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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5743, 15 de setembro de 2017</title>
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		<title>1.	Congresso poderá investigar os bastidores que levaram à extinção da Renca</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O anúncio da abertura da CPMI foi feito nesta quinta-feira (14) pelo deputado Alessandro Molon durante audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir os efeitos da extinção da Renca</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O anúncio da abertura da CPMI foi feito nesta quinta-feira (14) pelo deputado Alessandro Molon durante audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir os efeitos da extinção da Renca</em></p>
<p>A oposição mandou ontem um recado ao governo. Vem aí uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) formada por deputados e senadores para investigar a recente decisão do Ministério de Minas e Energia de extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca).</p>
<p>A reserva minerária localizada entre os estados do Pará e o Amapá estava vedada à mineração desde 1984. No final de agosto, o governo Temer publicou um decreto liberando ao setor privado a pesquisa mineral na região, onde antes apenas o governo podia exercer a atividade. A Renca tem 47 mil quilômetros quadrados de extensão.</p>
<p>O anúncio da abertura da CPMI foi feito nesta quinta-feira (14) pelo deputado Alessandro Molon (Rede/RJ) durante audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir os efeitos da extinção da Renca. Líder da Frente Parlamentar Ambientalista, Molon garantiu já ter assinaturas de 172 de deputados favoráveis à abertura da CPMI.</p>
<p>Faltariam apenas 28 adesões de senadores para o Congresso Nacional criar a CPMI e investigar os motivos que levaram o governo a destravar a Renca para a iniciativa privada. “Queremos saber o que está por trás da Renca”, disse Molon. Para ele, o decreto do governo gerou desconfiança na sociedade.</p>
<p>“A decisão foi tomada sem nenhum debate com a sociedade, os cientistas e as ONGs. Os empresários foram avisados antecipadamente da extinção da reserva e ainda houve um parecer contrário do Ministério do Meio Ambiente alertando sobre os riscos sociais e ambientais da medida”, lembrou Molon durante a audiência pública. Mas o governo foi em frente, alegando estar em busca melhorar a economia do país.</p>
<p>A audiência pública desta quinta-feira foi convocada pelo deputado Nilto Tato (PT/SP) com o objetivo de ouvir o governo e a sociedade sobre a medida. Desde que foi anunciada, a extinção da Renca gerou protestos dentro e fora do Brasil. Foi uma torrente de manifestações contrárias, que surpreendeu o governo.</p>
<p>Ambientalistas, entidades ligadas aos direitos indígenas, artistas, pesquisadores, ONGs. As críticas vieram de todos os lados. A pressão é para o governo revogar a medida. O governo, porém, segue o intento de manter a abertura da área para a mineração industrial. &#8220;A resistência do governo em revogar este decreto aumenta a nossa suspeita”, comentou Molon.</p>
<p>Depois da onda de repercussão negativa, a única atitude do Ministério de Minas e Energia para apaziguar os ânimos foi divulgar uma nota dizendo estar disposto a estimular “um amplo debate” sobre as alternativas para a proteção da região.</p>
<p>“Essa iniciativa se dá em respeito às legítimas manifestações da sociedade e a necessidade de esclarecer e discutir as condições que levaram à decisão de extinção da Renca”, diz a nota.</p>
<p>Ainda de acordo com o comunicado, ficou estabelecido o prazo de 120 dias para o MME apresentar ao governo e à sociedade as conclusões do debate e eventuais medidas para &#8220;promoção do desenvolvimento sustentável, com a garantia de preservação”. Até o fim desse prazo, ficam suspensas as análises de processos minerários para a região contestada.</p>
<p>Longe de acalmar a situação, essa estratégia do governo gerou ainda mais descontentamento. A deputada Janete Capiberibe (PSB/AP), resumiu: “é incorreto decidir um projeto dessa dimensão sem envolver o Congresso e a população nesta discussão e agora chamar a sociedade para discutir”.</p>
<p><strong> Colaterais</strong></p>
<p>“Ficou claro para a sociedade que a suspensão da Renca poderia trazer efeitos indesejados para o meio ambiente, os povos indígenas e comunidades extrativistas da região”, lembrou Michel Santos, coordenador de Políticas Públicas do WWF-Brasil, durante a audiência na Câmara.</p>
<p>Ele lembrou que na área da Renca existem nove áreas protegidas, sendo duas terras indígenas e sete unidades de conservação de proteção integral e de uso sustentável.</p>
