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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5748, 22 de setembro de 2017</title>
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	<description>Jornal da Ciência</description>
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		<title>1.	Câmara analisará moção da SBPC que pede que dinheiro de corrupção seja investido em C&amp;T</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 17:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara designou o deputado federal Zé Augusto Nalin para analisar a viabilidade da proposta se tornar um projeto de lei</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Comissão de Legislação Participativa (CLP) </em><em>da Câmara designou o deputado federal Zé Augusto Nalin para analisar a viabilidade da proposta se tornar um projeto de lei</em></p>
<p>O deputado federal Zé Augusto Nalin (PMDB/RJ) irá analisar a proposta da moção enviada pela SBPC que sugere a criação de um projeto de lei que destine o dinheiro desviado pela corrupção e recuperado judicialmente para investimento em ciência e tecnologia. A moção foi aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC, realizada no dia 20 de julho, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, por ocasião da 69ª Reunião Anual da SBPC. O documento foi recebido pela Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara dos Deputados, que designou o relator para estudar a viabilidade da proposição.</p>
<p><a href="http://sbpcnet.org.br/reunioes/belohorizonte/mocao/detalhes.php?m=40" target="_blank">Na moção</a>, a SBPC ressalta que a Ciência, Tecnologia e Inovação, bem como Educação e Saúde, são áreas repetidamente prejudicadas pelos desvios de verbas públicas, favorecimentos, enriquecimento ilícito e tantas outras ações ilegais. Segundo o documento, tais atividades são responsáveis pela penúria em que se encontram os institutos de pesquisa e as universidades públicas estaduais e federais.</p>
<p>“Os desvios de dinheiro e demais atos ilícitos praticados por diferentes atores da sociedade, além de nos envergonhar como Nação, causam danos que poderão levar décadas para serem reparados”, observa.</p>
<p>A sugestão de um projeto de lei que estabeleça que o dinheiro recuperado nas diferentes ações judiciais seja investido em C&amp;T, conforme argumenta a SBPC, “trará extensos benefícios à sociedade brasileira e reparará, ainda que em parte, os prejuízos causados com os desvios de recursos públicos na forma de promoção do avanço tecnológico e científico do País”.</p>
<p>A SBPC consta como o autor da proposição. A tramitação da matéria, numerada como Sugestão n° 110/2017, pode ser acompanhada por meio <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2151573" target="_blank">deste link</a>.</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>2.	A Primavera da Pós da Uerj</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 17:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da Uerj realizou no dia 19 um evento para debater o desmonte nas universidades públicas brasileiras. “A mobilização desses alunos em um momento tão crítico para a ciência brasileira é de grande mérito e mostra que a Uerj não se entrega”, comenta o secretário regional da SBPC-RJ, Leandro Araujo Lobo</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da Uerj realizou no dia 19 um evento para debater o desmonte nas universidades públicas brasileiras. “</em><em>A mobilização desses alunos em um momento tão crítico para a ciência brasileira é de grande mérito e mostra que a Uerj não se entrega”, comenta o secretário regional da SBPC-RJ, Leandro Araujo Lobo</em></p>
<p>No dia 19 de setembro, tive o prazer de participar da “Primavera da Pós” da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), um evento organizado pela Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da Uerj (APG-Uerj). O evento veio alertar a comunidade para o desmonte nas universidades públicas promovido pelos governos estadual e federal, nesse caso em particular, das fundações de ensino superior do estado do Rio de Janeiro e da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) do Estado Fluminense, a Faperj. Alunos de graduação e pós-graduação se uniram a docentes e funcionários para debater de forma corajosa e aberta a situação da Universidade. O evento também discutiu o contingenciamento de recursos à ciência e tecnologia no País, que estão causando problemas de caixa no CNPq e dificultando o pagamento de bolsas de estudos e financiamentos para pesquisa.</p>
