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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5738, 6 de setembro de 2017</title>
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	<description>Jornal da Ciência</description>
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		<title>1.	Pesquisadores alertam que desmantelamento da ciência brasileira põe em risco a conservação da biodiversidade global</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em artigo publicado na edição de setembro da revista científica Perspectives in Ecology and Conservation, do grupo Elsevier, pesquisadores brasileiros apontam as graves consequências dos cortes no Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), do MCTIC</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em artigo publicado na edição de setembro da revista científica Perspectives in Ecology and Conservation, do grupo Elsevier, pesquisadores brasileiros apontam as graves consequências dos cortes no Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), do MCTIC</em></p>
<p>Um grupo de 54 pesquisadores brasileiros acaba de publicar um artigo na revista científica Perspectives in Ecology and Conservation, do grupo Elsevier, denunciando que os cortes drásticos no orçamento da ciência brasileira impõem riscos para a conservação da biodiversidade global. O artigo descreve o caso do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que conta com mais de 600 pesquisadores associados, realizando pesquisas em mais de 90 localidades do País, conforme conta o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Geraldo Wilson Fernandes, um dos autores do artigo.</p>
<p>“Temos uma malha de locais onde continuamente amostramos a dinâmica da biodiversidade e os serviços ecossistêmicos fornecidos pelo nosso capital natural (habitats, ecossistemas e biodiversidade), que estão sendo pulverizados pela falta de recursos.  Agora, tudo pode se perder. Não teremos como manter estes locais, conquistados com muita labuta e durante um período de mais de 10 anos”, lamenta o professor.</p>
<p>O artigo destaca que os sucessivos cortes orçamentários afetam de maneira radical programas de pesquisa sobre biodiversidade, fundamentais para o monitoramento e para a proposição de políticas de conservação ambiental e de desenvolvimento sustentável. De acordo a publicação, assinada por 54 cientistas, o PPBio é a maior rede de pesquisa em biodiversidade do Brasil e o seu desmantelamento comprometerá o Plano Estratégico de Biodiversidade 2011–2020 e, mais que isso, coloca em risco ecossistemas e o bem-estar humano. Os impactos perdurarão por muito tempo, afirmam.</p>
<p>“É através deste conhecimento que iremos planejar o uso racional e mais sustentável dos nossos recursos naturais. Sem ele, podemos continuar a cometer erros absurdos contra o meio ambiente e contra nosso próprio cidadão”, declarou Fernandes ao Jornal da Ciência.</p>
<p>O PPBio foi criado em 2004 com o objetivo de desenhar uma estratégia de investimento em ciência, tecnologia e inovação que aponte prioridades, integre competências em diversos campos do conhecimento e dissemine informações sobre biodiversidade que possam ser utilizadas para diferentes finalidades. “Os dados que relatam a importância e pioneirismo das nove redes que se espalham pelo território brasileiro estão claramente mostrados no artigo, mas ressalta-se ainda que o PPBio e esta equipe invejável, que tem desenvolvido a ciência do Brasil e aprimorando know-how, estão severamente ameaçados com a política obtusa dos nossos governantes”, diz o pesquisador.</p>
<p>O artigo destaca ainda que, apesar dos esforços do Brasil internacionalmente reconhecidos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU, os recuos em questões ambientais, por consequência das politicas do atual governo, impactam negativamente no compromisso do País com os objetivos de desenvolvimento sustentável. “Acabar com programas como o PPBio, na tentativa de resolver uma crise orçamentária, é uma opção míope que reduzirá criticamente a capacidade do País para responder aos desafios presentes e futuros, não apenas no setor ambiental, mas em todos os aspectos da sociedade”, alertam os pesquisadores no artigo.</p>
<p>Leia o artigo na íntegra: <a href="http://ac.els-cdn.com/S2530064417300809/1-s2.0-S2530064417300809-main.pdf?_tid=79907482-9300-11e7-8285-00000aacb361&amp;acdnat=1504701770_ac99f1d36af4f7b707195b213f98c01d" target="_blank">Dismantling Brazil&#8217;s science threatens global biodiversity heritage</a></p>