<p>“Simplesmente atrair investimentos sem criar salvaguardas para a proteção socioambiental pode gerar conflitos e novas tensões na área”, advertiu o ambientalista.</p>
<p>Embora proibida para mineração, a região atraiu milhares de garimpeiros ilegais que adotam práticas predatórias, como o uso do mercúrio usado no processamento do ouro.</p>
<p>Esse mercúrio é despejado nos rios, contaminando as águas, os peixes e, provavelmente quem os consome. Estima-se que cerca de mil garimpeiros atuem clandestinamente na região. Vinte e oito pistas de pouso para aviões usados na pilhagem do ouro foram identificadas recentemente naquele trecho da floresta amazônica.</p>
<p>A área ocupada pela Renca está em bom estado de conservação. Segundo dados do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) o desmatamento na área ocupa apenas cerda de 1% da floresta.</p>
<p>Durante a audiência, a diretora de Sustentabilidade do Ministério de Minas e Energia, Maria José Salum, reconheceu que a ausência do Estado favoreceu a garimpagem ilegal do ouro na Renca nas últimas décadas. “Queremos paralisar imediatamente esses garimpos”, afirmou. Segundo ela, as empresas teriam o condão de afastar os garimpeiros.</p>
<p>Mas essa tese não encontra adeptos, além do governo.</p>
<p>“Com a eventual chegada das empresas para ocupar os melhores nichos de mineração, há o risco de os garimpeiros ilegais serem empurrados para o interior das áreas protegidas, agravando ainda mais os conflitos e colocando essas áreas sob pressão”, alertou Jaime Gesisky, especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil.</p>
<p>Ele foi o responsável por um relatório divulgado em julho deste ano que antecipou as intenções do governo em promover mudanças na Renca. Desde então, o WWF-Brasil vem alertando sobre os riscos da medida.</p>
<p>Para o WWF-Brasil o governo precisa apresentar um plano mais apropriado para induzir o desenvolvimento sustentável na região, incluindo as populações locais ao processo produtivo, combatendo a garimpagem ilegal e outras formas de intervenção que causam degradação e desmatamento na Amazônia.</p>
<p><em> <a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?60806/Congresso-poder-investigar-os-bastidores-que-levaram--extino-da-Renca" target="_blank">WWF &#8211; Brasil</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>O Estado de S. Paulo -<strong> <a href="http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,comissao-da-camara-pede-revogacao-de-decreto-de-extincao-da-renca,70001997289" target="_blank">Comissão da Câmara pede revogação definitiva de decreto de extinção de reserva na Amazônia</a></strong></p>
<p>Agência Câmara de Notícias &#8211; <strong><a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/MEIO-AMBIENTE/542840-DEPUTADOS,-AMBIENTALISTAS-E-INDIGENAS-CRITICAM-EXTINCAO-DA-RESERVA-NACIONAL-DE-COBRE.html" target="_blank">Deputados, ambientalistas e indígenas criticam extinção da Reserva Nacional de Cobre</a></strong></p>
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		<title>2.	SBPC, ABC e Andifes pedem informações a respeito do Portal de Periódicos da Capes</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entidades solicitam ao presidente da Capes, Abílio Baeta Neves, informações acerca da manutenção do Portal em 2018</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entidades solicitam ao presidente da Capes, Abílio Baeta Neves, informações acerca da manutenção do Portal em 2018</em></p>
<p>Os presidentes da SBPC, da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) enviaram uma carta nesta terça-feira (12) ao presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Abílio Baeta Neves, reforçando a importância do Portal de Periódicos para a comunidade acadêmica e científica e solicitando informações acerca da manutenção do Portal em 2018.</p>
<p>Leia a carta na íntegra <strong><a href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2017/09/carta-%C3%A0-Capes-sobre-o-Portal-de-Peri%C3%B3dicos-12-09-2017-SBPC-ANDIFES-ABC.jpg" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p><em>SBPC</em></p>
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		<title>3.	Medida Provisória que altera FNDCT pode garantir futuro da ciência brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:42:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>FNDCT teria saldo de R$ 43 bi em 2030 com a mudança </p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>FNDCT teria saldo de R$ 43 bi em 2030 com a mudança </em></p>
