raios no Brasil numa intensidade muito acima do que poderia ser esperado em consequência do aquecimento global.</p>
<p>“O novo ranking permite números mais precisos sobre a ocorrência de raios no país e suas variações anuais, o que permite identificar quais fenômenos são responsáveis por estas variações, além de permitir, em longo prazo, acompanhar os efeitos das mudanças climáticas sobre a incidência de raios em nosso país”, diz o pesquisador Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT/INPE.</p>
<p>Outro dado relevante mostra que no levantamento anterior o número de raios na região norte foi subestimado. Como exemplo, o estado do Amazonas, que no primeiro levantamento apresentou a média de 11 milhões de raios por ano, passa a ter, atualmente, uma média de aproximadamente de 15,8 milhões de raios por ano.</p>
<p>A nova rede BrasilDATDataset, além de detectar cerca de 99% das tempestades que ocorrem no país, tem uma base de dados de raios que permite esclarecer a causa da maior parte dos eventos associados aos raios, que anteriormente muitas vezes não tinham uma explicação satisfatória, como danos patrimoniais em que não há vestígio da ocorrência de raios, mortes de pessoas sozinhas no meio rural cuja causa suspeita é um infarto, entre outros.</p>
<p>A rede também permite aperfeiçoar as ferramentas de alerta para a proteção de vidas, considerando que no Brasil em média 300 pessoas por ano são atingidas por raios, das quais cerca de 100 morrem. O número, embora tenha reduzido nos últimos anos, em partes, devido à redução no número de raios, ainda é muito alto comparado a países desenvolvidos.</p>
<p><strong>Estados e municípios</strong></p>
<p>Foram detectados valores mais precisos da densidade de raios (quantidade de raios por quilômetro quadrado por ano) para os diversos estados e municípios brasileiros. O estado com maior densidade é o Tocantins, com 17,1 raios por quilômetro quadrado seguido por Amazonas (15,8), Acre (15,8), Maranhão (13,3), Pará (12,4), Rondônia (11,4), Mato Grosso (11,1), Roraima (7,9), Piauí (7,7) e São Paulo (5,2), que são os 10 primeiros estados com maior densidade de raios por quilômetro quadrado por ano.</p>
<p>A cidade de Santa Maria das Barreiras, no Pará, apresenta um índice de 44,32 raios por quilômetro quadrado por ano e carrega o título de município com maior densidade de raios do país, enquanto que a cidade de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, é campeã na probabilidade de morrer atingido por raio, com 20,63 mortes por milhão de habitantes por ano. São Gabriel da Cachoeira tem uma densidade de raios de 24,51 raios por quilômetro quadrado por ano, superior a todas as capitais brasileiras.</p>
<p>O ranking das cinco primeiras capitais com maior densidade de raios por quilômetro quadrado por ano fica por conta de Rio Branco (30,13) Palmas (19,21), Manaus (18,93), São Luís (15,12), Belém (14,47) e São Paulo (13,26), ao passo que as capitais com maior probabilidade de morrer atingido por raio são respectivamente, Porto Velho, Boa Vista, Campo Grande, Rio Branco e Palmas.</p>
<p>Entre as cidades com mais de 650 mil habitantes, Osasco, Santo André, Guarulhos e São Bernardo do Campo, todas localizadas na grande São Paulo, apresentam, respectivamente, valores de densidade acima de 10, em consequência da influência da urbanização na ocorrência de raios. Por outro lado, entre estas cidades, São José dos Campos apresenta a maior probabilidade de morrer atingido por um raio.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.inpe.br/webelat/homepage/" target="_blank">http://www.inpe.br/webelat/homepage/</a>.</p>
<p><a href="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=4603" target="_blank">Inpe</a></p>
<p>Leia também:</p>
<p>Folha de S. Paulo &#8211; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2017/09/1921434-tocantins-e-estado-campeao-em-raios-em-sp-sao-caetano-lidera-ranking.shtml" target="_blank">Tocantins é Estado campeão em raios; em SP, São Caetano lidera ranking</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-nova-rede-de-dados-permite-registro-mais-preciso-de-raios/">5.	Nova rede de dados permite registro mais preciso de raios</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-nova-rede-de-dados-permite-registro-mais-preciso-de-raios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>6.	AEB investe em projeto que aumenta a vida útil de satélite e naves espaciais</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-a-vida-util-de-satelite-e-naves-espaciais/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-a-vida-util-de-satelite-e-naves-espaciais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124374</guid>
		<description><![CDATA[<p>Trata-se do desenvolvimento de pesquisas de propulsores a plasma tipo Hall, que, entre diversas funcionalidades, otimizam e aumentam a vida útil de satélites geoestacionários e naves espaciais</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-a-vida-util-de-satelite-e-naves-espaciais/">6.	AEB investe em projeto que aumenta a vida útil de satélite e naves espaciais</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trata-se do desenvolvimento de pesquisas de propulsores a plasma tipo Hall, que, entre diversas funcionalidades, otimizam e aumentam a vida útil de satélites geoestacionários e naves espaciais</em></p>