<p><em>Daniela Klebis – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>2.	Desafios para a avaliação da pesquisa científica brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:13:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira, representantes de CNPq, Capes e SBPC discutem as diferentes formas de aferir a qualidade da produção acadêmica</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira, representantes de CNPq, Capes e SBPC discutem as diferentes formas de aferir a qualidade da produção acadêmica</em></p>
<p>Avaliar a pesquisa científica que se faz no Brasil é uma tarefa complexa. Embora a contagem de artigos publicados e outros parâmetros quantitativos sejam relativamente simples de aferir, uma avaliação mais precisa requer, também, uma abordagem qualitativa, que leve em consideração as particularidades de cada área do conhecimento. A avaliação da produção científica nacional foi tema de mesa-redonda na Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), que acontece esta semana em São Paulo.</p>
<p>“Não é só a questão da quantidade de artigos publicados. Devemos considerar o seu impacto”, afirmou Mario Neto Borges, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele mencionou que, embora a produção científica brasileira venha crescendo em quantidade desde a década de 1990, há pouco avanço em relação ao impacto dessas publicações.</p>
<p>Para Borges, a internacionalização da ciência brasileira – isto é, a circulação dos pesquisadores brasileiros em outros países, o estabelecimento de parcerias e o intercâmbio de cientistas estrangeiros no Brasil – tem o potencial de ampliar tanto a quantidade quanto o impacto das publicações científicas. “Esta é uma das missões dessa nova gestão do CNPq”, afirma o presidente, nomeado em outubro passado.</p>
<p>Ainda segundo ele, outra estratégia que pode potencializar o impacto da produção brasileira é o desenvolvimento de projetos de inovação em parceria com empresas. A transformação de conhecimento em riqueza, segundo Borges, ainda deixa a desejar. “Somos bem desenvolvidos em ciência, pouco em tecnologia e quase nada em inovação”, ponderou.</p>
<p>O coordenador da área de Física e Astronomia na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Sylvio Canuto, enfatizou que as diferentes áreas da ciência precisam de critérios de avaliação específicos, pois a dinâmica de publicação é diferente em cada uma. Ele defendeu, ainda, que é perigoso usar critérios de avaliação específicos para objetivos diferentes daqueles para os quais foram desenvolvidos – citou como exemplo o sistema Qualis, da Capes, que classifica as revistas científicas. O sistema, desenvolvido para avaliar a produção científica de programas de pós-graduação, em que a quantidade de artigos chega aos milhares, não é o mais adequado para avaliar, por exemplo, a produção individual de candidatos a um concurso público.  “A estratégia e os procedimentos usados influenciam os resultados. Assim, a pergunta essencial é o que se pretende aferir”, pontuou.</p>
<p>Adiantando resultados que serão divulgados pela Capes ainda esta semana, Canuto avaliou que a área de física e astronomia no Brasil vem passando por um momento de crescente qualidade e quantidade. No período de 2013 a 2017, o número de docentes cresceu 8,7% e o número de publicações por ano, 17%. De maneira especial, o número de artigos publicados nas revistas mais importantes, classificadas no Qualis como A1, cresceu mais de 40%. “Esse crescimento não pode ser ameaçado”, disse, comentando a atual crise de financiamento na ciência brasileira.</p>
<p>Representando a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Lucile Maria Floeter Winter argumentou que os processos de avaliação não devem considerar apenas números, mas estar atentos especialmente ao mérito científico dos trabalhos. Essa lógica é ainda mais importante num momento em que, diante da escassez de verbas, torna-se necessário elencar prioridades de financiamento. “No momento atual, de crise, a avaliação é fundamental para que a qualidade seja premiada na distribuição de recursos”, destacou.</p>
