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	<title>Jornal da Ciência &#187; 5735, 1 de setembro de 2017</title>
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		<title>1.	É preciso pressionar o governo a recuperar as informações que já foram produzidas sobre a Renca</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> “Não usar as informações científicas é dar uma banana para a sociedade brasileira”, afirma o ambientalista e pesquisador do Inpa, Adalberto Val, em entrevista ao Jornal da Ciência </p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><em>“Não usar as informações científicas é dar uma banana para a sociedade brasileira”, afirma o ambientalista e pesquisador do Inpa, Adalberto Val, em entrevista ao Jornal da Ciência </em></p>
<p><em> </em>A extinção da Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca), por decreto presidencial publicado na última semana, coloca em risco o equilíbrio ambiental da Amazônia e o impacto se propaga por quilômetros, colocando em perigo todo o ecossistema e gerando uma série de degradações sociais. Esta é a afirmação do biólogo, ambientalista e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adalberto Val.</p>
<p>Há mais de quarenta anos ele se dedica a estudar a Amazônia, as adaptações biológicas às mudanças ambientais, de origem natural e as causadas pelo homem, e, por esse trabalho e militância em defesa do desenvolvimento sustentável da região, já recebeu diversos prêmios, como a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico,  o Prêmio Excelência da American Fisheries Society e, mais recentemente, em 2016, o Prêmio Anísio Teixeira de Educação Superior. Conforme ressalta na entrevista a seguir, a discussão sobre a Renca precisa considerar todas as evidências científicas levantadas ao longo de décadas.  “O que precisamos é, definitivamente, aproveitar as informações que geramos nos diferentes laboratórios do País inteiro”, diz.</p>
<p>Val alerta que a suspensão por 120 dias do decreto não significa que ele foi cancelado. E é preciso que a comunidade científica se aproxime da sociedade em geral para pressionar o governo a recuperar toda a informação que foi produzida a partir dos laboratórios de pesquisa no desenho das intervenções nas várias áreas, não apenas na parte ambiental, mas, também, na educação, na saúde, na segurança. “Se a gente baixar a guarda agora, esse negócio volta a vigorar. Não podemos deixar isso acontecer”.</p>
<p><strong>Jornal da Ciência -</strong> <strong>Foi publicado um primeiro decreto extinguindo a Renca no dia 22 de agosto, depois, o governo editou esse decreto, publicou um segundo. A última notícia é que o governo suspendeu os efeitos do decreto e estipulou um prazo de 120 dias para diálogos com a sociedade. Em nenhum momento, até então, o governo havia proposto diálogo com cientistas e ambientalistas.  E o que se pode, então, esperar desse período de discussões?</strong></p>
<p><strong>Adalberto Val -</strong> Eu duvido muito que vai haver toda essa abertura para uma discussão mais científica. O Brasil precisa recuperar a informação produzida a partir dos laboratórios de pesquisa no desenho das intervenções nas várias áreas, não apenas na parte ambiental, mas, também, na educação, na saúde, na segurança. O governo cria uma coisa que fica bonita no papel, e acha que isso vai funcionar na prática. É o caso da Renca. O segundo decreto não muda absolutamente nada do anterior: é como se você tivesse, por exemplo, no meio de um quarteirão, na cidade, uma intervenção pontual no fundo de um terreno que você acha que não vai interferir em nada. E aí, você faz um buraco de 50 metros. É claro que isso vai afetar todo mundo que está do lado. Na Renca é a mesma coisa. Imagine que existem várias reservas – biológicas, indígenas, parques estaduais – e você vai fazer uma intervenção pontual, estipulando que não se pode entrar na reserva dos índios, ou  na reserva biológica, mas essas coisas ficam ali do outro lado da rua. É claro que os grileiros que vão para lá se aproveitar desse momento, vão invadir a floresta! É claro que vão querer aproveitar o que tem na reserva indígena! Não faz sentido pegar um papel lá de Brasília e achar que as coisas vão acontecer na Amazônia como eles desenharam.</p>
<p>É uma questão científica mesmo. O decreto que extingue a Renca não foi cancelado. Ele foi suspenso por 120 dias. Isso significa que se a gente baixar a guarda agora, esse negócio volta a vigorar.  Não podemos deixar isso acontecer.</p>
<p><strong>JC – Por que a extinção da Renca pode ser problemática?</strong></p>
<p><strong>AV -</strong> A gente não pode imaginar a floresta como um santuário. Mas precisamos usar os recursos naturais de forma inteligente, a partir de estudos científicos, para que a gente possa causar o menor impacto possível. Quando a gente fala de floresta, a gente não fala apenas da cobertura vegetal, a gente fala de tudo, inclusive do ambiente aquático. Todos esses compartimentos do ecossistema estão interligados. Se você remove as florestas, que é a primeira coisa que acontece no garimpo, você interfere em todos os demais processos. Vários estudos demonstram que se você tem um ponto de distúrbio na floresta, esse ponto de distúrbio se propaga por quilômetros. Mesmo que você não remova a cobertura vegetal.</p>
