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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5737, 5 de setembro de 2017</title>
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	<description>Jornal da Ciência</description>
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		<title>1.	Aula Magna na UFRN convida jovens para lutar pela ciência no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Momento foi marcado pela defesa da educação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento nacional; Aula Magna foi ministrada pela presidente de honra da SBPC, Helena Nader</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Momento foi marcado pela defesa da educação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento nacional; Aula Magna foi ministrada pela presidente de honra da SBPC, Helena Nader</em></p>
<p>Por que fazer ciência? Para mudar o mundo. Com este pensamento, a cientista e professora Helena Nader ministrou a Aula Magna da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em uma mensagem de incentivo à juventude após expor o preocupante quadro de contingenciamento no investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil. Perseverança foi a palavra lançada ao público que lotou o auditório da Reitoria da UFRN na manhã da segunda-feira, 4, em um momento marcado pela defesa da educação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento nacional.</p>
<p>“Espero que se lembrem deste dia como a renovação da crença no Brasil”, destacou Helena Nader, ao citar que o país pode ir além caso haja financiamento em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Isso porque a produção científica registrou aumento em todas as áreas nas avaliações dos quinquênios desde 1985 até 2014, o que coloca o Brasil em destaque na produção entre os países da América Latina e com crescimento em relação à produção mundial nos últimos 10 anos. No entanto, essa taxa de crescimento registra quedas ano a ano, com maior diferença entre 2015 e 2016.</p>
<p>Enquanto em 2015 o aumento foi de 5,7%, no ano de 2016 a porcentagem caiu para 0,9%, o que representa a tendência de estagnação. No quesito inovação, Helena Nader alertou que a economia brasileira está perdendo competitividade ao cair 22 posições em seis anos no Índice Global de Inovação, em que atualmente ocupa a 69ª colocação – a pior entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Já no Ranking Global de Competitividade, o Brasil está em 75º lugar entre os 140 países avaliados, enquanto no quesito “qualidade da educação” cai para 122º e em “qualidade da educação primária” ocupa a 132ª posição.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://www.ufrn.br/imprensa/noticias/9340/aula-magna-convida-jovens-para-lutar-pela-ciencia-no-brasil" target="_blank">UFRN</a></strong></p>
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		<title>2.	Rede Nordeste de Biotecnologia divulga Manifesto em defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Renorbio manifesta a sua preocupação com os rumos do financiamento em CT&#038;I do País</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Renorbio manifesta a sua preocupação com os rumos do financiamento em CT&amp;I do País</em></p>
<p>Leia o manifesto na íntegra:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>MANIFESTO EM DEFESA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>REDE NORDESTE DE BIOTECNOLOGIA</strong></p>
<p>A Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO) manifesta a sua preocupação com os rumos do financiamento em ciência e tecnologia do País.</p>
<p>A RENORBIO, uma das mais importantes redes brasileiras dedicada à ciência e tecnologia, congregando os nove estados da Região Nordeste e o Estado do Espírito Santo. Procura encontrar alternativas eficientes para o desenvolvimento regional e universal, atuando nas áreas de recursos naturais, saúde, agropecuária e indústria.</p>
<p>Dispõe de um programa de doutoramento que inclui 36 instituições com 268 docentes e pesquisadores, e 970 alunos matriculados. Nos últimos 5 anos, formou 499 doutores e produziu 400 patentes e 4440 publicações científicas.  Por essas razões, é a rede dominante de biotecnologia da Região.</p>
<p>A RENORBIO está ameaçada diante do colapso do CNPq, o maior órgão de fomento à ciência e tecnologia do País. Conforme foi anunciado por seu presidente, o contingenciamento de 44% da verba do Ministério da Ciência e Tecnologia, além do contingenciamento do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia, impedirá o CNPq e, por extensão a RENORBIO, de honrar os seus compromissos de pagamento de bolsas no Brasil e no exterior e do fomento à pesquisa.</p>
<p>Dessa forma, a RENORBIO tem o dever de convocar à comunidade científica, toda a sociedade civil e, particularmente, representantes dos brasileiros no Congresso Nacional, à defesa da ciência, tecnologia e inovação, atuando no sentido de expansão do Projeto de Lei Orçamentária de 2018 para o MCTIC e aumento do limite imposto ao CNPq, reduzido pelo contingenciamento de 2017.</p>