<p>A Finep colocou lado a lado representantes das principais entidades acadêmicas e empresariais do País nesta quinta-feira, 14 de setembro, em sua sede, no Rio de Janeiro, para discutir uma proposta de Medida Provisória que pode alterar a Lei 11.540/07 (Lei do FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A mais importante fonte de financiamento à área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) do Brasil deixaria de ser contábil para se tornar financeira. A reunião foi conduzida pelo presidente da Finep, Marcos Cintra.</p>
<p>A mudança vai garantir estabilidade no repasse de recursos à ciência, ampliar a capacidade de financiamento a empresas inovadoras e evitar o desvio de finalidade das receitas do Fundo. Com o novo enquadramento, o saldo do FNDCT permaneceria em caixa ao final de cada ano, sendo capitalizado e rendendo juros até a sua liberação. Caso se transforme em Fundo financeiro em 2019, a fonte terá R$ 43 bilhões em 2030 e se tornará autossustentável, segundo projeções da Finep. De acordo com a Fazenda, hoje o saldo é de cerca de R$ 9 bilhões.</p>
<p>Nos moldes vigentes, no entanto, os recursos não executados ao final de cada ano não constituem patrimônio do FNDCT e não são levados em conta para a elaboração dos orçamentos subsequentes. O montante contingenciado volta ao Tesouro Nacional e deixa de ser empregado em C,T&amp;I para o pagamento de dívida pública ou superávit fiscal. Somente entre 2006 e 2017, dos R$ 53,4 bilhões arrecadados pelo FNDCT, R$ 15 bilhões foram contingenciados (28%).</p>
<p>O Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2018 (PLOA), enviado ao Congresso, prevê recursos não reembolsáveis da ordem de R$ 350 milhões para o exercício de 2018, valor dez vezes menor do que o praticado há poucos anos atrás. Caso a meta fiscal seja revista, o número pode chegar a R$ 745 milhões, mas ainda é insuficiente para honrar compromissos já contratados.</p>
<p>Todos os 40 participantes do encontro desta quinta (14) concordaram com a proposta de modificação da natureza do FNDCT, que será encaminhada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) nas próximas semanas. Paralelamente, a pasta trabalha para aprovar no Congresso medidas que proíbam o contingenciamento de recursos do FNDCT e de fundos vinculados ao MCTIC.</p>
<p>Estiveram presentes à Finep, além de toda a Diretoria Executiva da financiadora, nomes como Luiz Davidovich (ABC); José Murilo de Carvalho (ABC e ABL); Ildeu Moreira e Helena Nader (SBPC); Gianna Sagazio e Paulo Mól (CNI); Renato Corona e Roberto Paranho (Fiesp); Agnaldo Dantas (Sebrae); Emanuel Tourinho (Andifes); Maria Zaira Turchi (Confap); Jerson Lima (Faperj); Fabiano Gallindo (Firjan); Edson Watanabe e Luis Pingueli Rosa (Coppe/UFRJ); Francilene Garcia (Consecti); e representantes de instituições como Academia Nacional de Medicina, Embrapa, ITA, Marinha, Unicamp, USP, CNEN, Abifina, Abimaq, entre outras.</p>
<p><strong>Sobre o FNDCT</strong></p>
<p>O FNDCT, administrado pela Finep, foi criado em 1969 para dar apoio financeiro a programas e projetos prioritários de desenvolvimento científico e tecnológico nacional. Os recursos são aplicados basicamente em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação realizadas por Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) e empresas, nas modalidades não reembolsável e reembolsável (empréstimo). As receitas que alimentam o Fundo têm diversas origens, como a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), parcela da receita das empresas beneficiárias de incentivos fiscais, operações de empréstimos, além de devoluções de recursos ao próprio FNDCT.</p>
<p><a href="http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/5536-medida-provisoria-que-altera-fndct-pode-garantir-futuro-da-ciencia-brasileira" target="_blank"><em>Finep</em></a></p>
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		<item>
		<title>4.	Políticas devem garantir que robótica promova desenvolvimento inclusivo, diz ONU</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-politicas-devem-garantir-que-robotica-promova-desenvolvimento-inclusivo-diz-onu/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:40:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“A ansiedade em relação aos robôs não se deve apenas ao aumento de seu escopo, velocidade e disseminação, mas à sua chegada em um momento de baixo dinamismo macroeconômico global”, disse Richard Kozul-Wright, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento da UNCTAD</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“A ansiedade em relação aos robôs não se deve apenas ao aumento de seu escopo, velocidade e disseminação, mas à sua chegada em um momento de baixo dinamismo macroeconômico global”, disse Richard Kozul-Wright, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento da UNCTAD</em></p>