<p>Outro ponto importante sobre a extinção da Renca é a poluição das águas por metais, principalmente o que a gente chama de metais de transição – que serão minerados no local, como cobre, níquel, ouro. Nesse processo todo, acaba-se usando não apenas tecnologias químicas, mas também facilitando a drenagem de parte do material garimpado para dentro da água. Esses metais são altamente tóxicos para os organismos aquáticos, em particular os peixes. Em diversas publicações nossas mostramos que os peixes da Amazônia evoluíram por milhões de anos em ambientes que são pobres em metais. Quando os peixes evoluíram em ambientes que não tinham quase nada de metais, eles desenvolveram adaptações para aproveitar qualquer resquício desses minerais na água. Nas regiões temperadas, você precisa de níveis mais altos para poder causar problemas para os peixes. Mas na Amazônia, qualquer metal que você joga na água, intoxica esses animais. Dá uma overdose neles. No caso do cobre, alguns microgramas por litro são suficientes para matar um monte de espécies de peixes.</p>
<p>Esse é o lado ambiental. Cujas informações a sociedade brasileira já possui por meio das pesquisas realizadas ao longo de anos.  Não usar essas informações é dar uma banana para a sociedade brasileira.</p>
<p>Por outro lado, quando se abre uma área como essa para garimpo, vai ter um monte de gente correndo para essa região – é uma corrida do ouro. Isso gerará distúrbios sociais de todas as ordens: grilagens de terra, interações de ribeirinhos e indígenas com essa população que chega nesse lugar, trazendo degradações sociais de vários níveis, problemas de segurança, educação, inúmeros problemas de saúde, de comunicação, transporte, etc. Tem um vasto conjunto de implicações cuja conta cai no colo da sociedade.</p>
<p><strong>JC &#8211; Como o senhor avalia uma decisão tão impactante para o País ter sido tomada por decreto, sem debates? O que isso pode indicar em termos de metas de preservação ambiental no País?</strong></p>
<p><strong>AV -</strong> O que parece nessa história toda é o seguinte: o governo já não está conseguindo tomar conta daquela área porque já tem gente invadindo lá. E o que o governo faz diante disso? Ao invés de resolver a situação, ele toma uma posição inversa e legitima essa ilegalidade.  Porque não tem como tomar conta. E aí, no decreto, ele afirma que não vai haver destruição ambiental porque ele vai tomar conta. Mas ele já não está tomando conta!</p>
<p>Ou seja, no papel, está tudo muito bonito, mas, na prática, a coisa desmancha todinha. A gente já tem áreas degradadas na Amazônia. Deixemos o que está protegido, protegido. E nas áreas onde já tem um efeito de degradação mais significativo, utilizemos a informação científica para aproveitar os recursos naturais e ainda, simultaneamente, recuperar essas áreas. É o caso da agricultura. Não tem que ficar avançando a produção em cima de áreas novas, temos que aproveitar as áreas que já estão degradadas e usar a ciência que a gente tem para produzir naquela área.</p>
<p>Há uma conexão disso muito perigosa com o fato de não providenciarmos uma educação de alto nível a essas novas gerações, para serem capazes de julgar criticamente o que se deve ou não fazer com o meio ambiente. É preciso estimular a sociedade a cobrar do governo uma educação de alto nível, do fundamental ao ensino superior. Estamos perdendo dramaticamente a capacidade crítica da sociedade sobre a falta de investimentos no meio ambiente. E, simultaneamente, estamos colaborando para a degradação do ambiente. Ou seja, quem tem a capacidade de produzir decretos acaba não tendo os contrapontos de uma sociedade bem educada.</p>
<p><strong>JC – Na sua opinião, qual a probabilidade de o governo ouvir a comunidade científica e a sociedade em geral nesse período de discussões sobre a Renca?</strong></p>
<p><strong>AV –</strong> Eu tenho dúvidas quanto a isso. Porque já não ouviu. O governo deveria ter ouvido a comunidade científica antes de escrever o decreto. Eu diria mais: não é muito exigir do governo que ele utilize as informações que a sociedade produziu. Essas informações estão publicadas, ou em trabalhos científicos, ou em reportagens de jornais, nas milhares de teses e dissertações que foram defendidas nos diferentes programas de pós-graduação do Brasil. O governo tem um conjunto de técnicos capazes de ler esse material e capazes de assessorá-lo  bem nesse momento em que ele necessita dessa informação robusta.</p>
<p>Mas, como vimos, os próprios ministérios do Meio Ambiente e das Minas e Energia estão batendo cabeça. Eles têm posições antagônicas.</p>
<p>O que precisamos é, definitivamente, aproveitar as informações que a gente gera nos diferentes laboratórios do País inteiro e trabalhar fortemente por uma sociedade cada vez mais bem educada, que contribua para termos uma situação adequada e responsável no País.</p>
<p><strong>JC – Como a comunidade científica precisa se posicionar para ter maior poder de pressionar o governo? O que ela pode fazer para ser ouvida?</strong></p>