<p>Natal, agosto de 2017</p>
<p>Rede Nordeste de Biotecnologia</p>
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		<title>3.	Alvo de arrombamentos e sem dinheiro para fomento à pesquisa, Museu Goeldi amarga crise orçamentária</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-alvo-de-arrombamentos-e-sem-dinheiro-para-fomento-a-pesquisa-museu-goeldi-amarga-crise-orcamentaria/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com corte de 44% no orçamento, a instituição de pesquisa mais antiga da Amazônia corre risco de fechar as portas, diz diretor</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com corte de 44% no orçamento, a instituição de pesquisa mais antiga da Amazônia corre risco de fechar as portas, diz diretor</em></p>
<p>Durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (4), em Belém, o diretor do Museu Emílio Goeldi pontuou uma série de situações de precariedade enfrentadas pela instituição de ciência biológica, a mais antiga da Amazônia, com 1515 anos de funcionamento. No domingo (3), a situação foi denunciada durante protesto de pesquisadores e visitantes. Em nota, o Governo Federal informou que irá garantir recursos para o funcionamento do Museu.</p>
<p>Apesar da afirmação do governo, o fato é que o orçamento da instituição aprovado para 2017, de R$ 12 milhões, teve corte de 44%, mantendo aproximadamente R$ 7,2 milhões. Em fala contundente, o diretor Nilson Gabas Jr reiterou que, caso não seja revertido o atual quadro orçamentário, a instituição será obrigada, a partir do próximo mês, a fechar duas de suas bases físicas: o Parque Zoobotânico, instalado há 122 anos no centro de Belém, e a Estação Científica Ferreira Penna, que funciona há 24 anos na floresta de Caxiuanã.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/alvo-de-arrombamentos-e-sem-dinheiro-para-fomento-a-pesquisa-museu-goeldi-amarga-crise-orcamentaria.ghtml" target="_blank">G1</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>G1 &#8211; <strong><a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/pesquisadores-e-visitantes-realizam-manifestacao-no-museu-emilio-goeldi-em-belem.ghtml" target="_blank">Pesquisadores e visitantes realizam manifestação no Museu Emílio Goeldi, em Belém</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-alvo-de-arrombamentos-e-sem-dinheiro-para-fomento-a-pesquisa-museu-goeldi-amarga-crise-orcamentaria/">3.	Alvo de arrombamentos e sem dinheiro para fomento à pesquisa, Museu Goeldi amarga crise orçamentária</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<title>4.	Fiocruz e CNPq assinam acordo de cooperação técnico-científica</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-fiocruz-e-cnpq-assinam-acordo-de-cooperacao-tecnico-cientifica/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pelo acordo, as duas instituições se associam para fomentar, coordenar e executar projetos de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pelo acordo, as duas instituições se associam para fomentar, coordenar e executar projetos de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde</em></p>
<p>A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, assinou na última quinta-feira (31/8), em Brasília, um acordo de cooperação para o compartilhamento de recursos humanos e conhecimentos em Tecnologia da Informação (TI) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Pelo acordo, as duas instituições se associam para fomentar, coordenar e executar projetos de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.</p>
<p>A cooperação técnico-científica gerada pelo acordo vai significar novos esforços das duas instituições no sentido de promover desde o desenvolvimento e operação de bancos de dados até a adaptação de infraestrutura de TI em ciência biomédica e saúde pública ao chamado Big Data — expressão que se refere ao conjunto de dados complexos gerados a todo instante.</p>
<p>Ao lado do presidente do CNPq, Mário Neto Borges, e do vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Fiocruz, Mário Santos Moreira, Nísia lembrou a longa parceria entre as duas instituições e afirmou que o acordo servirá para ampliar as possibilidades de projetos conjuntos em pesquisa, educação e em especial em gestão do conhecimento. “O acordo consolida uma história de anos de parceria e abre novas perspectivas”, destacou Nísia, para quem será possível ampliar as ações de gestão do conhecimento no Brasil com a cooperação entre as duas instituições. A retomada do processo de aproximação entre Fiocruz e CNPq foi promovido pelo vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Manoel Barral Neto, o que favoreceu a formalização do acordo assinado.</p>