<p>Abrindo a primeira das duas mesas redondas da tarde, o professor Egberto Gaspar de Moura, sub-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, ressaltou o importante papel da Uerj na formação de recursos e produção intelectual no País, e que apesar de todas as intempéries a Universidade continua classificada como uma das melhores da América Latina. O sub-reitor destacou a importância da união entre as universidades públicas, estaduais e federais, assim como os diversos segmentos dentro dessas instituições na defesa da ciência e tecnologia e do ensino público gratuito e de qualidade.</p>
<p>Em seguida, a professora Tatiana Roque, da UFRJ, representante do movimento “<a href="http://www.conhecimentosemcortes.org.br/" target="_blank">Conhecimento Sem Cortes</a>” discursou sobre a importância do financiamento público para a pesquisa como uma força motriz para a inovação e desenvolvimento industrial no Brasil. Roque também informou que no dia 10 de outubro representantes do movimento entregarão uma <a href="http://www.conhecimentosemcortes.org.br/peticao/" target="_blank">petição com mais de 80 mil assinaturas</a> ao presidente da República, protestando contra os cortes no orçamento para ciência e tecnologia.</p>
<p>Como representante da SBPC, debati sobre o dever dos cientistas em difundir o conhecimento e a cultura para a sociedade. Aproveitei a oportunidade para informar sobre as diversas ações da SBPC em defesa da nossa ciência, com destaque para o pleito apresentado ao ministro Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC),  para que convoque uma reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia para discutir soluções para o atual problema orçamentário.</p>
<p>Após o frutífero encontro, os presentes foram brindados com leituras de poesias e música de boa qualidade. A mobilização desses alunos em um momento tão crítico para a ciência brasileira é de grande mérito e mostra que a Uerj não se entrega. A ciência no nosso estado está viva e atenta. Fica o desejo que flores da &#8220;primavera da Pós da Uerj&#8221; se espalhem e inspirem outros movimentos como esse em universidades do nosso país.</p>
<p><em>*Leandro Araujo Lobo é professor adjunto da UFRJ e secretário regional da SBPC-RJ</em></p>
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		<title>3.	Reitores de Institutos Federais de Educação protestam contra de falta de verbas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 17:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Segundo o Conselho dos Institutos Federais de Educação (Conif), só 45% dos recursos para investimento programados para 2017 e 80% da verba de custeio foram liberados até agora. Os reitores lotaram a reunião da Comissão de Educação da Câmara nesta quinta-feira</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo o Conselho dos Institutos Federais de Educação (Conif), só 45% dos recursos para investimento programados para 2017 e 80% da verba de custeio foram liberados até agora. Os reitores lotaram a reunião da Comissão de Educação da Câmara nesta quinta-feira</em></p>
<p>Reitores da Rede Federal de Educação Profissional lotaram a reunião da Comissão de Educação que discutiu ontem as dificuldades orçamentárias das instituições. São 38 Institutos Federais de Educação espalhados pelo País, dois Centros Federais de Educação Tecnológica no Rio de Janeiro e em Minas Gerais e o Colégio Pedro II, no Rio.</p>
<p>Segundo o Conselho dos Institutos Federais de Educação (Conif), só 45% dos recursos para investimento programados para 2017 e 80% da verba de custeio foram liberados até agora.</p>
<p>O presidente do Conif, Roberto Brandão, listou as despesas que ficaram comprometidas com os cortes. &#8220;Vigilância, limpeza, material de consumo, terceirizados, motorista, combustível, material de fluidos de laboratório, material de expediente, enfim, a parte que faz a instituição andar ao longo do ano&#8221;, lamentou.</p>