<p><strong>AV -</strong> Essas coisas não são construídas de um dia para o outro. Nós precisamos urgentemente colocar a ciência brasileira no colo da sociedade. A gente não faz mais uma ciência neutra, a gente faz uma ciência voltada para a sociedade na qual a gente está inserida. Precisamos que a sociedade participe desse processo. Em situações como essa, ou em situações anteriores, como quando o governo extinguiu o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é importante o apoio da sociedade. Na época em que foi extinto o MCTI, foi extinto também o Ministério da Cultura. Mas houve uma mobilização de artistas, que sensibilizou a sociedade e o Ministério voltou. Com o MCTI isso não aconteceu. Ou seja, é claro que a música e o cinema fazem mais parte do dia-a-dia do cidadão do que o experimento com uma droga nova ou um gene novo que pode ter um papel extremamente importante amanhã na cura de alguma doença. A arte faz muito mais barulho que esse tipo de informação, que é mais difícil de digerir. Mas precisamos implementar no País uma cultura da interação com a ciência, ampliar a divulgação científica para que, em momentos como esse,  a sociedade saiba como agir – porque ela estará informada. A gente nunca vai defender aquilo que não conhece. Precisamos fazer com que todos saibam o que está sendo produzido dentro dos laboratórios de pesquisa do País.</p>
<p>No caso da Renca, em particular, a coisa só tomou corpo porque o barulho foi muito grande, assim como a repercussão internacional.</p>
<p><strong>JC &#8211; Como o senhor avalia o impacto das políticas atuais para a Amazônia, especialmente dentro das perspectivas de metas de sustentabilidade? Para onde estamos andando?</strong></p>
<p><strong>AV -</strong> Estamos andando para trás. Como eu disse, a coisa fica muito bonita no papel, mas no dia-a-dia, a coisa não anda. Nas várias áreas sociais. Avançamos muito com o apoio das fundações estaduais de apoio à pesquisa, com a capacitação de pessoal em nível de doutorado, mas avançamos muito pouco na fixação de recursos humanos qualificados, especialmente na Amazônia.  O desequilíbrio regional em termos de capacidade de pesquisa aqui na Região Norte continua o mesmo de duas décadas atrás. Continuamos na faixa dos 2,5% do investimento total do governo em CT&amp;I em todo o País. Se tomarmos como referência 2009, 2010, quando o investimento em CT&amp;I nacional girava em torno de R$10 bilhões, e em 2017, o investimento é cerca de R$2,5 bi – ou seja, quatro vezes menos –, é difícil conseguir manter um avanço para superar o fosso que separa a Amazônia do resto do País. A gente construiu nos últimos quinze anos laboratórios muito competitivos na produção de informações robustas sobre a Amazônia, que poderiam ser utilizadas para intervenções mais seguras na região. A gente avançou muito nessas áreas, mas em questão de muito pouco tempo, cerca de dois ou três anos, estamos perdendo essa infraestrutura por falta de manutenção e, ainda por cima, o governo não está usando a informação que foi produzida aqui. É um duplo crime contra a sociedade brasileira.</p>
<p><em>Daniela Klebis – Jornal da Ciência </em></p>
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		<title>2.	É AMANHÃ! Participe da 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís e Porto Alegre terão mobilizações neste sábado, 2 de setembro. Natal realizará um ato na próxima segunda (04). A SBPC reforça que a participação de todos é importante diante do grave cenário de cortes e contingenciamentos que a ciência, a tecnologia e a educação no País enfrentam. Participe!</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís e Porto Alegre terão mobilizações neste sábado, 2 de setembro. Natal realizará um ato na próxima segunda (04). A SBPC reforça que a participação de todos é importante diante do grave cenário de cortes e contingenciamentos que a ciência, a tecnologia e a educação no País enfrentam. Participe!</em></p>
<p>Neste sábado, 2 de setembro, acontece a 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil. Cinco cidades confirmaram a adesão à manifestação em prol da ciência e da educação no País, neste sábado: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís e Porto Alegre. Natal fará um ato na próxima segunda, 04. Com o objetivo de protestar contra o contingenciamento de recursos em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação em 2017 e pressionar para que o orçamento de 2018 seja adequado para estas áreas, o movimento parte da iniciativa da campanha <a href="http://www.conhecimentosemcortes.org.br/" target="_blank">Conhecimento Sem Cortes</a> e conta com o apoio da SBPC.  A SBPC reforça que a participação de todos nessas mobilizações é importante diante do grave cenário de cortes e contingenciamentos que a ciência, a tecnologia e a educação no País enfrentam.</p>
<p>Em <strong><a href="https://www.facebook.com/events/486153315074899/" target="_blank">São Paulo</a></strong>, a manifestação começa na Avenida Paulista, às 15h no vão do MASP.·.</p>