<p>Nísia lembrou de alguns projetos desenvolvidos na Fiocruz Brasília no campo da gestão do conhecimento. Citou a iniciativa da Fiocruz com o Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, e, ainda, a criação do Cidacs (Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde), ligado à Fiocruz Bahia. Projetos dessa natureza, segundo ela, deverão ser potencializados com o acordo.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="https://agencia.fiocruz.br/fiocruz-e-cnpq-assinam-acordo-de-cooperacao-tecnico-cientifica" target="_blank">Agência Fiocruz</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-fiocruz-e-cnpq-assinam-acordo-de-cooperacao-tecnico-cientifica/">4.	Fiocruz e CNPq assinam acordo de cooperação técnico-científica</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<item>
		<title>5.	Governo de São Paulo assina novo decreto voltado à promoção da Ciência e Tecnologia</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-governo-de-sao-paulo-assina-novo-decreto-voltado-a-promocao-da-ciencia-e-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Documento elaborado por grupo técnico especializado promove adequações na Lei Paulista de Inovação, em razão do novo Marco Legal da Ciência e Tecnologia </p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Documento elaborado por grupo técnico especializado promove adequações na Lei Paulista de Inovação, em razão do novo Marco Legal da Ciência e Tecnologia </em></p>
<p>O governador Geraldo Alckmin assinou nesta segunda-feira (04/09), no Palácio dos Bandeirantes, decreto que regulamenta a lei federal nº 10.973 e a lei complementar 1.049 (Lei Paulista de Inovação), além outras medidas da política estadual de ciência, tecnologia e inovação. As novas propostas foram apresentadas por um grupo de trabalho formado por especialistas e representantes das Instituições Científicas e Tecnológicas do Estado (ICTESPs), durante reunião do Conselho das Instituições de Pesquisa do Estado de São Paulo (CONSIP). A cerimônia contou com a participação do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), Márcio França, dos secretários da Agricultura, Arnaldo Jardim, e Planejamento, Marcos Monteiro, do deputado Cauê Macris, além de outras autoridades e prefeitos.</p>
<p>O novo decreto pretende, além de regulamentar as leis de inovação tecnológica, inserir mecanismos favoráveis à gestão pública moderna, descentralizada e desburocratizada. De acordo com França, o documento elaborado prevê instrumentos legais que visam à promoção da competitividade, do desenvolvimento e da inovação. “Os administradores públicos, empresários e outros órgãos terão segurança nas parcerias com as ICTESPs. Também vamos garantir a transferência do conhecimento para a sociedade e, dessa forma, proporcionar ganhos econômicos, sociais e ambientais”.</p>
<p>O decreto avançará em diversos pontos na promoção de um ambiente regulatório mais seguro e estimulante para a inovação no Estado de São Paulo, entre eles, destacam-se: a consolidação da relação das Fundações de Apoio com as ICTESPs e a definição da atuação dos Núcleos de Inovação Tecnológica. A partir desse novo marco regulatório das instituições científicas, empresas poderão compartilhar o uso de laboratórios, equipamentos e demais instalações para realização de pesquisas tecnológicas. Também será permitido o compartilhamento de pesquisadores e capital humano existente nas ICTESPs.</p>
<p>Outro ponto de destaque é garantir objetividade e clareza nas formas de operacionalizar e captar recursos financeiros, extraorçamentários, provenientes da prestação de serviços técnicos especializados. Os dirigentes das ICTESPs também poderão celebrar contratos, convênios e demais ajustes previstos no decreto, independente do seu valor.</p>
<p>A publicação prevê ainda a introdução de estímulo ao pesquisador público. Os inventores terão a participação nos ganhos econômicos dos licenciamentos de tecnologias, em consonância com os desígnios das leis. Inclui também a possibilidade do estudioso se licenciar para constituir empresa e poder prestar consultoria técnico-científica.</p>
<p>Com novo decreto, o pesquisador terá a segurança jurídica para compartilhar suas pesquisas e conhecimento. &#8220;A inovação é fundamental para encontrar soluções eficazes em todas as áreas. Precisamos disponibilizar mecanismos para que os institutos possam mesclar suas descobertas com a iniciativa privada. Esse documento mostra o caminho&#8221;, ressaltou França.</p>
<p>Para o governador, a melhor maneira para nos preparamos para o futuro é investir em conhecimento e inovação. &#8220;O Márcio França com a enorme capacidade de articulação criou um grupo de trabalho com os institutos para criar essa minuta moderna. Os pesquisadores vão participar dos resultados e de conquistas importantes. Hoje nós estamos dando um passo na direção correta. Vamos somar esforços em prol da população&#8221;, frisou.</p>
<p><strong>Sobre o CONSIP</strong></p>