<p>A proposta orçamentária para 2018 não prevê recursos para investimentos e limita a verba de custeio ao mesmo valor que foi pago em 2017. Para os reitores, a situação vai ficar inviável, pois os institutos receberão novos alunos e abrirão novas unidades.</p>
<p>O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) lamentou os cortes orçamentários. &#8220;Cada centavo colocado no instituto não é despesa, é investimento na formação e qualificação profissional da nossa juventude.&#8221;</p>
<p><strong>Mobilização</strong></p>
<p>Os reitores se reuniram em Santarém, no Pará, no início de agosto e elaboraram uma carta na qual expõem à sociedade as dificuldades financeiras. Na próxima semana, eles devem se encontrar com o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que é o relator setorial de Educação para o Orçamento 2018.</p>
<p>O presidente da Comissão de Educação, deputado Caio Narcio (PSDB-MG), elogiou a pressão dos reitores dos Institutos Federais de Educação por mais recursos. &#8220;Nós temos diversas prioridades, o cobertor é curto pra todo mundo, porém, nesse momento, quem sai na frente é quem se organiza e se mobiliza.&#8221;</p>
<p>Durante a reunião, deputados e senadores elogiaram a capilaridade e a interiorização da rede, presente em todos os estados e com papel estratégico na formação de mão de obra técnica, na inovação tecnológica e na pesquisa.</p>
<p><a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/543248-REITORES-DE-INSTITUTOS-FEDERAIS-DE-EDUCACAO-RECLAMAM-DE-FALTA-DE-VERBAS.html" target="_blank">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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		<title>4.	Fiocruz divulga Carta Aberta enviada ao Inpi e ao MDIC sobre exame simplificado de pedidos de patente</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“A possível decisão de concessão sumária de patentes contém vícios formais e materiais, sendo ilegal e com efeitos negativos inaceitáveis. Não fosse somente ilegal e inaceitável, a proposta não resolveria o problema do backlog já que haverá certamente novo acúmulo de pedidos de patente, uma vez que a capacidade de atuação do Inpi não está sendo reforçada”, alerta a Fiocruz</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“A possível decisão de concessão sumária de patentes contém vícios formais e materiais, sendo ilegal e com efeitos negativos inaceitáveis. Não fosse somente ilegal e inaceitável, a proposta não resolveria o problema do backlog já que haverá certamente novo acúmulo de pedidos de patente, uma vez que a capacidade de atuação do Inpi não está sendo reforçada”, alerta a Fiocruz</em></p>
<p>A presidência da Fiocruz, por meio do Sistema Fiocruz de Gestão Tecnológica e Inovação, torna pública a Carta Aberta encaminhada ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) com posicionamento contrário à norma submetida a Consulta Pública 2/2017, que propõe exame simplificado de pedidos de patente como solução temporária ao <em>backlog</em>.</p>
<p>A Fiocruz defende o fortalecimento do Inpi e propõe a discussão de mecanismos para reforçar a capacidade de atuação, dada sua finalidade estratégica no contexto do desenvolvimento nacional.</p>
<p><a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u34/cartaabertainpiagosto2017.pdf" target="_blank">Leia a carta na íntegra aqui</a>.</p>
<p><a href="https://agencia.fiocruz.br/fiocruz-divulga-carta-aberta-enviada-ao-inpi-e-ao-mdic-sobre-exame-simplificado-de-pedidos-de" target="_blank">Fiocruz</a></p>
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		<title>5.	Estratégias para estimular cooperações internacionais em pesquisa</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-estrategias-para-estimular-cooperacoes-internacionais-em-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Representantes da Texas Tech University e da Fapesp destacam importância de mecanismos como o SPRINT para a globalização da ciência</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Representantes da Texas Tech University e da Fapesp destacam importância de mecanismos como o SPRINT para a globalização da ciência</em></p>