<p>Winter alertou que a crise de financiamento da ciência que afeta o país não está perto de se resolver, e a previsão para 2018 é de ainda mais cortes. Por isso, é fundamental mostrar aos governantes e à população em geral a importância de pesquisa científica para o desenvolvimento do país. “A ciência, por estar atrelada à tecnologia e à inovação, é um dos setores que mais retorno dá de seus investimentos”, expôs. Ela lembrou o movimento da Marcha pela Ciência, cuja segunda edição aconteceu em várias cidades brasileiras no dia 2 de setembro. “As pessoas precisam saber que a ciência não é algo feito entre quatro paredes, que não serve à sociedade”, defendeu. Borges fez coro: “Para a sociedade como um todo e, portanto, para os políticos, a ciência ainda não é um valor. É isso que temos que mudar&#8221;.</p>
<p><em>Assessoria de imprensa da SAB</em></p>
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		<title>3.	Moção de apoio à preservação da Universidade da Integração Latino-americana recebe apoio de senador</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Moções SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em carta à SBPC, o senador José Pimentel afirmou que “apoia integralmente” a moção aprovada na Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC e que lutará contra a aprovação da emenda que extingue a Unila</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em carta à SBPC, o senador José Pimentel afirmou que “apoia integralmente” a moção aprovada na Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC e que lutará contra a aprovação da emenda que extingue a Unila</em></p>
<p>O senador José Pimentel afirmou, em carta à SBPC, que lutará contra a aprovação da emenda que extingue a Universidade da Integração Latino-americana (Unila). No dia 14 de agosto, a SBPC encaminhou a deputados, senadores, ao Ministério da Educação e ao Governo do Estado do Paraná a moção de apoio à preservação da Unila, aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC, realizada no dia 20 de julho, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, por ocasião da 69ª Reunião Anual da SBPC. Pimentel respondeu que “apoia integralmente” a moção e que atuará para impedir que a Medida Provisória nº 785/2017, que transforma a Unila em Universidade Federal do Oeste do Paraná, não seja aprovada, e para que a instituição não seja mais alvo desse tipo de proposta.</p>
<p>“Lutarei contra a aprovação da emenda que extingue a Unila, debatendo o assunto com os demais parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Minha atuação certamente se somará a uma série de manifestações contrárias à proposta, oriundas da comunidade acadêmica, de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e partido políticos, que já têm chegado ao Congresso Nacional”, declarou o senador, na carta.</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>4.	A ciência brasileira está falida. E daí?</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-a-ciencia-brasileira-esta-falida-e-dai/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você pode não saber, mas a ciência brasileira está presente em muitas coisas da sua vida - no supermercado, no posto de combustível, nas farmácias. Tudo isso está sendo colocado em risco pelo corte de investimentos públicos, que ameaça paralisar por completo a pesquisa no País</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você pode não saber, mas a ciência brasileira está presente em muitas coisas da sua vida &#8211; no supermercado, no posto de combustível, nas farmácias. Tudo isso está sendo colocado em risco pelo corte de investimentos públicos, que ameaça paralisar por completo a pesquisa no País</em></p>
<p>Você já deve ter ouvido falar que a ciência brasileira está falida. É verdade. Mas e daí? O que isso tem a ver com você, brasileiro, que não é cientista? Por que você deveria se importar com isso? Afinal, o que a ciência brasileira já fez por você? E o que o Brasil tem a perder se os investimentos em ciência continuarem sendo cortados ano após ano?</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/a-ciencia-brasileira-esta-falida-e-dai/" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>5.	MCTIC precisa de R$ 2 bilhões para cumprir compromissos deste ano</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-mctic-precisa-de-r-2-bilhoes-para-cumprir-compromissos-deste-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A informação partiu do ministro da pasta, Gilberto Kassab, nesta terça-feira (5), durante a 13ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A informação partiu do ministro da pasta, Gilberto Kassab, nesta terça-feira (5), durante a 13ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)</em></p>