<p>Em <strong><a href="https://www.facebook.com/events/1769472023346556/?acontext=%7B%22source%22%3A3%2C%22source_newsfeed_story_type%22%3A%22regular%22%2C%22action_history%22%3A%22%5B%7B%5C%22surface%5C%22%3A%5C%22newsfeed%5C%22%2C%5C%22mechanism%5C%22%3A%5C%22feed_story%5C%22%2C%5C%22extra_data%5C%22%3A%5B%5D%7D%5D%22%2C%22has_source%22%3Atrue%7D&amp;source=3&amp;source_newsfeed_story_type=regular&amp;action_history=%5B%7B%22surface%22%3A%22newsfeed%22%2C%22mechanism%22%3A%22feed_story%22%2C%22extra_data%22%3A%5B%5D%7D%5D&amp;has_source=1&amp;fref=mentions" target="_blank">Brasília</a></strong>, a Marcha é realizada pela SBPC Regional–DF, e será realizada em frente ao Museu Nacional da República, também às 15h.</p>
<p>Em <strong><a href="https://www.facebook.com/events/1562918423759377/?hc_location=ufi" target="_blank">Porto Alegre</a></strong>, a Marcha acontece às 11h, no Parque da Redenção, com concentração no Monumento do Expedicionário.</p>
<p>Em <strong>São Luís</strong>, a Marcha acontece às 17h, na Praça da Lagoa.</p>
<p>Em <strong>Natal, </strong>o “Ato em defesa da Ciência e Educação” será na próxima segunda-feira, 04 de setembro, às 09h, no auditório da Reitoria da UFRN, e terá uma palestra com a presidente de honra da SBPC, Helena Nader.</p>
<p>Na <strong><a href="https://www.facebook.com/events/1778437482456859/permalink/1783293578637916/?ref_newsfeed_story_type=regular&amp;action_history=%5b%7B%22surface%22%3A%22newsfeed%22%2C%22mechanism%22%3A%22feed_story%22%2C%22extra_data%22%3A%5b%5d%7D%5d" target="_blank">capital carioca</a></strong>, a Marcha se concentra em frente ao Museu do Amanhã, e terá como tema “O que será o amanhã?”.</p>
<p>“O que será o amanhã sem verbas para as Universidades federais, para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil? Como vai ser o futuro do País frente ao contingenciamento de recursos para áreas tão estratégicas?”, questionam os organizadores da Marcha. A escolha do dia 2 de setembro para realizar a manifestação é porque este é um momento crucial na definição do orçamento para 2018. Uma segunda Marcha, argumentam, é necessária para pressionar os deputados federais, em vias de votar a Lei Orçamentária, que vai definir a distribuição de recursos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para o próximo ano.</p>
<p>“O Congresso Nacional está em processo de organização e votação do orçamento do ano que vem. Se contarmos a PEC e todos os cortes temos boas chances de que 2017 se repita em 2018, ou que seja ainda pior. Temos que pressionar para garantir que tenhamos o pagamento das bolsas de pós-graduação no ano que vem e um mínimo de financiamento para continuar as nossas pesquisas”, argumenta Tatiana Rappoport, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que atua na organização da Marcha.</p>
<p>A 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil é uma realização da Associação dos Docentes da UFRJ (ADUFRJ), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), do Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco (APUBH), da Associação dos Docentes da UnB (ADUnB), do Sindicato do Instituto Federal do Rio de Janeiro (SINTIFRJ), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), da Associação Nacional dos Pesquisadores das Unidades de Pesquisa do MCTI (ANPesq), da APRUMA – Seção Sindical do Andes – SN, do Laboratório de Divulgação Científica Ilha da Ciência da UFMA e do Centro de Cultura Negra do Maranhão – CCN-MA, entre outras entidades defensoras da CT&amp;I.</p>
<p>Os organizadores da Marcha esperam que a situação dramática das universidades federais brasileiras, dos pesquisadores que estão correndo risco de perder suas bolsas, e de todo o sistema de CT&amp;I sensibilize e mobilize a comunidade científica, alunos, professores, familiares e amigos da ciência: “O momento é de união de forças pela ciência brasileira e pelo futuro do País”.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Evento: 2ª edição da Marcha pela Ciência no Brasil</p>
<p>Locais confirmados:</p>
<p><strong><br />
Rio de Janeiro (RJ)</strong></p>
<p>Praça Mauá, em frente ao Museu do Amanhã</p>
<p>Quando: 02/09/2017, às 15h</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/1778437482456859/?acontext=%7B%22action_history%22%3A%5b%7B%22mechanism%22%3A%22surface%22%2C%22surface%22%3A%22permalink%22%2C%22extra_data%22%3A%22%5b%5d%22%7D%2C%7B%22surface%22%3A%22dashboard%22%2C%22mechanism%22%3A%22calendar_tab_invitation%22%2C%22extra_data%22%3A%22%7B%5C%22dashboard_filter%5C%22%3A%5C%22upcoming%5C%22%7D%22%7D%5d%2C%22ref%22%3A1%7D" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Paulo (SP)</strong></p>
<p>Avenida Paulista – no vão do MASP</p>
<p>Quando: 02/09/2017, às 15h</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/486153315074899/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Brasília (DF)</strong></p>
<p>Museu Nacional da República</p>
<p>Quando: 02/09/2017, às 15h</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/1769472023346556/?acontext=%7B%22source%22%3A3%2C%22source_newsfeed_story_type%22%3A%22regular%22%2C%22action_history%22%3A%22%5B%7B%5C%22surface%5C%22%3A%5C%22newsfeed%5C%22%2C%5C%22mechanism%5C%22%3A%5C%22feed_story%5C%22%2C%5C%22extra_data%5C%22%3A%5B%5D%7D%5D%22%2C%22has_source%22%3Atrue%7D&amp;source=3&amp;source_newsfeed_story_type=regular&amp;action_history=%5B%7B%22surface%22%3A%22newsfeed%22%2C%22mechanism%22%3A%22feed_story%22%2C%22extra_data%22%3A%5B%5D%7D%5D&amp;has_source=1&amp;fref=mentions" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Porto Alegre (RS)</strong></p>