<p>A Fapesp mantém acordos de cooperação internacional com mais de 160 agências de fomento, instituições de ensino superior e pesquisa, organizações e empresas de 30 países. Entre esses acordos, um dos mais frutíferos é com a Texas Tech University (TTU).</p>
<p>Assinado em 2014, o acordo já teve três chamadas de propostas no âmbito do SPRINT (São Paulo Researchers in International Collaboration), uma estratégia de organização que consiste no anúncio simultâneo de oportunidades de colaboração da Fapesp com diversos parceiros no exterior.</p>
<p>As três chamadas resultaram na seleção de 12 projetos nas mais variadas áreas do conhecimento, que são conduzidos por pesquisadores do Estado de São Paulo em conjunto com colegas da TTU.</p>
<p>O sucesso da colaboração entre Fapesp e TTU foi destacado por Michael Galyean, pró-reitor de pesquisa e vice-presidente sênior para assuntos acadêmicos da universidade, durante a Fapesp Week Nebraska-Texas, que ocorre nos dias 21 e 22 de setembro na cidade texana de Lubbock.</p>
<p>“Esta conferência, realizada com um parceiro fundamental para nós que é a Fapesp, é parte importante do processo de internacionalização da Texas Tech. Temos trabalhado em um plano estratégico – denominado Making it possible&#8230; 2010-2020 Strategic Plan – no qual destacamos o objetivo de nos tornarmos líderes em pesquisa em áreas como agricultura, alimentos, ambiente, sustentabilidade e saúde. E essas são justamente as áreas abordadas pelos projetos de pesquisa que apoiamos em conjunto com a Fapesp e que são apresentados neste evento”, disse.</p>
<p>Tibor Nagy, vice-reitor de pesquisa para Assuntos Internacionais, também destacou a importância da Fapesp Week para a universidade norte-americana. Nagy foi embaixador dos Estados Unidos na Etiópia (1999 a 2002) e na Guiné (1996 a 1999).</p>
<p>“Este é um momento maravilhoso para realizar esta conferência. Maravilhoso para a história da TTU, porque estamos avançando o mais rapidamente possível para perseguir nossos esforços e ser uma universidade de proeminência global. É também um momento maravilhoso especialmente quando há forças no mundo que tentam prejudicar o processo de globalização e a troca global de informação e cooperação. Mas isso é um momento que se mostrará curto na História e tenho certeza de que voltaremos ao que deveria ser o estado normal do mundo”, disse.</p>
<p>“Nossos esforços são para internacionalizar totalmente o DNA da Texas Tech University. E isso não significa apenas aumentar o número de alunos de outros países em nossa universidade, que cresceu 70% nos últimos quatro anos”, disse.</p>
<p>Segundo Nagy, no ano acadêmico 2016-2017, 1.333 estudantes da Texas Tech participaram de atividades acadêmicas em outros países por meio do programa Study Abroad.</p>
<p>“Internacionalizar também não é apenas aumentar nossos auxílios de pesquisa para o desenvolvimento internacional, nos quais investimos mais de US$ 40 milhões desde 2013, mas sim cultivar parcerias estratégicas com instituições-chave de países-chave. E não consigo pensar em parceiro mais ideal neste sentido do que a Fapesp, a instituição mais dinâmica do estado mais dinâmico do Brasil”, disse Nagy.</p>
<p>“Nossa colaboração com a Fapesp já se mostrou um grande sucesso, mas há mais em processo e acredito que esta conferência vai destacar o que foi feito e mostrar caminhos para o que poderá ser feito”, disse.</p>
<p>“Agradecemos a oportunidade de poder colaborar com a Fapesp. Nosso objetivo na Texas Tech é ser uma universidade reconhecida mundialmente. Mas não podemos ser uma universidade proeminente globalmente sem ser globalmente engajada. Por conta disso, cooperações internacionais são fundamentais para o que queremos fazer na Texas Tech”, disse Galyean.</p>
<p><strong>SPRINT e outros mecanismos</strong></p>
<p>Euclides de Mesquita Neto, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da Coordenação Adjunta de Programas Especiais e Colaborações em Pesquisa da Fapesp, apresentou na Fapesp Week oportunidades de apoio à pesquisa oferecidas pela Fapesp.</p>
<p>“A Fapesp tem iniciativas, mecanismos e estratégias de financiamento voltados a pesquisadores, instituições acadêmicas, agências de financiamento à pesquisa e indústria e outros setores da economia”, disse.</p>