<p>Políticas industriais digitais devem garantir que a robótica promova o desenvolvimento inclusivo, em vez de ameaçá-lo. A conclusão é de novo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgado nesta quinta-feira (14).</p>
<p>“Os robôs estão ameaçando empregos nos países desenvolvidos e em desenvolvimento mas, assim como para qualquer nova tecnologia, há tanto oportunidades como riscos”, disse o secretário-geral da UNCTAD, Mukhisa Kituyi, para o lançamento do relatório “Trade and Development Report, 2017: Beyond Austerity – Towards a Global New Deal” (Relatório de Comércio e Desenvolvimento 2017: para além da austeridade – rumo a um novo pacto global).</p>
<p>“A ansiedade em relação aos robôs não se deve apenas ao aumento de seu escopo, velocidade e disseminação, mas à sua chegada em um momento de baixo dinamismo macroeconômico global”, disse Richard Kozul-Wright, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento da UNCTAD. “Isso tem reduzido o investimento necessário à criação de novos setores, em que os trabalhadores substituídos por robôs poderiam encontrar empregos melhores”.</p>
<p>A grande questão é se os robôs afetarão negativamente os conhecidos benefícios da industrialização como estratégia de desenvolvimento, diz o relatório. Segundo o documento, tarefas rotineiras em empregos bem remunerados na indústria e nos serviços estão sendo substituídas por robôs; mas empregos industriais de baixos salários em setores como a indústria têxtil não foram fortemente afetados pela automação.</p>
<p>Ainda que a maior parte dos empregos nos países em desenvolvimento não esteja sob ameaça imediata, pode ocorrer uma tendência a concentrar ainda mais as atividades industriais nas localizações já existentes, o que aumenta as preocupações de que a distância entre vencedores e perdedores se amplie significativamente com o uso dos robôs.</p>
<p>O relatório da UNCTAD afirma que o uso atual de robôs está beneficiando países com capacidade industrial estabelecida. Isso poderia prejudicar ainda mais as perspectivas de crescimento daqueles países em desenvolvimento em que o setor industrial estagnou ou que já sofrem uma “desindustrialização prematura”.</p>
<p>Essa concentração tornaria mais difícil atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, parte de um plano acordado pela comunidade internacional em 2015, no âmbito de um novo esforço para erradicar a pobreza e promover a prosperidade, ao mesmo tempo em que se protege o meio ambiente.</p>
<p><strong>Diminuindo a histeria</strong></p>
<p>Apesar da comoção em torno do potencial da robotização, o uso atual de robôs industriais em todo o mundo é bastante pequeno, alcançando menos de 2 milhões de unidades, diz o relatório. Os robôs industriais estão concentrados nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica e em um pequeno número de países.</p>
<p>Quase metade dos robôs industriais operacionais está na Alemanha, no Japão e nos Estados Unidos; a China já quadruplicou seu estoque de robôs desde 2010, enquanto a Coreia do Sul tem o maior número de robôs por trabalhador em todo o mundo.</p>
<p>O relatório aponta que a maioria dos estudos existentes superestima os efeitos potenciais e adversos dos robôs sobre empregos e renda, porque não leva em conta que o tecnicamente viável nem sempre é economicamente rentável. Os países atualmente mais expostos à automação baseada em robôs são aqueles com um setor industrial grande e bem remunerado. A robotização tem tido um efeito pequeno na maioria dos países em desenvolvimento, onde a mecanização continua a ser a forma predominante de automação.</p>
<p><strong>Desafios aos dirigentes</strong></p>
<p>É fundamental garantir que o uso de robôs não piore a distribuição de renda, diz o relatório, alertando para o risco de aumento da participação da renda dos proprietários de robôs e da propriedade intelectual que incorporam. As opções para evitar que isso ocorra incluem esquemas em que os rendimentos dos funcionários dependam da lucratividade da firma, de modo que uma parte substancial de seus rendimentos venha do capital e não do trabalho.</p>
<p>O relatório também adverte que a “renda mínima”, atualmente defendida por alguns empreendedores de alta tecnologia, não substitui o fortalecimento dos direitos dos trabalhadores e o aumento na provisão de bem-estar social.</p>
<p>O possível efeito dos robôs sobre o papel da indústria no desenvolvimento depende, parcialmente, de quem possui e controla essa tecnologia, das possíveis vantagens dos pioneiros no uso dos robôs e dos setores industriais em que seu impacto é mais pronunciado. De todos esses pontos de vista, serão decisivas a definição e a implementação de políticas industriais digitais, bem como a defesa do espaço político para colocá-las em prática.</p>
