“O que me chocou é a proximidade do centro administrativo e do refeitório, que ficavam à jusante da barragem”, diz jornalista autora do livro sobre desastre em Mariana em 2015
“Mariana nunca mais”. Foi com esse lema que Fabio Schvartsman assumiu a presidência da Vale em maio de 2017.
A ideia era “aprender a lição” deixada em 2015 pelo rompimento da barragem da Samarco – de propriedade da Vale e da BHP Billiton – que deixou 19 mortos e é tida como o maior desastre ambiental da história do Brasil.
Três anos depois, a Vale se vê diante da possibilidade de, desta vez, protagonizar o maior desastre em termos de vidas humanas dos últimos 30 anos no mundo.
Até agora, segundo dados divulgados no final da quinta-feira, foram encontrados 110 corpos e 238 pessoas estão desaparecidas após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).
Leia na íntegra: BBC Brasil