Vítimas diretas e indiretas ainda exibem as marcas da radiação e se queixam de discriminação
Trinta anos após o acidente radiológico com césio-137 em Goiânia, vítimas diretas e indiretas ainda exibem as marcas da radiação e se queixam de discriminação.
“Infelizmente ainda tem preconceito”, afirma Odesson Alves Ferreira, 62, uma das vítimas. Ele teve contato direto com a fonte radioativa. Perdeu a palma da mão esquerda e parte do indicador direito, teve o indicador esquerdo atrofiado e comprometimento do polegar direito.
O material foi mostrado a ele pelo irmão Devair Ferreira, dono do ferro-velho onde a peça com a cápsula de fonte radioativa foi manipulada. “Ele não sabia [do que se tratava], gostava do brilho, não tinha noção da gravidade”, diz Odesson à Folha.
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