<p><em><a href="https://nacoesunidas.org/politicas-devem-garantir-que-robotica-promova-desenvolvimento-inclusivo-diz-onu/" target="_blank">ONU</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>ONU &#8211; <strong><a href="https://nacoesunidas.org/onu-pede-fim-da-austeridade-fiscal-e-ousadia-para-reequilibrar-economia-global/" target="_blank">ONU pede fim da austeridade fiscal e ousadia para reequilibrar economia global</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-politicas-devem-garantir-que-robotica-promova-desenvolvimento-inclusivo-diz-onu/">4.	Políticas devem garantir que robótica promova desenvolvimento inclusivo, diz ONU</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>5.	Ex-reitor da Uerj assume a presidência da Faperj</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-ex-reitor-da-uerj-assume-a-presidencia-da-faperj/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“O compromisso assumido pelo secretário Gustavo Tutuca – que se estende à Faperj, agora sob a minha responsabilidade –, é iniciar uma nova fase no fomento à pesquisa, a fim de recuperar a capacidade de produção do conhecimento nas instituições de pesquisa e ensino superior sediadas no estado do Rio de Janeiro, após um período grave e agudo de crise em nosso estado”, disse Vieiralves de Castro</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O compromisso assumido pelo secretário Gustavo Tutuca – que se estende à Faperj, agora sob a minha responsabilidade –, é iniciar uma nova fase no fomento à pesquisa, a fim de recuperar a capacidade de produção do conhecimento nas instituições de pesquisa e ensino superior sediadas no estado do Rio de Janeiro, após um período grave e agudo de crise em nosso estado”, disse Vieiralves de Castro</em></p>
<p>O professor e pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Vieiralves de Castro assumiu, na segunda-feira, dia 11 de setembro, a presidência da Faperj. Ele substitui Gabriel Carvalho Neves Franco dos Santos, subsecretário executivo da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social (Sectids), que ocupava interinamente a direção da Fundação desde o dia 7 de agosto. Vieiralves foi convidado a presidir a Faperj pelo atual titular da Sectids, deputado Gustavo Tutuca. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do estado no último dia 5 de setembro.</p>
<p>“O compromisso assumido pelo secretário Gustavo Tutuca – que se estende à Faperj, agora sob a minha responsabilidade –, é iniciar uma nova fase no fomento à pesquisa, a fim de recuperar a capacidade de produção do conhecimento nas instituições de pesquisa e ensino superior sediadas no estado do Rio de Janeiro, após um período grave e agudo de crise em nosso estado”, disse Vieiralves.</p>
<p>Reitor da Uerj por dois mandatos, de 2008 a 2015, Vieiralves é formado em Psicologia pela Uerj, Após passar o mestrado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), obteve, em 1998, o título de doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor associado da Uerj, na graduação e na pós-graduação, e coordenador do Laboratório de Estudos Contemporâneos da Uerj – Labore. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Processos Grupais e de Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: representações sociais, memória social, psicologia social, religião e política.</p>
<p>De 2003 a 2007, foi diretor do Museu da República – Palácio do Catete, durante a gestão de Gilberto Gil à frente do Ministério da Cultura. Antes, em 2002, esteve à frente das secretarias de Estado de Ciência e Tecnologia e de Energia, Indústria Naval e Petróleo. Na primeira, já havia ocupado o cargo de subsecretário de 1999 e 2000. No Ministério da Educação (MEC), foi membro da Comissão Nacional de Extensão de 1993 a 1995. Na primeira metade dos anos 1990, foi coordenador nacional do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras.</p>
<p>De 2015 a 2017, Vieiralves ocupou também cargo de membro do Conselho Superior da Faperj, como um dos três representantes das universidades estaduais naquele colegiado.</p>
<p><em><a href="http://www.faperj.br/?id=3469.2.0" target="_blank">Faperj</a></em></p>
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		<title>6.	Inativação do cromossomo X ocorre mais cedo em humanos</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-inativacao-do-cromossomo-x-ocorre-mais-cedo-em-humanos/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Inativação de um dos cromossomos X em embriões humanos ocorre no início do período embrionário, antes de o blastocisto – embrião em estágio avançado de desenvolvimento – ser implantado no útero</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inativação de um dos cromossomos X em embriões humanos ocorre no início do período embrionário, antes de o blastocisto – embrião em estágio avançado de desenvolvimento – ser implantado no útero</em></p>