<p>Redenção / Parque Farroupilha</p>
<p>Quando: 02/09/17, das 11h às 14h</p>
<p>Mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/1562918423759377/?hc_location=ufi" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Luís (MA)</strong></p>
<p>Onde: Praça da Lagoa (Rua dos Rouxinóis, 304-370 &#8211; Lagoa da Jansen)</p>
<p>Quando: 02/09/17, às 17h.</p>
<p><strong>Natal (RN) </strong></p>
<p>Atividade: Ato em defesa da Ciência e Educação, com palestra de Helena Nader</p>
<p>Onde: Auditório da Reitoria da UFRN</p>
<p>Quando: 04/09/17, às 09h.</p>
<p>Mais informações <strong><a href="http://www.ufrn.br/imprensa/noticias/9265/ufrn-promove-aula-magna-na-proxima-segunda-feira" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Abrasco &#8211; <strong><a href="https://www.abrasco.org.br/site/ocultar-home/2a-marcha-pela-ciencia-no-brasil/30431/" target="_blank">SBPC, Abrasco e demais associadas convocam 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil</a></strong></p>
<p>SBFTE -<strong> <a href="http://www.sbfte.org.br/2a-edicao-da-marcha-pela-ciencia/" target="_blank">SBPC chama as Sociedades Científicas Associadas para a 2ª edição da Marcha Pela Ciência</a></strong></p>
<p>Correio Braziliense -<strong> <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/63,65,63,14/2017/09/01/internas_polbraeco,622686/cientistas-fazem-protesto-contra-cortes-orcamentarios-neste-sabado.shtml" target="_blank">Cientistas fazem protesto contra cortes orçamentários neste sábado (1/9)</a></strong></p>
<p>Veja Rio -<strong> <a href="https://vejario.abril.com.br/cidades/museu-do-amanha-recebe-marcha-pela-ciencia-no-proximo-sabado-02/" target="_blank">Museu do Amanhã recebe Marcha pela Ciência no próximo sábado (02)</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-e-amanha-participe-da-2a-marcha-pela-ciencia-no-brasil/">2.	É AMANHÃ! Participe da 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<title>3.	Ufal recebe comitiva da SBPC para organizar a 70ª Reunião Anual</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-ufal-recebe-comitiva-da-sbpc-para-organizar-a-70a-reuniao-anual/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O evento será sediado em Maceió em julho de 2018</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O evento será sediado em Maceió em julho de 2018</em></p>
<p>O anúncio de que a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) seria a anfitriã da 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) aconteceu em julho de 2016, durante a reunião realizada na Bahia. Desde então, a gestão da Ufal está se mobilizando para organizar este evento que é considerado de alta relevância para a comunidade científica e acadêmica do Brasil e da América Latina, cumprindo a missão de buscar o avanço científico, tecnológico, educacional e cultural.</p>
<p>Durante dois dias, 30 e 31 de agosto, a Ufal recebeu a visita técnica de uma comitiva da SBPC, formada pelo presidente da entidade, Ildeu de Castro Moreira, pelo secretário-geral, Paulo Hofmann, e pelos representantes Luiz Dionísio e Fernanda Albuquerque. Eles participaram de reuniões com a reitora Valéria Correia, com os coordenadores executivos do evento na Ufal, que são o vice-reitor José Vieira e a professora Eliana Silva de Almeida, além de integrantes da gestão. Também foi realizada reunião com representantes das comissões de trabalho.</p>
<p>O tema da 70ª edição, que foi definido em agosto do ano passado, será Ciência, Responsabilidade Social e Soberania. “Temos uma expectativa muito positiva com essa próxima edição, por ser numa linda cidade, como é Maceió, e também pela disposição da equipe, que iniciou os trabalhos com muita antecipação, para garantir um evento de muito sucesso e produtividade. São muitos aspectos a serem planejados, desde os mais gerais, relacionados ao tema e ao contexto social, até os mais específicos, como alojamento, transporte, alimentação, sinalização dos locais de atividades, porque envolve muitos participantes de várias partes do mundo”, ressaltou Ildeu Moreira, presidente da SBPC.</p>
<p>A reitora Valéria Correia também ressaltou esse compromisso de toda a equipe no êxito da tarefa recebida. “Ainda na gestão da professora Helena Nader como presidenta da SBPC, realizamos as primeiras reuniões de planejamento, em 2016, e agora estamos dando continuidade. Queremos envolver a sociedade alagoana na realização deste grande evento, que pela primeira vez acontece em Alagoas. Já tivemos várias reuniões com instituições parceiras, como a Fapeal (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas). O professor Fábio Guedes está conosco desde o início deste projeto e já contamos com o Centro de Convenções para a solenidade de abertura”, relatou a reitora.</p>
<p>A previsão é que cerca de 10 mil pessoas, vindas de várias partes do País e do mundo, participem da 70ª Reunião Anual da SBPC. Serão vários eventos simultâneos acontecendo durante os dias do encontro. Nos dias que antecedem o evento, devem acontecer ainda atividades temáticas, voltadas para questões específicas de jovens, afro-indígenas, cultura e educação.</p>