<p>Criado em 1989, o Consip é presidido pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado e composto por diretores de institutos de pesquisa de São Paulo, que são membros titulares natos, e outros componentes designados, incluindo os suplentes, de acordo com o decreto nº 62.597 de 25/05 de 2017, que reorganizou a sua composição.</p>
<p>O conselho é composto pelos dirigentes do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Zootecnia (IZ), Instituto Adolfo Lutz (IAL), Instituto de Botânica (Ibot), Instituto Butantan, Instituto Florestal (IF), Instituto Geológico (IG), Instituto Geográfico Cartográfico (IGC), Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL), Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Instituto Pasteur, Instituto da Saúde (IS), Laboratórios de Investigação Médica, e Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). As indicações dos membros titulares são feitas ao Presidente do Consip.</p>
<p>São membros designados: os representantes da Comissão Permanente do Regime de Tempo Integral (CPRTI), da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Instituto de Pesquisas Nucleares (Ipen) e da Superintendência de Controles de Endemias (Sucen). O mandato dos componentes indicados e de seus suplentes tem duração de quatro anos, sendo permitidas reconduções sucessivas.</p>
<p><em>Divulgação</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Agência Fapesp &#8211; <strong><a href="http://agencia.fapesp.br/novo_decreto_regulamenta_parcerias_publicoprivadas_em_pesquisa_em_sao_paulo/26066/" target="_blank">Novo decreto regulamenta parcerias público-privadas em pesquisa em São Paulo</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-governo-de-sao-paulo-assina-novo-decreto-voltado-a-promocao-da-ciencia-e-tecnologia/">5.	Governo de São Paulo assina novo decreto voltado à promoção da Ciência e Tecnologia</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>6.	Cientistas usam vírus da zika para matar células de tumor cerebral</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-cientistas-usam-virus-da-zika-para-matar-celulas-de-tumor-cerebral/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conhecido por destruir células que formam cérebro de bebês em desenvolvimento, vírus foi utilizado em experimento para matar células-tronco de glioblastoma, o tipo mais comum de câncer cerebral</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-cientistas-usam-virus-da-zika-para-matar-celulas-de-tumor-cerebral/">6.	Cientistas usam vírus da zika para matar células de tumor cerebral</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conhecido por destruir células que formam cérebro de bebês em desenvolvimento, vírus foi utilizado em experimento para matar células-tronco de glioblastoma, o tipo mais comum de câncer cerebral</em></p>
<p>O vírus da zika é capaz de matar células-tronco de glioblastoma, um tipo mortal de câncer no cérebro, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas americanos. As células-tronco dos tumores são especialmente resistentes aos tratamentos convencionais contra o câncer.</p>
<p>De acordo com os autrores da pesquisa, publicada hoje na revista científica The Journal of Experimental Medicine, a descoberta abre caminho para que um dia o zika seja utilizado como um tratamento complementar para o glioblastoma.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,cientistas-usam-virus-da-zika-para-matar-celulas-de-tumor-cerebral,70001969038" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>7.	Pesquisador alerta para risco de surgirem novos sorotipos de Zika</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:23:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Hoje existe apenas um único Zika e, uma vez infectada, a pessoa se torna imune. Mas o vírus está em franca mutação e não seria surpresa se em breve surgirem o Zika 2, 3, 4...”, disse Edison Luiz Durigon em entrevista à Agência FAPESP</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Hoje existe apenas um único Zika e, uma vez infectada, a pessoa se torna imune. Mas o vírus está em franca mutação e não seria surpresa se em breve surgirem o Zika 2, 3, 4&#8230;”, disse Edison Luiz Durigon em entrevista à Agência FAPESP</em></p>
<p>O vírus Zika está se modificando tão rapidamente em pacientes brasileiros que há risco de surgir num futuro breve sorotipos diferentes do patógeno, como já acontece no caso da dengue. Tal fato poderia dificultar a obtenção de uma vacina, bem como comprometer a eficácia dos testes para diagnóstico já desenvolvidos.</p>
<p>O alerta foi feito neste domingo (3/9) pelo professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) Edison Luiz Durigon, que proferiu a conferência de abertura da Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE). O evento segue até o dia 6 de setembro em Campos do Jordão.</p>
<p>“Hoje existe apenas um único Zika e, uma vez infectada, a pessoa se torna imune. Mas o vírus está em franca mutação e não seria surpresa se em breve surgirem o Zika 2, 3, 4&#8230;”, disse Durigon em entrevista à Agência FAPESP.</p>