<p>Foi a partir da análise de sequências de RNA de células embrionárias isoladas que o grupo das pesquisadoras Lygia da Veiga Pereira e Maria Vibranovski, no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP), conseguiu demonstrar que o processo de inativação de um dos cromossomos X em embriões humanos ocorre logo no início do período embrionário, e de forma lenta, entre o quinto e o sétimo dia de desenvolvimento do embrião.</p>
<p>A inativação de um dos cromossomos X em embriões humanos era ainda de certa forma um mistério. Sabe-se que o processo é fundamental para a viabilidade do embrião, pois nele um cromossomo inteiro é inativado e, com isso, seus genes deixam de ser expressados. Porém, por ocorrer durante o desenvolvimento embrionário, ele foi pouco estudado em humanos.</p>
<p>Acreditava-se que o processo era igual ao de camundongos, que ocorre assim que o blastocisto – embrião em estágio avançado de desenvolvimento – implanta-se no útero e as células começam a se diferenciar e não antes como mostrou o estudo da USP.</p>
<p>“O mais interessante é que para essa descoberta não usamos uma gota de reagente. Foi tudo feito com o auxílio da bioinformática. Fizemos um teste matemático para ter uma resposta biológica”, disse Veiga Pereira, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE USP) e pesquisadora do Centro de Terapia Celular (CTC), à Agência Fapesp. O estudo foi publicado na Scientific Reports. O CTC é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela Fapesp.</p>
<p>As pesquisadoras trabalharam com dados de sequenciamento de embriões humanos publicados em 2013 na Nature Structural &amp; Molecular Biology por um grupo chinês. Naquele momento, a tecnologia de sequenciamento de RNA de células únicas (scRNAseq) ainda não estava disponível no Brasil.</p>
<p>“Os dados do sequenciamento de que precisávamos estavam disponíveis no artigo dos pesquisadores chineses. Mas eles fizeram um experimento para responder a outra pergunta. Enquanto o nosso foco era compreender a inativação do X, eles queriam analisar a mudança de expressão gênica no embrião como um todo”, disse Veiga Pereira.</p>
<p>Coube à equipe brasileira analisar os dados com o apoio de estratégias estatísticas e de bioinformática, além de determinar o sexo dos embriões com base nos dados de RNA e avaliar a expressão dos genes no cromossomo X.</p>
<p>Em humanos, o cromossomo X faz parte do sistema de determinação dos sexos. Mulheres carregam duas cópias do cromossomo em cada célula, enquanto nos homens há um cromossomo X e um Y. O cromossomo X representa cerca de 5% do DNA humano e tem cerca de mil genes.</p>
<p>A compensação de dosagem é fundamental para a vida. O processo também é descrito desde nematodos da espécie C. elegans a moscas drosófilas e mamíferos. Porém, todos eles com mecanismos diferentes. Nos C. elegans, os dois cromossomos X da fêmea são suprimidos “para que a soma dê igual a um do macho”, disse Veiga Pereira.</p>
<p>Na drosófila, é o macho que duplica a expressão do seu cromossomo X. Já em mamíferos, há um terceiro tipo de mecanismo: a inativação em cada célula da fêmea de um dos dois cromossomos X.</p>
<p>“A inativação do cromossomo X é um exemplo extremo de controle epigenético [conjunto de processos bioquímicos desencadeados por estímulos ambientais que moldam o funcionamento do genoma sem alterá-lo]. Ela nivela a atividade genética, os transcriptomas, das fêmeas à dos machos. Quando isso não ocorre, aquele embrião não é compatível com a vida”, disse Veiga Pereira.</p>
<p><strong>Desbancando o dampening</strong></p>
<p>O estudo também tem um detalhe curioso, pois conseguiu desbancar uma hipótese publicada em dezembro de 2016 na revista Cell por um grupo da Suécia. Os autores afirmavam que a inativação do cromossomo X seria uma espécie de enfraquecimento dos dois cromossomos X. O processo foi batizado de X dampening.</p>
<p>“A estratégia da pesquisa era a mesma da nossa. Porém eles sequenciaram os embriões e chegaram a um resultado diferente. Isso foi inesperado e rapidamente passou a ser aceito pela comunidade científica”, disse.</p>
<p>Pereira explica que ao analisar os dados da equipe sueca foi notado que, embora o número de embriões fosse muito maior em comparação com os dados do estudo chinês, a cobertura do sequenciamento era baixa. “Concluímos que eles não tiveram poder estatístico para conseguir enxergar a inativação do X”, disse.</p>
