4. Museu Emílio Goeldi reflete crise na ciência brasileira - Jornal da Ciência
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4. Museu Emílio Goeldi reflete crise na ciência brasileira

O orçamento da instituição, que esteve prestes a fechar as portas, não é suficiente para garantir o investimento em pesquisas

Foi por um triz. O Museu Paraense Emílio Goeldi, a instituição científica mais antiga da Amazônia, está com o orçamento garantido para se manter até o final de 2017. O estabelecimento, localizado em Belém, corria o risco de fechar duas de suas bases físicas – o Parque Zoobotânico e a Estação Científica Ferreira Penna (no Arquipélago de Marajó) – por causa de um corte de 44% no orçamento previsto para 2017, que totalizava R$12,7 milhões. O fechamento das bases foi evitado após uma campanha organizada pelo instituto com apoio da população da região e liberação de recursos públicos. O Museu, entretanto, ainda deve enfrentar o mesmo problema orçamentário em 2018. A situação fiscal preocupante, porém, não é exclusiva à instituição, e reflete a crise da ciência brasileira, que, em 2017, sofreu o maior corte fiscal dos últimos 12 anos.

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