Reduzir a concentração do poluente ozônio nas metrópoles só é possível diminuindo a quantidade de veículos, concordam especialistas
Em sua tese de doutorado, o pesquisador Júlio Barboza Chiquetto, da USP (Universidade de São Paulo), fez várias simulações de cenários para ver o impacto de modificações na realidade sobre o comportamento da atmosfera. Mesmo no cenário fictício em que toda a mancha urbana se transformava em floresta com o mesmo número de carros, o impacto para esse poluente não foi tão forte quanto nos cenários em que se manteve a mancha urbana com a diminuição da frota de veículos.
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