<p>Os resultados do estudo realizado no CTC ajudam também a aumentar o entendimento sobre o comportamento em cultura das células-tronco derivadas de embrião.</p>
<p>“Se quisermos trabalhar com células que ainda não tenham inativado o cromossomo X, teremos que usar estágios mais iniciais do desenvolvimento embrionário. Talvez seja preciso trabalhar com a mórula [primeiro estágio da embriogênese do zigoto], pois agora sabemos que nos blastocistos isso já começou”, disse Veiga Pereira.</p>
<p>O artigo Early X chromosome inactivation during human preimplantation development revealed by single-cell RNA-sequencing (doi: 10.1038/s41598-017-11044-z), de Joana C. Moreira de Mello, Gustavo R. Fernandes, Maria D. Vibranovski e Lygia V. Pereira, pode ser lido no Scientific Reports em www.nature.com/articles/s41598-017-11044-z#Ack1.</p>
<p><em><a href="http://agencia.fapesp.br/inativacao_do_cromossomo_x_ocorre_mais_cedo_em_humanos/26142/" target="_blank">Agência Fapesp</a></em></p>
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		<title>7.	Cientistas americanos agrupam vacinas em apenas uma injeção</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-cientistas-americanos-agrupam-vacinas-em-apenas-uma-injecao/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A descoberta pode ser útil em tratamentos para alergias, diabetes e câncer</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A descoberta pode ser útil em tratamentos para alergias, diabetes e câncer</em></p>
<p>Cientistas americanos desenvolveram uma forma de agrupar várias vacinas em apenas uma injeção. A descoberta, publicada nesta quinta-feira no periódico Science, pode ser útil em tratamentos para alergias, diabetes e câncer, que costumam pedir múltiplas injeções.</p>
<p>De acordo com a coautora da pesquisa Ana Jaklenec, do Instituto Koch para Pesquisa Integrada de Câncer do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, a nova técnica utiliza polímeros biodegradáveis que se dividem em momentos diferentes, liberando, então, seus conteúdos.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/cientistas-americanos-agrupam-vacinas-em-apenas-uma-injecao-21825578#ixzz4skpOtjqC" target="_blank">O Globo</a></strong></p>
<p><em>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>8.	Joana D’Arc Félix de Souza, PhD em Química: &#8220;Reduzi o abismo entre os alunos e a universidade&#8221;</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-joana-darc-felix-de-souza-phd-em-quimica-reduzi-o-abismo-entre-os-alunos-e-a-universidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Paulista formada em Harvard, professora da Escola Técnica Estadual de Franca (SP), participou falou em seminário no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, sobre os caminhos da inovação</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Paulista formada em Harvard, professora da Escola Técnica Estadual de Franca (SP), participou falou em seminário no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, sobre os caminhos da inovação</em></p>
<p>&#8220;Sou de família pobre, de Franca. Meu pai trabalhava num curtume e minha mãe era empregada doméstica. Vi nos estudos o caminho para vencer e realizar o sonho de fazer Química. Fiz graduação, mestrado e doutorado na Unicamp. Sou PhD pela Universidade de Harvard e tenho 15 patentes registradas.&#8221;</p>
<p><strong>Conte algo que não sei.</strong></p>
<p>Promover a educação científica desde a infância é a peça- chave para a construção de uma sociedade democrática, economicamente produtiva, mais humana e sustentável. Não é necessário estar numa universidade para desenvolver pesquisa de ponta.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/joana-darc-felix-de-souza-phd-em-quimica-reduzi-abismo-entre-os-alunos-a-universidade-21824106#ixzz4skop3RMY" target="_blank">O Globo</a></strong></p>
<p><em>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<item>
		<title>9.	Brasil está entre os que mais formam professores no mundo</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-brasil-esta-entre-os-que-mais-formam-professores-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Apesar disso, salário de docentes brasileiros não chega à metade da média mundial e turmas têm mais alunos</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar disso, salário de docentes brasileiros não chega à metade da média mundial e turmas têm mais alunos</em></p>