<p>A afirmação está baseada na análise de dados de três pacientes assintomáticos – dois homens e uma mulher – que foram acompanhados de perto durante meses pela equipe do ICB-USP. Semanalmente, os pesquisadores colhiam amostras de sangue, saliva, urina e, no caso dos homens, esperma.</p>
<p>O material era enviado para os Estados Unidos onde, por meio de uma parceria com o exército norte-americano, o genoma completo do patógeno era sequenciado. O estudo foi feito no âmbito da Rede de Pesquisa sobre Zika Vírus em São Paulo (Rede Zika), que conta com apoio da FAPESP.</p>
<p>“Semana a semana, nós comparávamos o que havia de diferente no genoma viral. Chegamos a ver no mesmo paciente cepas compartimentadas, ou seja, o vírus presente no sêmen era diferente do que havia na urina. Em todos os casos, o patógeno que encontramos no estágio final da infecção não era o mesmo que entrou no paciente”, contou Durigon.</p>
<p>Segundo o pesquisador, os pacientes do sexo masculino permaneceram eliminando o Zika em grandes quantidades pelo esperma por até seis meses. Um deles apresentou o vírus na saliva durante três meses.</p>
<p>“O Zika continuou se replicando nas células do testículo durante todo esse tempo e, por microscopia eletrônica, pudemos perceber que os espermatozoides já se formavam infectados. Há risco, portanto, de ocorrer uma concepção com esperma contaminado. Se a gravidez vai para frente nesses casos e quais as consequências para o feto é algo que não temos ideia”, comentou Durigon.</p>
<p>A possibilidade de transmissão sexual, segundo o pesquisador, amplia fortemente a capacidade do vírus de se disseminar. Na avaliação de Durigon, é preciso urgentemente mudar a cultura médica, que ainda centra os cuidados pré-natais nas mulheres.</p>
<p>“Não adianta testar apenas as gestantes para a presença do vírus, recomendar apenas às mulheres que usem repelente e evitem áreas de risco durante a gestação e deixar os homens à vontade, seguindo a vida normalmente. Elas podem ser contaminadas pelos próprios parceiros e isso é algo que os médicos ainda não estão atentos”, alertou.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://agencia.fapesp.br/pesquisador_alerta_para_risco_de_surgirem_novos_sorotipos_de_zika/26054/" target="_blank">Agência Fapesp</a></strong></p>
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		<title>8.	Primeiro tratamento para a doença de Chagas é aprovado nos Estados Unidos</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-primeiro-tratamento-para-a-doenca-de-chagas-e-aprovado-nos-estados-unidos/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O uso do benznidazol foi aprovado para crianças entre 2 e 12 anos de idade</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O uso do benznidazol foi aprovado para crianças entre 2 e 12 anos de idade</em></p>
<p>A agência do governo americano para Vigilância Sanitária de Alimentos e Medicamentos (<em>Food and Drug Administration</em> – FDA) aprovou o uso de benznidazol para crianças com doença de Chagas de 2 a 12 anos de idade. Este é um avanço há muito aguardado na luta global contra a com a doença de Chagas, além de ser o resultado de anos de colaboração entre os diversos envolvidos nesta empreitada.</p>
<p>Para obter a aprovação do benznidazol por meio do mecanismo de aprovação acelerada da FDA, foi apresentado um dossiê completo com todos os dados essenciais disponíveis para todas as faixas etárias, incluindo recém-nascidos, pacientes agudos e imunossuprimidos. “Esses dados são o resultado de numerosos estudos realizados em uma ampla gama de situações e países liderados por pesquisadores-chave, membros deste fórum. Nós seguimos dedicados a buscar a ampliação da indicação nos Estados Unidos, de forma a incluir todas as faixas etárias, e ao mesmo tempo continuar trabalhando para garantir a disponibilidade de medicamentos tripanocidas nas Américas”, disse Joel Keravec da DNDi.</p>
<p>Em 2013, DNDi e Fundación Mundo Sano se comprometeram a enfrentar os desafios globais que previnem que pacientes recebam o atendimento médico necessário para o enfrentamento da doença de Chagas. No ano passado, esta aliança foi ampliada com a adesão do Grupo <em>Chemo</em>, e sua subsidiária americana <em>Exeltis</em>, em um esforço para expandir o registro do benznidazol. O resultado deste esforço resultou no registro nos Estados Unidos esta semana e, no último dia 9 de agosto, no México. Juntos, os dois países representam mais de 1,2 milhão de pacientes.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://www.sbmt.org.br/portal/primeiro-tratamento-para-doenca-de-chagas-e-aprovado-nos-estados-unidos/" target="_blank">SBMT</a></strong></p>