<p>O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) necessita de R$ 2 bilhões para quitar os restos a pagar até o fim do ano. A informação partiu do ministro da pasta, Gilberto Kassab, nesta terça-feira (5), durante a 13ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Ele defendeu uma “pressão saudável” da comunidade pelo descontingenciamento de recursos.</p>
<p>“Temos incentivado todos de uma maneira muito cuidadosa, mas necessária, para que sensibilizem as suas relações pessoais, midiáticas e políticas quanto à demanda identificada para 2017 e para o ano que vem. Precisamos, neste ano, de mais R$ 2 bilhões. Em 2016, nós precisávamos de R$ 1,5 bilhão e conseguimos. Temos que trabalhar, lutar e pressionar, porque não é um recurso que surge do nada. É um recurso muito disputado e, com essa Lei do Teto [Emenda Constitucional nº 95], nós temos que mostrar que atividades e bolsas de pesquisa não podem ter solução de continuidade”, completou.</p>
<p>O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Marcos Cintra, expôs um panorama orçamentário e financeiro do FNDCT em 2017, ao comparar a arrecadação de quase R$ 3,6 bilhões ao orçamento executado de menos de R$ 1,5 bilhão até 31 de julho, sendo R$ 533 milhões de pagamentos feitos. O Conselho Diretor tratou, ainda, do cenário para 2018, a partir do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), e de prestações de contas de 2014 a 2016.</p>
<p>Presidido pelo titular do MCTIC, o Conselho Diretor do FNDCT possui integrantes dos ministérios da Defesa (MD); da Educação (MEC); da Fazenda (MF); da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC); e do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG); do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); da Finep – que exerce a função de secretaria executiva – e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além de três representantes do setor empresarial, três da comunidade científica e tecnológica e um dos trabalhadores da área de ciência e tecnologia.</p>
<p>Também participaram da reunião os presidentes da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich; do CNPq, Mario Neto Borges; e da Embrapa, Maurício Lopes; o diretor de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Mól; o secretário executivo do MCTIC, Elton Zacarias; e a presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, como convidada.</p>
<p><em><a href="http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=11230:mctic-precisa-de-r-2-bilhoes-para-cumprir-compromissos-deste-ano&amp;catid=3:newsflash" target="_blank">Agência ABIPTI, com informações do MCTIC</a></em></p>
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		<title>6.	Pezão apresentará projeto para que universitários trabalhem para o estado por dois anos após formatura</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-pezao-apresentara-projeto-para-que-universitarios-trabalhem-para-o-estado-por-dois-anos-apos-formatura/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=123791</guid>
		<description><![CDATA[<p>O governador do Rio disse que a ideia é que os alunos deem uma contrapartida pelos anos que estudaram sem pagar nada. O texto deve ser apresentado em setembro. Em entrevista no Jornal da CBN, Pezão também disse que a privatização da UERJ está fora de questão. Ao falar sobre a homologação da ajuda federal ao estado, ele afirmou que o alívio de R$ 63 bilhões servirá para pagar o funcionalismo e dar previsibilidade às contas do Rio de Janeiro</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O governador do Rio disse que a ideia é que os alunos deem uma contrapartida pelos anos que estudaram sem pagar nada. O texto deve ser apresentado em setembro. Em entrevista no Jornal da CBN, Pezão também disse que a privatização da UERJ está fora de questão. Ao falar sobre a homologação da ajuda federal ao estado, ele afirmou que o alívio de R$ 63 bilhões servirá para pagar o funcionalismo e dar previsibilidade às contas do Rio de Janeiro</em></p>
<p>Em entrevista ao Jornal da CBN, nesta quarta-feira, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, disse que vai sugerir a criação de uma lei que determine que universitários trabalhem para o estado por dois anos após a formatura. Segundo ele, a ideia é que os alunos deem uma contrapartida pelos anos que estudaram sem pagar nada.</p>
<p>“Eu acho que a gente precisa fazer uma reforma estruturante em todas as universidades. Esse universitário, que estuda de graça por cinco ou seis anos, tem que retornar com alguma coisa quando termina o seu curso. Ele trabalha para o estado por dois anos. É uma lei que eu quero mandar para a Assembleia Legislativa e discutir com a sociedade”.</p>