<p>“A maior parte do investimento da Fapesp está relacionada ao financiamento de propostas e ideias submetidas pela comunidade de pesquisa por meio dos programas regulares da Fundação. Mas a Fapesp também tem uma série de iniciativas que partem da própria Fundação. Uma dessas iniciativas está relacionada a aumentar a colaboração internacional da pesquisa científica feita no Estado de São Paulo”, disse.</p>
<p>Mesquita mencionou que entre os motivos para promover esse tipo de colaboração está o fato de que o trabalho colaborativo internacional é mais adequado para lidar com assuntos mais complexos e desafiadores.</p>
<p>“Temas emergentes também podem ser abordados de modo mais viável e produtivo por meio do conhecimento e da experiência complementar de grupos colaborativos. A ciência produzida em uma rede de colaboradores internacionais tem mais impacto do que a ciência produzida por cada um de seus participantes”, disse.</p>
<p>Mesquita citou alguns números relacionados à colaboração internacional financiada pela Fapesp: quase 6 mil auxílios à pesquisa e 9,2 mil bolsas voltadas ao apoio a parcerias de pesquisadores e estudantes do Estado de São Paulo com colegas e instituições de outros países.</p>
<p>Mesquita falou também de oportunidades oferecidas pela Fapesp para que pesquisadores e estudantes de outros países passem períodos em São Paulo em colaborações com colegas do estado, como Auxílios a Pesquisadores Visitantes, Bolsas de Pós-Doutorado e o Programa Jovens Pesquisadores.</p>
<p>“E esta Fapesp Week é uma prova do sucesso do SPRINT, uma vez que a maior parte dos projetos cujos resultados estão sendo apresentados no evento foi selecionados por meio desta estratégia da Fapesp”, disse Mesquita.</p>
<p>Além de promover o engajamento de pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo com pesquisadores parceiros no exterior, o SPRINT tem por objetivo contribuir para o planejamento mais conveniente para as submissões de propostas de mobilidade (seed funding).</p>
<p>O SPRINT tem quatro chamadas por ano, com data-limite para apresentação de propostas sempre na última segunda-feira de janeiro, abril, julho e outubro.</p>
<p>Saiba mais sobre o SPRINT em <a href="http://www.fapesp.br/sprint" target="_blank">www.fapesp.br/sprint</a>.</p>
<p><a href="http://agencia.fapesp.br/estrategias_para_estimular_cooperacoes_internacionais_em_pesquisa__/26217/" target="_blank">Agência Fapesp</a></p>
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		<title>6.	Anticorpo criado em laboratório combate 99% das cepas de HIV</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Macacos ficaram protegidos da infecção; testes com humanos começam em 2018</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Macacos ficaram protegidos da infecção; testes com humanos começam em 2018</em></p>
<p>Um anticorpo desenvolvido em laboratório se mostrou capaz de combater 99% das cepas de HIV conhecidas, abrindo caminho para o desenvolvimento de novos tratamentos ou de vacinas, para impedir a infecção. Em testes em laboratórios, as células de defesa impediram a infecção de macacos e de células humanas. Testes clínicos estão previstos para 2018.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/anticorpo-criado-em-laboratorio-combate-99-das-cepas-de-hiv-21856615#ixzz4tPbeEA1R" target="_blank">O Globo</a></p>
<p><em><strong>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</strong></em></p>
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		<title>7.	Raios cósmicos ultraenergéticos têm origem extragaláctica</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-raios-cosmicos-ultraenergeticos-tem-origem-extragalactica/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Descoberta feita por pesquisadores participantes da colaboração Pierre Auger foi descrita em artigo na Science; pesquisadores do Estado de São Paulo participam do Observatório por meio de apoio da Fapesp</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descoberta feita por pesquisadores participantes da colaboração Pierre Auger foi descrita em artigo na Science; pesquisadores do Estado de São Paulo participam do Observatório por meio de apoio da Fapesp </em></p>
