3. Alvo de arrombamentos e sem dinheiro para fomento à pesquisa, Museu Goeldi amarga crise orçamentária - Jornal da Ciência
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3. Alvo de arrombamentos e sem dinheiro para fomento à pesquisa, Museu Goeldi amarga crise orçamentária

Com corte de 44% no orçamento, a instituição de pesquisa mais antiga da Amazônia corre risco de fechar as portas, diz diretor

Durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (4), em Belém, o diretor do Museu Emílio Goeldi pontuou uma série de situações de precariedade enfrentadas pela instituição de ciência biológica, a mais antiga da Amazônia, com 1515 anos de funcionamento. No domingo (3), a situação foi denunciada durante protesto de pesquisadores e visitantes. Em nota, o Governo Federal informou que irá garantir recursos para o funcionamento do Museu.

Apesar da afirmação do governo, o fato é que o orçamento da instituição aprovado para 2017, de R$ 12 milhões, teve corte de 44%, mantendo aproximadamente R$ 7,2 milhões. Em fala contundente, o diretor Nilson Gabas Jr reiterou que, caso não seja revertido o atual quadro orçamentário, a instituição será obrigada, a partir do próximo mês, a fechar duas de suas bases físicas: o Parque Zoobotânico, instalado há 122 anos no centro de Belém, e a Estação Científica Ferreira Penna, que funciona há 24 anos na floresta de Caxiuanã.

Leia na íntegra: G1

 

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