<p><em><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/jornal-da-cbn/2017/09/06/PEZAO-APRESENTARA-PROJETO-PARA-QUE-UNIVERSITARIOS-TRABALHEM-PARA-O-ESTADO-POR-DOIS-ANOS.htm" target="_blank">CBN</a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Veja &#8211; <a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar/parecer-da-fazenda-sugere-fim-da-uerj/" target="_blank">Parecer da Fazenda sugere fim da UERJ</a></p>
<p>G1 &#8211; <a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/pezao-descarta-privatizacao-da-uerj-totalmente-fora-de-questao.ghtml" target="_blank">Pezão descarta privatização da Uerj: &#8216;Totalmente fora de questão&#8217;</a></p>
<p>EBC &#8211; <a href="http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2017-09/governo-do-rio-afirma-que-nao-cogita-privatizar-uerj" target="_blank">Governo do Rio afirma que não cogita privatizar a Uerj</a></p>
<p>O Globo &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/rio/e-estarrecedor-diz-reitor-da-uerj-sobre-parecer-de-privatizacao-do-ensino-publico-superior-21792524#ixzz4ruYcnpP7" target="_blank">&#8216;É estarrecedor&#8217;, diz reitor da Uerj sobre parecer de privatização do ensino público superior</a></p>
<p>Exame &#8211; <a href="http://exame.abril.com.br/brasil/afinal-o-governo-federal-pediu-mesmo-o-fim-da-uerj/" target="_blank">Afinal, o governo federal pediu mesmo o fim da UERJ?</a></p>
<p>Extra &#8211; <a href="https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/apos-recomendacoes-da-fazenda-governo-do-rio-diz-que-nao-cogita-privatizar-uerj-21789826.html" target="_blank">Após recomendações da Fazenda, Governo do Rio diz que não cogita privatizar a Uerj</a></p>
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		<title>7.	Brasil e China fecham parceria de tecnologia de produção de biocombustível</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Itamaraty espera que a aplicação da nova tecnologia possa contribuir com a concretização do compromisso firmado pelo Brasil, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Itamaraty espera que a aplicação da nova tecnologia possa contribuir com a concretização do compromisso firmado pelo Brasil, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima</em></p>
<p>A cooperação em biotecnologia e agricultura, a colaboração no desenvolvimento de nanotecnologia e a criação de novos laboratórios e plataformas conjuntas foram alguns dos temas discutidos, nesta terça-feira (5), na IV Reunião da Subcomissão de Ciência, Tecnologia &amp; Inovação (CT&amp;I) da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília. No encontro, Brasil e China discutiram monitoramento das ações planejadas e firmaram acordo para a utilização de nova tecnologia de produção de biodiesel.</p>
<p>A empresa chinesa Biostar Company vai adquirir 80% das ações da usina brasileira Biopar – Produção de Biodiesel Parecis Ltda, localizada no estado do Mato Grosso, que passará a se chamar New Biopar. O investimento de R$ 880 mil dará a oportunidade dos chineses produzirem biodiesel, que será vendido para o mercado interno.</p>
<p>O Itamaraty espera que a aplicação da nova tecnologia possa contribuir com a concretização do compromisso firmado pelo Brasil, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima, a COP 21. O país concordou em aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética brasileira para aproximadamente 18% até 2030, expandindo o consumo de biocombustíveis.</p>
<p>A nova tecnologia de produção é baseada na catalise heterogênea e enzimática e no craqueamento do óleo vegetal. Essa nova rota de produção é parte de convênio, estabelecido a partir das discussões da subcomissão, em 2009, entre a Universidade de Tsinghua, em Pequim, e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que criaram o Centro China – Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia. Desenvolvida na China, essa forma de obtenção do biocombustível foi objeto de uma experiência piloto no Coppe, onde se provou sua viabilidade comercial. Com o acordo firmado hoje, a cooperação avança do campo da pesquisa para o da transferência de tecnologia.</p>
<p><strong>Acompanhamento</strong></p>