<p>Uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade de Brasília (Unb), por meio do programa Uniespaço, vai impulsionar nos próximos anos a área espacial brasileira. Trata-se do desenvolvimento de pesquisas de propulsores a plasma tipo Hall, que entre diversas funcionalidades, otimizam e aumentam a vida útil de satélites geoestacionários e naves espaciais.</p>
<p>As pesquisas são desenvolvidas no Laboratório de Física de Plasmas da UnB e os resultados aplicados no projeto científico voltado para a realização de trabalhos técnicos de professores e estudantes. O projeto tem o objetivo de integrar o setor universitário às metas do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), a fim de atender à demanda tecnológica do setor no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos, para formar uma base sólida de pesquisa capazes de executar projetos de interesse da área espacial.</p>
<p>Precursor em universidades brasileiras, o LFP estuda também as aplicações dos plasmas para o aprimoramento de tecnologias ambientais, novos materiais, nanotecnologia e pesquisas relacionadas com a fusão termonuclear controlada.</p>
<p>De acordo com o coordenador do projeto, José Leonardo Ferreira, professor de Física da UnB, o estudo da propulsão espacial com plasmas é essencial para o aperfeiçoamento de missões espaciais de longa duração. O estudo da propulsão elétrica muito nos últimos 20 anos com a aplicação desses propulsores no controle de satélites de órbita baixa, média e geoestacionária, bem como de veículos espaciais em missões no sistema solar. Ele ressaltou ainda, que a expectativa é que a tecnologia de propulsores a plasma seja utilizada em missões tripuladas a Marte a partir de 2050.</p>
<p><strong>Componente</strong></p>
<p>O plasma é um gás ionizado composto por igual número de elétrons e de íons também conhecido como o quarto estado da matéria. Ele possui as mais altas temperaturas é o componente principal das estrelas, nebulosas e galáxias e por isso constitui 99% da matéria do universo visível.</p>
<p>Segundo o professor Leonardo, na Terra o plasma precisa de condições especiais para ser produzido, por isso o desenvolvimento e teste de propulsores a plasma precisarem de recipientes a vácuo e de equipamentos especiais para produção de forma controlada.</p>
<p>Desenvolvido com a colaboração de pesquisadores da Rede Brasileira de Propulsão Elétrica, participam do projeto pesquisadores dos Laboratórios Associados de Plasma e de Combustão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Faculdades de Tecnologia da UnB (FT e FGA) com destaque para os laboratórios de propulsão Aeroespacial do recém-criado curso de Engenharia Aeroespacial da UnB.</p>
<p><strong>Investimento</strong></p>
<p>Para realizar pesquisas e testes dos propulsores a plasma no laboratório da UnB, a Agência Espacial investiu na instalação de equipamentos adequados e de uma nova câmara de vácuo, adquirida em janeiro de 2017. O equipamento deve contribuir em breve para a realização das pesquisas desenvolvidas por alunos dos cursos de Física e Engenharia, e também para realização de trabalhos de iniciação científica, estágios, mestrado e doutorado.</p>
<p>O laboratório desenvolve propulsores a plasma do tipo Hall designados como Phall.  Já foram desenvolvidos os modelos Phall I Phall IIa, IIb e IIc. Eles possuem em comum um arranjo de imãs permanentes posicionados em um canal com geometria cilíndrica. A posição dos imãs e as dimensões do canal da corrente Hall são calculados a partir de simulação computacional para obter as características do plasma e dos campos magnéticos com maior eficiência do propulsor. O campo magnético obtido a partir de imãs permanentes produz uma substancial economia na potência elétrica do propulsor.</p>
<p>O Phall IIc é o propulsor que está sendo aperfeiçoado hoje na UnB. Um dos principais objetivos imediatos do projeto é tornar o Phall mais compacto para testá-lo no espaço em pequenos satélites, com potência inferior a 100 watts.</p>
<p>“Esperamos que no futuro seja possível desenvolver e testar propulsores a plasma do tipo Hall mais potentes que possam vir a serem utilizados em missões espaciais brasileiras a lua ou mesmo a planetas e pequenos corpos do sistema solar.</p>
<p>José Leonardo ressaltou ainda que o LFP tem participado de forma ativa nas ações propostas para o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro contribuindo com novas e desafiadoras missões espaciais, como por exemplo, a Missão ASTER (Missão a um asteroide triplo próximo utilizando propulsão elétrica), proposta para a AEB alavancar a primeira missão brasileira de espaço profundo.</p>
<p>A propulsão elétrica foi testada no espaço pela primeira vez na década de 1960, no lançamento dos satélites SERT I e II, ambos operados pela Agência Espacial Norte Americana (Nasa). Desde a época, missões espaciais que utilizam essa tecnologia têm como principal objetivo controlar altitude e órbita de satélites geoestacionários. A participação de empresas na área é cada vez maior, uma vez que esta tecnologia contribui significativamente para o aumento da vida útil desses satélites.</p>
<p>O LFP desenvolve propulsores elétricos do tipo Hall desde 2004, com o apoio de agências de fomento, como a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p><strong>Aplicações espaciais</strong></p>