<p><em><a href="http://www.ufal.edu.br/noticias/2017/8/ufal-recebe-comitiva-da-sbpc-para-organizar-a-70a-reuniao-anual" target="_blank">UFAL</a></em></p>
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		<title>4.	MEC decide não financiar novas bolsas de residência médica em 2017</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/4-mec-decide-nao-financiar-novas-bolsas-de-residencia-medica-em-2017/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em ofício enviado aos coordenadores das comissões de residência médica das universidades, a pasta usa o argumento de 'corte orçamentário'</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em ofício enviado aos coordenadores das comissões de residência médica das universidades, a pasta usa o argumento de &#8216;corte orçamentário&#8217;</em></p>
<p>O Ministério da Educação (MEC) decidiu que, no ano que vem, não criará novas bolsas de estudos para médicos residentes. Em ofício enviado aos coordenadores das comissões de residência médica das universidades, a pasta usa o argumento de &#8220;corte orçamentário&#8221;.</p>
<p>Emitido em 19 de setembro, o documento é assinado pelo diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde do MEC, Dioclécio Campos Júnior. Ele afirma no texto que &#8220;será mantido apenas o quantitativo de bolsas financiadas em 2016, incluindo os R1 (residentes do primeiro ano)&#8221;.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,mec-nao-vai-financiar-novas-bolsas-de-residencia-medica-em-2017,10000079314" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></strong></p>
<p><em>O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.</em></p>
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		<title>5.	Capes revoga portaria que institui Novação</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-capes-revoga-portaria-que-institui-novacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O documento foi publicado levando em consideração a necessidade de reformulação do instrumento legal e dos procedimentos de análise do Instituto da Novação</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/5-capes-revoga-portaria-que-institui-novacao/">5.	Capes revoga portaria que institui Novação</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O documento foi publicado levando em consideração a necessidade de reformulação do instrumento legal e dos procedimentos de análise do Instituto da Novação</em></p>
<p>Foi publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União (DOU), a <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/31082017-PORTARIA-N-167-DE-29-DE-AGOSTO-DE-2017.pdf" target="_blank">revogação</a> da <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/24102016-PORTARIA-N-176-DE-17-DE-OUTUBRO-DE-2016-E-ANEXO.pdf" target="_blank">Portaria n° 176, de 17 de outubro de 2016</a>, que estabelece o instituto da Novação no âmbito dos programas geridos pela Diretoria de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>
<p>O documento foi publicado levando em consideração a necessidade de reformulação do instrumento legal e dos procedimentos de análise do Instituto da Novação. De acordo com o texto da portaria, as obrigações assumidas pelo bolsista/ex-bolsista perante a Capes permanecem conforme o termo de compromisso originário, ficando estabelecida a obrigação de retornar ao país após o término das atividades no exterior, com o dever de cumprir o período de interstício.</p>
<p>Todos os pedidos de Novação submetidos até a data de revogação serão analisados pela Capes.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/8539-capes-revoga-portaria-que-institui-novacao" target="_blank">Capes</a></strong></p>
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		<title>6.	Maior computador da América Latina pode ser desligado no RJ por falta de dinheiro, diz LNCC</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-maior-computador-da-america-latina-pode-ser-desligado-no-rj-por-falta-de-dinheiro-diz-lncc/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Supercomputador em Petrópolis processa mais de 100 pesquisas envolvendo doenças como zika, Alzheimer e câncer</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-maior-computador-da-america-latina-pode-ser-desligado-no-rj-por-falta-de-dinheiro-diz-lncc/">6.	Maior computador da América Latina pode ser desligado no RJ por falta de dinheiro, diz LNCC</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Supercomputador em Petrópolis processa mais de 100 pesquisas envolvendo doenças como zika, Alzheimer e câncer</em></p>
<p>O maior computador da América Latina, o supercomputador Santos Dumont, que fica em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, pode ser desligado por falta de dinheiro a partir de outubro, segundo informou o diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), Augusto Gadelha. A máquina processa mais de 100 pesquisas envolvendo doenças como zika, Alzheimer e câncer.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/maior-computador-da-america-latina-pode-ser-desligado-no-rj-por-falta-de-dinheiro-diz-lncc.ghtml" target="_blank">G1</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-maior-computador-da-america-latina-pode-ser-desligado-no-rj-por-falta-de-dinheiro-diz-lncc/">6.	Maior computador da América Latina pode ser desligado no RJ por falta de dinheiro, diz LNCC</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		<item>