<p>A Cosban foi instituída em maio de 2004 e, até hoje, quatro reuniões da subcomissão que trata de ciência e tecnologia foram realizadas. Nesta última, Brasil e China decidiram criar um secretariado permanente da comissão, a fim de acompanhar a execução das ações conjuntas. O secretariado terá reuniões trimestrais para fazer o acompanhamento de prazos e metas das iniciativas no nível técnico. Semestralmente, autoridades dos dois países discutirão as políticas.</p>
<p>Na reunião de hoje, a delegação brasileira foi chefiada pelo subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador José Antônio Marcondes Carvalho. Já a delegação chinesa contou com a presença do vice-ministro da Ciência e Tecnologia, Xu Nanping.</p>
<p>A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2016, o intercâmbio bilateral alcançou US$ 58,5 bilhões.</p>
<p><em><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-09/brasil-e-china-fecham-parceria-de-tecnologia-de-producao-de" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>8.	Finep e BNB firmam parceria de R$ 10 milhões para projetos de inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cooperação visa ampliar a competitividade de empresas do Nordeste, local e nacionalmente</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A cooperação visa ampliar a competitividade de empresas do Nordeste, local e nacionalmente</em></p>
<p>A Finep firmou parceria com o Banco do Nordeste (BNB) para financiar projetos de R$ 10 milhões de micro, pequenas e médias empresas inovadoras da região. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (4/9), na sede do BNB, em Fortaleza-CE. Estiveram presentes o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, o presidente da Finep, Marcos Cintra, o presidente em exercício do BNB, Romildo Rolim, e a gerente do departamento regional Nordeste da Finep, Patrícia Aguiar.</p>
<p>A cooperação visa ampliar a competitividade de empresas do Nordeste, local e nacionalmente. De acordo com Marcos Cintra, a parceria da Finep com o BNB, um dos principais bancos do País, será fundamental para acentuar, fortalecer e amplificar a inovação na região. &#8220;A Finep é uma agência de fomento que desde sua inauguração tem uma presença pequena no Nordeste. Nosso objetivo é descentralizar e atingir uma maior capilaridade das nossas atividades em todo o Brasil, porque potencial econômico não escolhe a região e a inteligência é um dos dons mais democráticos do Brasil, sendo igualmente distribuída&#8221;, afirmou.</p>
<p>O BNB será o 20º agente financeiro do País apto a repassar recursos da Finep por meio de seu programa de descentralização de crédito, o Inovacred. Com a nova parceria, o programa passa a atender as 27 unidades da federação. &#8220;A consolidação da Finep em todo o Brasil e o enraizamento no Nordeste geram a oportunidade de levar nosso apoio a recursos para mais brasileiros, em especial a esta região que tanto precisa de investimento. Recentemente foi aberto um escritório da Finep no Nordeste e agora ampliamos este leque&#8221;, explicou o ministro Gilberto Kassab.</p>
<p>Para Romildo Rolim, a parceria vai impulsionar o mercado local. &#8220;A assinatura deste acordo vai aumentar nossos recursos para projetos inovadores. Nosso papel é financiar as ideias destas empresas para serem mais competitivas e ampliarem seu mercado&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Finep Nordeste</strong></p>
<p>Em julho, a Finep inaugurou escritório em Fortaleza para impulsionar investimentos em P&amp;D nos 9 estados da região. Os recursos do Inovacred serão disponibilizados para o desenvolvimento de novos produtos, processos, serviços, marketing ou inovação organizacional, ou para o aperfeiçoamento dos já existentes. O custo final das operações para os interessados varia de TJLP a TJLP+3% a.a., dependendo do porte da empresa.</p>
<p><strong>Inovacred</strong></p>
<p>Lançado no fim de 2012, o Inovacred oferece financiamento a iniciativas inovadoras de empresas com receita operacional bruta anual ou anualizada de até R$ 90 milhões. O apoio da Finep é feito de forma descentralizada, por meio de agentes financeiros credenciados, que atuam em seus respectivos estados ou regiões. Ao todo, já foram contratados 362 projetos por meio da linha de crédito, que totalizam R$ 690 milhões.</p>
<p><strong>AFEAM: novo agente da Finep no Amazonas</strong></p>
<p>No dia 30/8, foi a vez da Agência de Fomento do Estado do Amazonas S.A. (AFEAM) tornar-se agente financeiro do Inovacred. O acordo foi assinado na sede da instituição pelo gerente Departamento de Programas Descentralizados da Finep, Marcelo Camargo, e pelo Diretor-Presidente da AFEAM, Alex Del Gigli. O valor do financiamento concedido às empresas amazonenses vai variar de R$ 150 mil a R$ 500 mil.</p>