<p>Pesquisadores participantes da colaboração Pierre Auger – o maior observatório do mundo dedicado ao estudo e à detecção de raios cósmicos, localizado na província de Mendoza, na Argentina – descobriram que, acima de um determinado nível de energia, essas partículas, que são as mais energéticas da natureza e atingem constantemente a atmosfera terrestre, têm origem extragaláctica.</p>
<p>A descoberta foi descrita em um artigo publicado nesta sexta-feira (22/09) na revista Science pela colaboração, que conta com a participação de cerca de 500 cientistas, provenientes dos 17 países-membros, dentre eles 30 do Brasil.</p>
<p>A participação dos pesquisadores vinculados a universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo na colaboração tem apoio da Fapesp. Já a participação de pesquisadores de outros estados é financiada por outras agências de fomento à pesquisa estaduais e federais (Leia mais sobre a participação brasileira no Observatório Pierre Auger em http://agencia.fapesp.br/20954/).</p>
<p>“A chance de essa conclusão ser fruto do acaso é de dois em 100 milhões”, disse Carola Dobrigkeit Chinellato, professora do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (IFGW-Unicamp) e presidente da comissão brasileira no Observatório Pierre Auger, a Victoria Flório em entrevista à revista Pesquisa Fapesp.</p>
<p>A partir de dados registrados pelo Observatório entre janeiro de 2004 e agosto de 2016, os pesquisadores observaram que raios cósmicos ultraenergéticos – acima de 8 vezes 1018 elétrons-volts (eV) – chegam em maior número à Terra vindos de um lado do céu.</p>
<p>Essa região no céu de onde vêm mais raios cósmicos ultraenergéticos coincide com a localização de grande parte das galáxias vizinhas da Via Láctea, em um raio de até 700 mil anos-luz.</p>
<p>“Essa é uma forte evidência de que os raios cósmicos de altas energias vêm de fora da Via Láctea”, disse Chinellato.</p>
<p><strong>Partículas raras</strong></p>
<p>De acordo com os pesquisadores participantes da colaboração, a descoberta contribui não apenas para entender a origem dessas partículas ultraenergéticas, como também os mecanismos cósmicos capazes de imprimir tamanha energia a essas diminutas entidades subatômicas, que podem viajar a distâncias de trilhões de quilômetros (anos-luz) através do espaço e chegar à Terra carregando energias extremas.</p>
<p>Núcleos atômicos leves como o do hidrogênio ou pesados como o do ferro, os raios cósmicos chegam à Terra vindos do espaço, a todo instante.</p>
<p>O fluxo dessas partículas subatômicas para a Terra, contudo, diminui abruptamente conforme a energia aumenta. As de energia acima de 1018 de eV, denominadas ultraenergéticas, como a que os pesquisadores detectaram agora, aparecem na Terra com uma frequência de 1 partícula por quilômetro quadrado (km²) por ano.</p>
<p>Por esse motivo, a origem e os mecanismos cósmicos de produção desses raios cósmicos ultraenergéticos, conhecidos há mais de 50 anos, continuam sendo um mistério.</p>
<p>A fim de identificar indícios da origem dessas partículas subatômicas de mais alta energia, os pesquisadores membros da colaboração Auger têm estudado a distribuição de suas direções de chegada à Terra.</p>
<p>Ao atingirem a atmosfera terrestre, a cerca de 10 km a 20 km de altitude, os raios cósmicos ultraenergéticos colidem com núcleos atômicos do ar, como de nitrogênio e oxigênio.</p>
<p>Essas colisões geram centenas ou milhares de outras partículas que seguem rumo ao solo, quase à velocidade da luz (de cerca de 300 mil km por segundo), na forma de cascatas de partículas, chamadas de “chuveiro atmosférico extenso”.</p>
<p>As partículas carregadas no chuveiro excitam as moléculas de nitrogênio no ar, produzindo uma tênue luz azul, que é captada por telescópios de fluorescência do Observatório Pierre Auger durante noites claras.</p>
<p>As partículas também são registradas por 1.660 detectores de superfície do observatório, batizado em homenagem ao físico francês Pierre Auger (1899-1992).</p>