<p>Mesmo com salários bem abaixo da média mundial e condições de trabalho pouco favoráveis, as carreiras na área de educação são mais populares no Brasil do que na maioria dos países membros ou parceiros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dados do relatório “Education at a Glance”, divulgado ontem, mostram que 20% dos brasileiros graduados em 2015 optaram por este campo de estudo, o dobro da média da OCDE. Dos 46 países pesquisados, apenas Costa Rica e Indonésia formam mais professores que o Brasil, com 22% e 28%, respectivamente.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-esta-entre-os-que-mais-formam-professores-no-mundo-21814768#ixzz4skncZaSB" target="_blank">O Globo</a></strong></p>
<p><em>O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<item>
		<title>10.	Emissões de carbono podem aumentar até 90% na Amazônia em 50 anos</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-emissoes-de-carbono-podem-aumentar-ate-90-na-amazonia-em-50-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 17:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5743, 15 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Novo modelo computacional indica que elevação de temperatura e redução de chuvas decorrentes de desmatamento e aquecimento da Terra aumentam a letalidade do fogo para as árvores da floresta</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo modelo computacional indica que elevação de temperatura e redução de chuvas decorrentes de desmatamento e aquecimento da Terra aumentam a letalidade do fogo para as árvores da floresta</em></p>
<p>A degradação florestal na Amazônia, por fogo e eventos de secas extremas, tem se tornado frequente nos últimos anos. Para avaliar quais são os próximos cenários, cientistas aprimoraram um modelo que analisa o comportamento do fogo e a dinâmica de carbono, prevendo os padrões futuros da potencial degradação no bioma amazônico.</p>
<p>Esse modelo permite aos pesquisadores, por exemplo, prever que se uma seca como a de 2010 ocorrer em meados do século, entre 2040 e 2069, cerca de 550.000 km2, uma área maior que a França, estará vulnerável a incêndios florestais intensos.</p>
<p>O estudo, publicado na revista Environmental Research Letters dentro da edição especial Focus on Changing Fire Regimes, considera o aumento da temperatura e a diminuição da precipitação como os principais fatores para a frequente intensidade de fogo no futuro.</p>
<p>Segundo um dos autores, Bruno Lopes, estudante de doutorado da Universidade Federal de Viçosa (UFV), a pesquisa é inédita por desenvolver um modelo que representa a seca e seus efeitos na mortalidade de árvores, bem como as suas interações com os regimes de fogo.</p>
<p>“Esses aumentos previstos na intensidade do fogo podem ser até 90% mais letais para as árvores da floresta amazônica e consequentemente ocasionar um acréscimo nas emissões de carbono florestal na mesma proporção”, afirma Lopes.</p>
<p>O equilíbrio climático da Amazônia é perturbado por uma série de fatores, como mudanças de uso da terra, aquecimento global, incêndios florestais, elevadas concentrações de CO2 na atmosfera e aumentos na frequência e intensidade das secas. Desde meados de 1970 ocorre um aquecimento médio de cerca de 0,26°C por década nas regiões de floresta tropical. Os modelos climáticos globais sugerem um aquecimento maior em todas as regiões de florestas tropicais entre 3 e 8°C até ao final do século. Isto aponta que em 2100 as temperaturas tropicais atingirão valores nunca antes alcançados, fora da variabilidade natural dos últimos 2 milhões de anos.</p>
<p>Modelos de fogo e os impactos nos estoques de carbono da vegetação se destacam pela importância na investigação de um limiar crítico de temperatura e intensidade de seca, e consequentes alterações nos regimes de fogo que poderiam levar a um declínio substancial da floresta em um futuro próximo. Compreender e monitorar as respostas da vegetação em relação às mudanças climáticas é essencial para ampliar as opções de políticas de conservação.</p>
<p>“Assim, podemos ter um novo modelo de desenvolvimento agropecuário com uso sustentável do fogo em áreas vulneráveis e a criação de um plano nacional de combate a incêndios para a Amazônia, tendo implicações diretas na biodiversidade e ciclo de carbono”, defende Lopes.</p>
<p>Os dados do modelo tiveram como base experimentos realizados na Fazenda Tanguro, em Querência (MT), onde o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – IPAM desenvolve pesquisas que analisam como conciliar a produção de alimentos, conservação ambiental e mudanças climáticas.</p>
<p><em><a href="http://www.observatoriodoclima.eco.br/emissoes-de-carbono-podem-aumentar-ate-90-na-amazonia-em-50-anos/" target="_blank">Observatório do Clima</a></em></p>
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