Descoberta abre caminho para terapias que possam rejuvenescer humanos
Cabelos brancos, rugas, perda de vigor físico, dores, feridas que demoram mais a sarar. Os sinais do envelhecimento são muitos e inconfundíveis, e praticamente não há quem não sonhe retroceder o implacável caminhar do relógio da vida. E talvez num futuro próximo esta marcha não seja mais assim tão inexorável. Isto porque cientistas do Instituto Salk, nos EUA, anunciaram ontem terem conseguido reverter as marcas da passagem do tempo no organismo de camundongos com uma rara doença genética que faz eles envelhecerem, e morrerem, precocemente, aumentando sua longevidade em 30%, numa descoberta que abre caminho para o desenvolvimento de possíveis terapias de rejuvenescimento aplicáveis em humanos.
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