<p>O LFP foi criado em 1995, sendo o desenvolvimento de fontes de plasma para aplicações espaciais iniciado em 2002, com a montagem do primeiro propulsor a plasma do tipo Hall com imãs permanentes, como o Phall I que serviu para demonstrar a viabilidade dessa nova tecnologia.</p>
<p>O projeto possibilita a elaboração e publicação de vários trabalhos técnico- científicos e a participação de estudantes e professores em congressos nacionais e internacionais, assim como a elaboração de cursos e disciplinas com foco na área espacial ministradas anualmente na UnB.</p>
<p><strong><em><a href="http://www.aeb.gov.br/aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-vida-util-de-satelites-e-naves-espaciais/" target="_blank">AEB</a></em></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-a-vida-util-de-satelite-e-naves-espaciais/">6.	AEB investe em projeto que aumenta a vida útil de satélite e naves espaciais</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-aeb-investe-em-projeto-que-aumenta-a-vida-util-de-satelite-e-naves-espaciais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>7.	Anticorpos contra a dengue podem proteger do vírus da zika</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-anticorpos-contra-a-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-anticorpos-contra-a-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124372</guid>
		<description><![CDATA[<p>Injeções em roedores pouco tempo após infecção reduziram danos aos fetos</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-anticorpos-contra-a-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika/">7.	Anticorpos contra a dengue podem proteger do vírus da zika</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Injeções em roedores pouco tempo após infecção reduziram danos aos fetos</em></p>
<p>Uma pesquisa da Universidade de Washington mostrou que anticorpos que protegem o organismo contra o vírus da dengue também são eficazes contra a zika, doença que ainda não tem tratamento disponível. O levantamento foi realizado em camundongos, por isso é considerado apenas experimental. Especialistas calculam um prazo de até dez anos para que o resultado seja conhecido em humanos.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/anticorpos-contra-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika-21870371#ixzz4tnQYINYU" target="_blank">O Globo</a></p>
<p><em><strong>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</strong></em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-anticorpos-contra-a-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika/">7.	Anticorpos contra a dengue podem proteger do vírus da zika</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-anticorpos-contra-a-dengue-podem-proteger-do-virus-da-zika/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>8.	Paciente em estado vegetativo há 15 anos apresenta melhora após estímulo em nervo</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124370</guid>
		<description><![CDATA[<p>Após experimento com implante, paciente conseguiu abrir os olhos e até derramou lágrimas ao ouvir música favorita; técnica foi adaptada de tratamento para epilepsia e depressão</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo/">8.	Paciente em estado vegetativo há 15 anos apresenta melhora após estímulo em nervo</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Após experimento com implante, paciente conseguiu abrir os olhos e até derramou lágrimas ao ouvir música favorita; técnica foi adaptada de tratamento para epilepsia e depressão</em></p>
<p>Em Lyon , na França, um homem de 35 anos que estava em estado vegetativo há 15 anos, depois de sofrer um acidente de carro, apresentou sinais de consciência e até derramou lágrimas após receber um implante para estímulo elétrico do sistema nervoso.</p>
<p>O experimento teve seus resultados publicados nesta segunda-feira, 25, na revista Current Biology. Os estimuladores do nervo vago (ENV) &#8211; um nervo que conecta o cérebro a diversos órgãos do tórax e do abdome &#8211; é utilizado no tratamento de epilepsia e depressão. O novo estudo mostrou que o ENV também pode auxiliar na restauração da consciência de pacientes que estão há anos em estado vegetativo.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo,70002015848" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a></p>
<p><em><strong>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</strong></em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo/">8.	Paciente em estado vegetativo há 15 anos apresenta melhora após estímulo em nervo</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-paciente-em-estado-vegetativo-ha-15-anos-apresenta-melhora-apos-estimulo-em-nervo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>9.	Acúmulo de conhecimento por um país intensifica economia, diz físico do MIT</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-economia-diz-fisico-do-mit/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-economia-diz-fisico-do-mit/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124368</guid>