<p>Espalhados por uma área de 3 mil km2, em uma região plana ao lado dos Andes, os detectores, que operam ininterruptamente, consistem em tanques de polietileno, preenchidos com 12 mil litros de água ultrapurificada e instrumentalizados com sensores fotomultiplicadores.</p>
<p>Quando as partículas de um chuveiro atmosférico atravessam a água no interior do tanque é emitida luz – chamada radiação Cherenkov – que pode ser medida nos sensores.</p>
<p>Com base na análise desses dois tipos de luz, entre outros dados, é possível extrair diversas informações sobre o raio cósmico (dito primário) que iniciou a cascata de partículas no alto da atmosfera.</p>
<p>O artigo Observation of a large-scale anisotropy in the arrival directions of cosmic rays above 8 × 1018 eV (doi: 10.1126/science.aan4338), da colaboração Pierre Auger, pode ser lido na revista Science em http://science.sciencemag.org/content/357/6357/1266.</p>
<p>(Com informações do Núcleo de Comunicação Social do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas &#8211; CBPF)</p>
<p><a href="http://agencia.fapesp.br/raios_cosmicos_ultraenergeticos_tem_origem_extragalactica_/26218/" target="_blank">Agência Fapesp</a></p>
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		<title>8.	Brasileiros ganham prêmio inédito na Olimpíada Internacional de Tecnologia</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-brasileiros-ganham-premio-inedito-na-olimpiada-internacional-de-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estudantes desenvolveram projeto para melhorar a mobilidade urbana unindo a internet das coisas ao transporte público</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudantes desenvolveram projeto para melhorar a mobilidade urbana unindo a internet das coisas ao transporte público</em></p>
<p>Dois jovens brasileiros ganharam a Olimpíada Internacional de Tecnologia e Inovação, conquistando pela primeira vez o título para o País. Eles também levaram para casa o prêmio de cinco mil francos suíços, visto que a competição aconteceu noIdiap Research Institute, em Martigny, na Suíça.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/09/brasileiros-ganham-premio-inedito-na-olimpiada-internacional-de-tecnologia.html" target="_blank">Revista Galileu</a></p>
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		<title>9.	Supremo tem cinco votos a favor do ensino religioso confessional na rede pública</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-supremo-tem-cinco-votos-a-favor-do-ensino-religioso-confessional-na-rede-publica/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O julgamento foi suspenso e deve ser retomado na próxima semana</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O julgamento foi suspenso e deve ser retomado na próxima semana</em></p>
<p>Cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram a favor de que o ensino religioso nas escolas públicas possa ser confessional, com a admissão de professores que atuem como representantes de confissões religiosas. Até o momento, a maioria dos ministros entende que a Constituição não proíbe o ensino de qualquer religião, apenas determina que a oferta seja facultada aos alunos da rede pública. O julgamento foi suspenso e deve ser retomado na próxima semana.</p>
<p>A análise começou no dia 30 de agosto e foi suspensa com placar de 3 votos a 2 pela declaração de que o ensino religioso é de natureza não confessional, não podendo ser ligado a religiões. Na ocasião, Luiz Fux e Rosa Weber acompanharam o relator, ministro Luís Roberto Barroso na questão. Alexandre de Moraes e Edson Fachin votaram a favor do ensino confessional.</p>
<p>Na sessão desta tarde, ocorreu a virada no placar da votação para 5 a 3 pelo ensino confessional. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski votaram a favor do modelo de ensino.</p>
<p>Gilmar Mendes votou a favor do ensino confessional por entender que o modelo não é proibido pela Constituição, que apenas determina o oferecimento facultativo. Segundo ele, neutralidade não é o mesmo que indiferença, e a religião é importante para a formação da sociedade.</p>
<p>&#8220;Nem preciso dizer que a outra proposta retira o sentido da própria norma constante do texto constitucional. Ensino religioso passa a ser filosofia, passa a ser sociologia das religiões, deixa de representar o ensino religioso tal como está texto constitucional”, afirmou Gilmar Mendes.</p>
