7. Cientistas da rede pública do Rio curam casos neurológicos graves de dengue e chikungunya - Jornal da Ciência
JC Notícia
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7. Cientistas da rede pública do Rio curam casos neurológicos graves de dengue e chikungunya

Drama de cariocas que perderam movimento de pernas e braços e até a memoria leva a descoberta que pode salvar vidas

Faz três verões que a picada do Aedes aegypti roubou a memória de uma professora de História e os movimentos das pernas de uma jovem técnica de floricultura. Neste janeiro, recuperadas graças a uma investigação científica inédita, elas celebram o recomeço de suas vidas. E se tornaram casos fundamentais ao revelar formas de diagnosticar distúrbios neurológicos causados por dengue e chikungunya.

Selma Zalcman, de 65 anos, ensina História para alunos dos ciclos Fundamental e Médio há 33 anos. A pior lição de sua vida aprendeu com o chikungunya. Moradora da Tijuca, ela personifica o sofrimento do carioca com as mazelas transmitidas pelo mosquito. Teve dengue 1 e dengue hemorrágica nos anos 80. Depois veio a zika, em 2015. Por fim, em janeiro de 2016, chikungunya. Sofreu dores intensas nas articulações, mãos travadas, a conhecida “garra” da doença.

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