		<description><![CDATA[<p>"Quando um país entra num ramo econômico, aumenta sua complexidade"</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-economia-diz-fisico-do-mit/">9.	Acúmulo de conhecimento por um país intensifica economia, diz físico do MIT</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Quando um país entra num ramo econômico, aumenta sua complexidade&#8221;</em></p>
<p>O físico chileno César Hidalgo, professor do MIT, não gosta de ser chamado de &#8220;Kardashian da física&#8221;, como foi pelo site &#8220;Mashable&#8221;. As semelhanças entre ele e a família de celebridades são superficiais: são jovens (César tem 37, Kim tem 36), têm cabelos escuros e fizeram reality shows mostrando suas vidas. E só.</p>
<p>Em &#8220;In My Shoes&#8221;, série de vídeos gravada no ano passado, ele mostra os bastidores da vida de um acadêmico descolado e mundialmente respeitado.</p>
<p>O propósito dos vídeos é completamente diferente do de Kim Kardashian: Hidalgo quer inspirar mais jovens para a pesquisa acadêmica.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2017/09/1921443-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-a-economia-diz-fisico-o-mit.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
<p><em><strong>O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</strong></em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-economia-diz-fisico-do-mit/">9.	Acúmulo de conhecimento por um país intensifica economia, diz físico do MIT</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-acumulo-de-conhecimento-por-um-pais-intensifica-economia-diz-fisico-do-mit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10.	Formação de professores em atividade terá novo modelo</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5750, 26 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=124366</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Programa de Formação Inicial e Continuada para Professores da Educação Básica (Profic) foi anunciado pelo diretor de Formação de Professores da Educação Básica da Capes, Marcelo Câmara, na sexta-feira, 22</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo/">10.	Formação de professores em atividade terá novo modelo</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Programa de Formação Inicial e Continuada para Professores da Educação Básica (Profic) foi anunciado pelo diretor de Formação de Professores da Educação Básica da Capes, Marcelo Câmara, na sexta-feira, 22</em></p>
<p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançará uma nova iniciativa de formação de professores em exercício ainda em 2017. O Programa de Formação Inicial e Continuada para Professores da Educação Básica (Profic) foi anunciado pelo diretor de Formação de Professores da Educação Básica da Capes, Marcelo Câmara, na sexta-feira, 22, em Belém, durante a comemoração dos oito anos de atividades do Parfor na Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p>Segundo o diretor, o novo programa vai atualizar o modelo do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). Entre as mudanças está o método de repasse. Os recursos financeiros serão repassados diretamente às instituições, com o objetivo de aumentar a eficiência da gestão. Também haverá mudança nos currículos dos cursos. “Precisamos de um projeto voltado para professores que estão em sala. A experiência deles tem que ser contemplada na formação”, enfatizou.</p>
<p>Para participar do Profic, instituições de educação superior (IES) atualmente integrantes do Parfor deverão apresentar novas propostas. O Parfor continua vigente até a conclusão da última turma, e não haverá novas turmas. Até o encerramento do Parfor, os programas funcionarão ao mesmo tempo.</p>
<p>“Nossa ideia é começar o Profic com quatro especializações: Educação Infantil, Alfabetização, Português e Matemática. Esperamos ampliar para outras áreas futuramente”, acrescentou Marcelo Câmara. O recebimento de propostas para o Profic está previsto para outubro.</p>
<p><strong>Parfor</strong></p>
<p>O Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) é uma ação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para induzir e fomentar a oferta de educação superior, gratuita e de qualidade, para profissionais do magistério que estejam no exercício da docência na rede pública de educação básica por meio do fomento à implantação de turmas especiais, por instituições de educação superior (IES), em cursos de Primeira Licenciatura, Segunda Licenciatura ou Formação Pedagógica.</p>
<p>O Parfor é realizado em regime de colaboração entre a União, por intermédio da CAPES, os estados, o Distrito Federal e os municípios, e visa a atender as finalidades da Lei nº 8.405, de 9 de janeiro de 1992, alterada pelo art. 15 da Lei nº 12.695 de 25 de julho de 2012. O programa está em consonância com as metas 15 e 16 do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 e com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996.</p>
<p><a href="http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/8567-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo" target="_blank">Capes</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo/">10.	Formação de professores em atividade terá novo modelo</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-formacao-de-professores-em-atividade-tera-novo-modelo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