<p>Em seguida, Dias Toffoli também acompanhou a divergência e disse que não há uma separação total entre Estado e religião. O ministro citou o caso das parcerias de prefeituras com as santas casas de misericórdia para o atendimento hospitalar e a isenção de impostos para entidades religiosas.</p>
<p>&#8220;Ocorreu uma autorização expressa e consciente do constituinte de que o modelo de ensino religioso ministrado em sala de aula fosse confessional”, afirmou o ministro.</p>
<p>Ainda faltam votar a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, e os ministros Marco Aurélio e Celso de Mello.</p>
<p><strong>Ação</strong></p>
<p>A ação que motivou o julgamento foi protocolada pela PGR e proposta em 2010 pela então vice-procuradora Débora Duprat. Segundo entendimento da procuradoria, o ensino religioso só pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na exposição “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor privilegie nenhum credo.</p>
<p>Para a procuradora, o ensino religioso no País aponta para a adoção do “ensino da religião católica”, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade. O ensino religioso está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto 7.107/2010, acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano para o ensino do tema.</p>
<p><strong>Outro lado</strong></p>
<p>Na primeira sessão de julgamento, realizada no dia 30 de agosto, o advogado Fernando Neves, representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), defendeu a obrigatoriedade do ensino religioso por estar previsto na Constituição. Além disso, Neves argumentou que o Poder Público não pode impedir o cidadão de ter a opção de aprofundar os conceitos sobre sua fé.</p>
<p>“O ensino religioso não é catequese, não é proselitismo. É aprofundamento daquele que já escolheu aquela fé, por si ou por sua família. Os alunos são livres para frequentar”, argumentou.</p>
<p>Na mesma ocasião, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, defendeu também o ensino religioso nas escolas públicas no formato atual. Para ela, ao prever expressamente a disciplina, a Constituição obriga o Estado a oferecê-la. Gracie argumentou que a oferta da disciplina nas escolas públicas fortalece a democracia, tornando-a mais inclusiva.</p>
<p>O modelo de ensino confessional é adotado atualmente em alguns estados, como a Bahia, o Ceará e o Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-09/supremo-tem-cinco-votos-favor-do-ensino-religioso-confessional-na-rede" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>10.	Educadores devem aderir a novas práticas para atender aos jovens, diz especialista</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-educadores-devem-aderir-a-novas-praticas-para-atender-aos-jovens-diz-especialista/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 16:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5748, 22 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Debate ‘Cidades educadoras’, no evento Educação 360, discutiu os desafios na área</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Debate ‘Cidades educadoras’, no evento Educação 360, discutiu os desafios na área</em></p>
<p>A educação não pode ficar restrita ao espaço da escola, ao contrário, deve ser uma atribuição de toda a cidade. Mas o que as sociedades estão fazendo para corrigir os erros históricos desse processo? Os questionamentos estiveram presentes no debate &#8220;Cidades educadoras&#8221;, durante o evento internacional Educação 360, nesta quinta-feira. Ao longo da discussão, educadores criticaram a segregação cada vez mais presente nas cidades contemporâneas e apontaram a distância entre a escola que existe atualmente e aquela que se espera para promover um ensino mais inclusivo.</p>
<p>Leia na íntegra:</p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/educadores-devem-aderir-novas-praticas-para-atender-aos-jovens-diz-especialista-21852496#ixzz4tPXyXF3f" target="_blank">O Globo</a></p>
<p><em><strong>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</strong></em></p>
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