		<title>7.	Luiz Davidovich lamenta a falta de investimentos em pesquisas científicas</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-luiz-davidovich-lamenta-a-falta-de-investimentos-em-pesquisas-cientificas/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Globonews, o presidente da Academia Brasileira de Ciências afirma não se lembrar de uma crise do tamanho da que vivemos, desde que começou a trabalhar na área. Ele lamenta a falta de investimentos em ciência. “A crise foi coroada por um corte de 44% do orçamento no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações”, afirmou</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em entrevista ao Globonews, o presidente da Academia Brasileira de Ciências afirma não se lembrar de uma crise do tamanho da que vivemos, desde que começou a trabalhar na área. Ele lamenta a falta de investimentos em ciência. “A crise foi coroada por um corte de 44% do orçamento no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações”, afirmou</em></p>
<p>Assista: <strong><a href="https://globosatplay.globo.com/globonews/v/6116084/" target="_blank">Roberto D’Avila/Globonews</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/7-luiz-davidovich-lamenta-a-falta-de-investimentos-em-pesquisas-cientificas/">7.	Luiz Davidovich lamenta a falta de investimentos em pesquisas científicas</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>8.	Proposta orçamentária para 2018 já foi entregue ao Congresso Nacional</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-proposta-orcamentaria-para-2018-ja-foi-entregue-ao-congresso-nacional/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=123635</guid>
		<description><![CDATA[<p>O texto enviado inclui a previsão de déficit primário para 2018 de R$ 129 bilhões</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O texto enviado inclui a previsão de déficit primário para 2018 de R$ 129 bilhões</em></p>
<p>A proposta orçamentária para 2018 foi entregue ao Congresso Nacional no início da noite de ontem (31) e já foi protocolada na Casa. O projeto, que recebeu o número PLN 20/17, tem 3.322 páginas.</p>
<p>O texto enviado ainda inclui a previsão de déficit primário para 2018 de R$ 129 bilhões. A proposta deverá ser alterada pelo governo logo após o Congresso Nacional concluir a votação da revisão da meta fiscal para 2017 e 2018, que prevê um déficit de R$ 159 bilhões.</p>
<p>A Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) será encaminhada à Comissão Mista de Orçamento (CMO), onde será analisada pelos deputados e senadores do colegiado. O relator será o deputado Cacá Leão (PP-BA).</p>
<p><em><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2017-08/proposta-orcamentaria-para-2018-ja-foi-entregue-ao-congresso-nacional" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Ministério do Planejamento &#8211; <strong><a href="http://www.planejamento.gov.br/noticias/encaminhamento-do-projeto-de-lei-orcamentaria-anual-2018" target="_blank">Encaminhamento do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2018</a></strong></p>
<p>MCTIC -<strong> <a href="http://www.mctic.gov.br/mctic/opencms/salaImprensa/noticias/arquivos/2017/08/Ministro_defende_tratamento_diferenciado_para_a_ciencia_na_liberacao_de_recursos.html" target="_blank">Ministro defende “tratamento diferenciado” para a ciência na liberação de recursos</a></strong></p>
<p>Valor Econômico &#8211; <strong><a href="http://www.valor.com.br/politica/5103514/descontingenciamento-podera-chegar-r-20-bilhoes-diz-ministro" target="_blank">Descontingenciamento poderá chegar a R$ 20 bilhões, diz ministro</a></strong></p>
<p>Valor Econômico -<strong> <a href="http://www.valor.com.br/brasil/5103454/supremo-suspende-cortes-em-orcamento-na-saude" target="_blank">Supremo suspende cortes em orçamento na Saúde</a></strong></p>
<p>Valor Econômico &#8211; <strong><a href="http://www.valor.com.br/brasil/5103156/governo-envia-orcamento-de-2018-ficticio-com-meta-fiscal-antiga" target="_blank">Governo envia Orçamento de 2018 &#8216;fictício&#8217; com meta fiscal antiga</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-proposta-orcamentaria-para-2018-ja-foi-entregue-ao-congresso-nacional/">8.	Proposta orçamentária para 2018 já foi entregue ao Congresso Nacional</a> | appeared first on <a rel="nofollow" href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br">Jornal da Ciência</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>9.	Em carta aberta, Sociedade Brasileira de Medicina Tropical se manifesta em defesa dos direitos à saúde e proteção social da população</title>
		<link>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-em-carta-aberta-sociedade-brasileira-de-medicina-tropical-se-manifesta-em-defesa-dos-direitos-a-saude-e-protecao-social-da-populacao/</link>
		<comments>http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/9-em-carta-aberta-sociedade-brasileira-de-medicina-tropical-se-manifesta-em-defesa-dos-direitos-a-saude-e-protecao-social-da-populacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/?p=123633</guid>