<p><em><a href="http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/5528-nnn" target="_blank">Finep</a></em></p>
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		<title>9.	Terapia gênica vai atacar doenças crônicas circulatórias</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-terapia-genica-vai-atacar-doencas-cronicas-circulatorias/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Desde domingo, cerca de 800 congressistas estão em Campos de Jordão para a 32ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), que acaba nesta quarta-feira. Um dos temas que mais mobilizam a atenção dos cientistas é o que já vem sendo chamado de nova fronteira da medicina: a terapia gênica</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Desde domingo, cerca de 800 congressistas estão em Campos de Jordão para a 32ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), que acaba nesta quarta-feira. Um dos temas que mais mobilizam a atenção dos cientistas é o que já vem sendo chamado de nova fronteira da medicina: a terapia gênica</em></p>
<p>A Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE) reúne milhares de pesquisadores no País, trabalhando para o avanço científico e a cura de doenças. Desde domingo, cerca de 800 congressistas estão em Campos de Jordão para a sua 32ª reunião anual, que acaba nesta quarta-feira. Um dos temas que mais mobilizam a atenção dos cientistas é o que já vem sendo chamado de nova fronteira da medicina: a terapia gênica. Trocando em miúdos, consiste em introduzir genes funcionais nas células para aliviar ou acabar com a doença.</p>
<p>A possibilidade de alterar os genes de um paciente e salvar sua vida é o dia o dia do professor Sang Won Han, titular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor em bioquímica pela USP com pós-doutorado em terapia gênica pela University of Washington. Seu campo de pesquisa está revolucionando o quadro de algumas enfermidades relacionadas à circulação sanguínea que se agravam como envelhecimento: as doenças isquêmicas. Para simplificar, toda obstrução é uma isquemia. Portanto, na doença coronariana, as placas de gordura que se acumulam nos vasos e impedem a passagem do sangue provocam uma obstrução ou isquemia. O mesmo processo pode ocorrer em diferentes partes do corpo – pacientes diabéticos, por exemplo, têm risco mais elevado de sofrer obstruções nas pernas.</p>
<p><em><a href="http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/" target="_blank">Bem Estar &#8211; G1</a></em></p>
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		<item>
		<title>10.	Estudo brasileiro identifica possível causa da morte de neurônios em bebês com zika</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-estudo-brasileiro-identifica-possivel-causa-da-morte-de-neuronios-em-bebes-com-zika/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5738, 6 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Análise preliminar de cérebros com zika mostrou disfunção em genes que regulam ação de neurotransmissor</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-estudo-brasileiro-identifica-possivel-causa-da-morte-de-neuronios-em-bebes-com-zika/">10.	Estudo brasileiro identifica possível causa da morte de neurônios em bebês com zika</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Análise preliminar de cérebros com zika mostrou disfunção em genes que regulam ação de neurotransmissor</em></p>
<p>Resultados preliminares de um estudo brasileiro indicam o possível mecanismo pelo qual o vírus da zika causa problemas cerebrais nos bebês; entre eles, a microcefalia.</p>
<p>Analisando os cérebros de três bebês infectados, mortos logo após o nascimento, e comparando-os com o de um bebê sem zika, a pesquisa identificou que genes dos neurônios envolvidos no processo de sinalização do neurotransmissor glutamato estavam afetados.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/estudo-brasileiro-identifica-possivel-causa-da-morte-de-neuronios-em-bebes-com-zika.ghtml" target="_blank">Bem Estar &#8211; G1</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-estudo-brasileiro-identifica-possivel-causa-da-morte-de-neuronios-em-bebes-com-zika/">10.	Estudo brasileiro identifica possível causa da morte de neurônios em bebês com zika</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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