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		<title>9.	Como a diplomacia da ciência pode contribuir para transformar nosso mundo</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-como-a-diplomacia-da-ciencia-pode-contribuir-para-transformar-nosso-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pesquisador da USP é o único brasileiro a fazer parte de um comitê recém-criado com o objetivo de aproximar cientistas e gestores públicos na busca por solucionar problemas que afligem a América Latina e o Caribe</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisador da USP é o único brasileiro a fazer parte de um comitê recém-criado com o objetivo de aproximar cientistas e gestores públicos na busca por solucionar problemas que afligem a América Latina e o Caribe</em></p>
<p>Construir redes para conectar cientistas e tomadores de decisão não é tarefa simples nem para os mais experimentes cientistas da computação. Porém, esse é um dos desafios que o professor André de Carvalho decidiu enfrentar. Pesquisador do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, André foi selecionado para uma vaga no comitê criado pela Rede Internacional para Assessoramento Científico Governamental (INGSA, na sigla em inglês) especialmente para debater os desafios da diplomacia da ciência na América Latina e no Caribe.</p>
<p>Ele e mais cerca de 60 pesquisadores e gestores públicos se reuniram em Buenos Aires, na Argentina, de 28 a 30 de junho, para participar do Wokshop da América do Sul para Assessoramento Científico Governamental, organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina em conjunto com a INGSA e a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAI). Financiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pelo Centro Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento, o evento analisou as contribuições que a ciência pode prover para o aprimoramento de políticas públicas em diferentes áreas, além de promover uma troca de experiências entre os participantes e discutir os desafios que devem ser enfrentados.</p>
<p>Segundo o professor André, as atividades do centro estão muito ligadas a uma área conhecida por diplomacia da ciência, que tem crescido em importância nos países desenvolvido nos últimos anos: “A UNESCO possui várias iniciativas para fortalecer a diplomacia da ciência e a AAAI possui um centro dedicado ao tema. A diplomacia da ciência estimula a colaboração científica entre países, por considerá-la parte essencial da política externa na era do conhecimento”. O professor conta que, na época da Guerra Fria, era comum existirem militares como membros de embaixadas e consulados. Atualmente, em vários países, eles vêm sendo substituídos pela crescente presença de diplomatas cientistas.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://www.icmc.usp.br/noticias/3185-como-a-diplomacia-da-ciencia-pode-contribuir-para-transformar-nosso-mundo" target="_blank">ICMC USP</a></strong></p>
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		<title>10.	Seis universidades brasileiras saem de ranking das mil melhores do mundo</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-seis-universidades-brasileiras-saem-de-ranking-das-mil-melhores-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 16:21:29 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[5737, 5 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A USP segue como a primeira do País; no topo da lista mundial está a Universidade de Oxford</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A USP segue como a primeira do País; no topo da lista mundial está a Universidade de Oxford</em></p>
<p>O Brasil perdeu seis universidades no ranking internacional das 1000 melhores, divulgado anualmente pela publicação britânica Times Higher Education (THE), uma das principais em avaliação do ensino superior no mundo. Na edição deste ano, 21 instituições do País estão na lista mundial, ante 27 no ano passado.</p>
<p>A Universidade de São Paulo (USP) segue como a primeira do País, em um grupo que está entre 251 e 300 melhores universidades. Após a posição nº 200, o ranking deixa de considerar as instituições de forma unitária e passa a considerá-las por grupos. No ano passado, a universidade também estava neste grupo.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,seis-universidades-brasileiras-saem-de-ranking-das-mil-melhores-do-mundo,70001968070" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><strong>Leia também</strong></em><em>:</em></p>
<p>Zero Hora &#8211; <strong><a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/educacao/noticia/2017/09/rs-tem-tres-universidades-em-ranking-de-melhores-do-mundo-9888665.html#showNoticia=PFEzPSF8SzE3NjYyNjkxOTE5MDEyNTY5MDg4ai43Mjg5NTkwNDgwNDY4MTc4MTU1MiVDeTgzMzE1NzM3NzA0NTYxMzc3MjhkYWFzNGpfLlh+PntLSkcwczg=" target="_blank">RS tem três universidades em ranking de melhores do mundo</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/10-seis-universidades-brasileiras-saem-de-ranking-das-mil-melhores-do-mundo/">10.	Seis universidades brasileiras saem de ranking das mil melhores do mundo</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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