		<description><![CDATA[<p>No documento, a SBMT alerta para o impacto dos cortes orçamentários e dos retrocessos nas políticas públicas de proteção social e ambiental na saúde do povo brasileiro. Alerta ainda para o prejuízo à soberania nacional pela redução do financiamento público da pesquisa, desenvolvimento e inovação</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>No documento, a SBMT </em><em>alerta para o impacto dos cortes orçamentários e dos retrocessos nas políticas públicas de proteção social e ambiental na saúde do povo brasileiro. Alerta ainda para o prejuízo à soberania nacional pela redução do financiamento público da pesquisa, desenvolvimento e inovação</em></p>
<p>Leia a carta abaixo:</p>
<p><strong>CARTA ABERTA DE CUIABÁ</strong></p>
<p><strong>Sociedade Brasileira de Medicina Tropical</strong></p>
<p><em>A Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), reunida em Cuiabá, durante o seu 53</em><em>°</em><em> congresso, em Carta Aberta à Sociedade, manifesta-se em defesa dos direitos à saúde e proteção social da população brasileira.</em></p>
<p><em>A SBMT alerta para o impacto dos cortes orçamentários e dos retrocessos nas políticas públicas de proteção social e ambiental na saúde do povo brasileiro. Alerta ainda para o prejuízo à soberania nacional, pela redução do financiamento público da pesquisa, desenvolvimento e inovação.</em></p>
<p><em>A Saúde Pública brasileira está fortemente ameaçada pelo aumento da vulnerabilidade social, em curso no País. Não nos referimos apenas às doenças que atingem as pessoas, mas aos seus determinantes principais: a pobreza, a fome, a miséria, o desemprego, a violência, a falta de saneamento, o desamparo político e social. Nos referimos à ausência do direito à vida e à saúde, universal, integral e igualitário.</em></p>
<p><em>A dívida histórica da sociedade brasileira com os não favorecidos pela nossa vergonhosa desigualdade econômica e social precisa ser sanada pelo direito à educação, pelo direito à oportunidade, pela retomada da educação pública de qualidade, desde o ensino fundamental até a Universidade, assim como por ações estruturais, como acesso a saneamento. As Universidades, os Institutos de Pesquisa públicos e as políticas de Ciência e Tecnologia precisam continuar devolvendo à sociedade brasileira as conquistas alcançadas ao longo de séculos, no caminho da construção da soberania nacional.</em></p>
<p><em>A SBMT convida a Sociedade Brasileira e convoca os gestores e profissionais da saúde comprometidos com esta nação a se posicionarem urgentemente pelos direitos humanos, pela proteção social, pela educação pública, pela ciência e tecnologia nacionais e pela defesa e pelo fortalecimento, irrestritos, do nosso Sistema Único de Saúde (SUS). A SBMT está pronta para participar de todos os fóruns governamentais, institucionais e não governamentais onde os rumos da saúde brasileira estejam em discussão.</em></p>
<p><em>Cuiabá, 29 de agosto de 2017</em></p>
<p><em>SBMT</em></p>
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		<title>10.	Novos casos de malária no RJ fazem pesquisadores comprovarem teoria proposta por cientista há 50 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 18:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[5735, 1 de setembro de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Leônidas Deane acreditava que a malária poderia ser causada por parasita comum apenas em macacos</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Leônidas Deane acreditava que a malária poderia ser causada por parasita comum apenas em macacos</em></p>
<p>Há quase meio século, o parasitologista Leônidas Deane documentou um caso de infecção humana de malária pelo Plasmodium simium, até então responsável pela doença em macacos. Naquela época, era só uma hipótese sem chance de comprovação com a ajuda da tecnologia. Agora, pesquisadores, por meio do sequenciamento do genoma, conseguiram comprovar a tese de Deane, com publicação do estudo nesta quinta-feira (31), na revista &#8220;The Lancet Global Health&#8221;.</p>
<p>Leia na íntegra: <strong><a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/novos-casos-de-malaria-no-rj-fazem-pesquisadores-comprovarem-teoria-proposta-por-cientista-ha-50-anos.ghtml" target="_blank">G1</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Agência Brasil &#8211; <strong><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-08/pesquisa-mostra-que-parasita-que-causa-malaria-em-macacos-pode" target="_blank">Pesquisa mostra que parasita que causa malária em macacos pode infectar humanos</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*O artigo original pode ser acessado aqui:</em></p>
<p>Brasil, Patrícia et al. <a href="http://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(17)30333-9/fulltext" target="_blank">Outbreak of human malaria caused by Plasmodium simium in the Atlantic Forest in Rio de Janeiro: a molecular epidemiological investigation</a>. The Lancet Global Health. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S2214-109X(17)30333-9" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S2214-109X(17)30333-9</a>. Publicado em 31 de Agosto de 2017.</p>
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